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20 de setembro de 2007
TECNOLOGIAS DE VIRTUALIZAÇÃO É O FUTURO!!!
Isso é incrível, extraordinário, algo nunca visto antes na história da imformática. Isso sem falar no suporte a nível de hardware com os processadores da AMD e Intel, levando a ganhos de performance nunca atingidos anteriormente.
Outra quebra na história da Microsoft sobre o fato de não oferecer suporte a concorrentes. A Microsoft suporta VMs Linux de duas formas.
1) O Virtual Server 2005 R2 traz modelos de instalação designados especificamente para as distribuições mais populares de Linux, incluindo Novell Suse Enterprise Server 9, Suse Linux 9.1 a 10.0, Red Hat Enterprise Linux 2.1 a 4, Red Hat Linux 7.3 e 9.0.
2) A Microsoft fornece suporte (terceirizado) para usuários do Virtual Server 2005 R2 que utilizam uma das distribuições aprovadas. Se o usuário tiver um problema com uma distro Linux no VS 2005 R2, o usuário pode utilizar o suporte da Microsoft para resolver o problema.
A empresa EMC VMware atualmente domina o mercado de virtualização, o que preocupa e muito a gigante de software Microsoft. O sistema VMware oferece a melhor performance e mais funcionalidades do que o concorrente Virtual Server da Microsoft. (É a primeira vez que a Microsoft lança um produto da linha Server com custo zero) . Baseado no custo e nas novas funcionalidades, não é difícil decidir pelo VMware ESX Server e GSX Server.
Sabemos que a decisão sobre um software sempre deve estar alinhada com os planos da empresa, portanto antes de implentar um servidor em sua empresa analise o mercado de virtualização. Conheça estude os sistemas virtuais!!!
Saiba Mais acesse:http://www.vmware.com/br/img/media/flash/vin/index.html
18 de setembro de 2007
1 Computador com até 9 terminais diferentes e independentes
Mais informações contate-me!!
22 de agosto de 2007
Google lança planetário virtual
Google News Brasil
9 de agosto de 2007
Dados confidenciais vazam em Rede P2P
Uma instalação não autorizada do programa P2P Winny em um dos laptops da empresa farmacêutica Pfizer levou à exposição de dados confidenciais de 17 mil funcionários e ex-funcionários da companhia.
Acredita-se que dados de 15.700 tenham sido baixados por um número desconhecido de usuários da rede P2P, motivo pelo qual a empresa começou a contatar promotores de diversos estados para garantir a segurança de contas bancárias de todos os envolvidos.
Richard Blumenthal, promotor geral do estado americano de Connecticut, deu um prazo até o dia 22 de junho para que mais respostas sejam fornecidas quanto ao caso.
Blumenthal quer saber quais medidas a empresa tomava para proteger seus funcionários, em que data foi descoberto o vazamento dos dados e como a empresa faz a distinção entre os dados realmente comprometidos e aqueles que foram apenas acessados.
Lisa Goldman, conselheira da Pfizer, em 1º de junho já havia relatado que assim que o vazamento foi descoberto, o funcionário teve o laptop recolhido e o software neste foi desinstalado.
A Websense afirma ser necessário um maior controle para prevenir o vazamento acidental ou deliberado de dados, o que poderia ser feito através de filtros de conteúdo em gateways, maior controle de acesso a dados confidenciais ou ainda o bloqueio de aplicativos de compartilhamento.
Abaixo assinado VELOX. Preços abusivos na Bahia
A Telemar/Oi tem deixado o internauta baiano a ver navios. Com conexão lenta e preços absurdos, o velox, serviço de acesso à internet oferecido pela empresa, representa desonestidade. Somos obrigados a pagar 500% a mais por velocidades mais baixas do que as oferecidas em outros estados.
No Rio de Janeiro e em Belo Horizonte, os internautas pagam R$ 39,90 por 2 Mb de velocidade, enquanto aqui é preciso desembolsar R$ 159,00 por apenas 1 Mb.
Na Bahia, assim como em todos os Estados do Norte-Nordeste do país, são disponibilizados apenas as velocidades mais baixas, de 300 Kb, 600 Kb e 1 Mb. No Sudeste, a coisa é outra, e bem rápida. A empresa oferece 1, 2, 4 e 8 Mb por preços muito menores do que os praticados aqui.
Tudo sem justificativa, pois a Telemar/Oi utiliza a mesma estrutura física para transmitir tanto dados de internet quanto de telefonia, o que garante despesas operacionais iguais. Mas quando cobra do consumidor, ela explora. Enquanto os preços do serviço telefônico são quase idênticos em todo país, os do velox são diferenciados.
O deputado Álvaro Gomes (PCdoB) lança uma campanha contra os preços abusivos do velox, através de projeto de lei e ação judicial, e conta com a sua adesão. Participe do abaixo-assinado.
Para assinar: http://www.portaldoalvaro.com/abaixoassinado
14 de junho de 2007
Afinal, o que é a inveja?
Vamos imaginar uma conversa entre pessoas que estão "jogando papo fora". Do nada, alguém começar a falar das coisas boas que estão lhe acontecendo. Quantos rostos e mentes diferentes surgem naquele momento! Poucos expressam interesse real e se regozijam com sinceridade. A maioria irá sentir inveja, mesmo que não se dê conta...
Alguns expressam sua inveja com brincadeiras de "mau gosto". Outros, calados, costumam pensar: "Como ele é exibido e gosta de contar vantagem!". Já aqueles que não conseguem conter o ardor da inveja a queimar o seu interior, passam a criticá-lo, com a intenção de depreciar abertamente a sua boa sorte. Há ainda aqueles que passam a dar conselhos para ajudar aquela pessoa de sucesso a garantir o seu triunfo.
O clima pesa, pois não há mais empatia entre as pessoas. Provavelmente, muda-se de assunto. Pois a essa altura da conversa todos estão sofrendo: quem contou sente-se só e arrependido. Quem escutou, agora sente-se incomodado, inquieto e talvez nem saiba porquê. A inveja é destrutiva, tanto para quem a sente quanto para quem a recebe.
Quem já não vivenciou um mal-entendido quando alguém resolveu dar boas notícias!
O senso comum concorda que é melhor se precaver: "Inveja traz mau-olhado. Quando estamos vivendo uma situação muito boa é melhor calar".
Olho-gordo é um nome popular para a inveja. Pois quando o invejado toma para si as projeções negativas do invejoso, acaba por concretizá-las. O tema que evoca a inveja é sempre alguma coisa que poderia revelar o que está faltando na personalidade daquele que a sente. É como se o invejoso falasse em voz alta algo que o invejado não gostaria que jamais viesse à tona. Neste sentido, para não se deixar contaminar pelo veneno do invejoso, o invejado deve observar com honestidade sua reação frente ao ataque do invejoso. Se ele estiver livre das questões expostas pelo invejoso, sua clareza de intenção irá protegê-lo do possível ataque do "olho-gordo".
Quando somos criticados por avaliações contaminadas pela inveja, podemos nos sentir injustiçados e vulneráveis frente ao ataque externo. Neste momento, é bom lembrar que é praticamente impossível ser compreendido por todos, assim como é inviável agradar a gregos e troianos. O importante é mantermos o foco em nossas metas para não nos contaminarmos pela inveja alheia, pois ela sempre estará presente, de uma forma ou de outra.
A inveja é um dos sentimentos mais difíceis de serem aceitos pelo ser humano, pois na maioria das vezes é inconsciente. Isto ocorre porque ela se forma muito cedo em nossa vida. A inveja surge nos primeiros meses de vida na relação com quem nos alimenta! Quando queremos mais alimento e não temos, não toleramos a frustração, ficamos com raiva de quem tem o alimento. Com inveja dele, queremos destruí-lo. Como podemos constatar, a inveja é um sentimento primitivo, pouco elaborado. Ela está baseada no sentimento de inferioridade, adquirido pela comparação que se faz com outra pessoa em algum aspecto específico. Assim como escreve Elisa Cintra em Melanie Klein Estilo e Pensamento (Ed. Escuta): "`Quem desdenha quer comprar´, diz o ditado: a inveja é quase sempre detectável na vida cotidiana por esse trabalho de desvalorização do outro, o que também foi narrado pela fábula da raposa e das uvas.
26 de março de 2007
Você não tem comparação
Em essência, o ser humano é feliz. Por mais que as pancadas da vida façam com que você discorde desta afirmação, ela é verdadeira. Nossa essência é potencialmente feliz. Nascemos com esta possibilidade. Mas, onde a perdemos? Quando nos desviamos deste caminho bom?
Toda criança é linda. Tem alegria e desprendimento para viver na sua fantasia. Ela pode ser uma princesa, um super-herói, o que quiser. Na sua imaginação ela pode tudo, não há limites. Com isso percebe que tudo está certo no seu mundo e ela está perfeitamente encaixada nele, sente-se como parte do todo, integrada. Não se vê de forma diferente. É simplesmente Feliz.
As pessoas são felizes até o momento em que começam a se enxergar pelos olhos dos outros. O rompimento acontece no exato momento onde ocorre a comparação. Vamos entender melhor:
Quando se inicia a vida social, esse serzinho frágil, inocente, molinho, vai enfrentar o que será, daqui pra frente, o seu maior inimigo: OS OLHOS DOS OUTROS.
Conforme a criança cresce, ela se dá conta que é inserida no meio social, e este vai se expandindo dia-a-dia: são os primos, amigos do condomínio, vizinhança, praça, play ground e escolinha. Aumentando o contato com outras pessoas, ela vai começar a perceber-se no mundo. Como ela reage às pessoas e como as pessoas reagem a ela. Muita coisa importante para a vida do ser humano depende de como ele interage com o meio.
Por exemplo, um menininho em meio às suas brincadeiras percebe os amiguinhos rirem das suas orelhas. A princípio não vai entender porque as crianças estão rindo. “Qual é o problema deles?” Nunca nem havia prestado atenção que as suas orelhas existiam. Agora os coleguinhas riem dizendo que elas são de “abano”. “O que é orelhas de abano, mãe?” E a mãe gela, percebendo que o filho entrou para o mundo e sente pena, medo e aninha o filho nos braços. “Não é nada não. Você é lindo”.
Mas de tanto falarem, ele começa a prestar atenção nas orelhas de todas as cabeças que se aproximam dele. Está feito. Passou a comparar. E pela primeira vez sentiu-se feio e não fazendo parte do mundo. Talvez ele fosse o “errado”, e as outras crianças com “orelhas normais” fossem as certas. A sua espontaneidade foi se perdendo, diminuiu a vontade de brincar e de ir pra escola. Agora o mundo girava em torno de suas orelhas. Como a felicidade, que ele já havia conhecido, havia ido embora, torna-se desejoso de que ela voltasse. Se houvesse um jeito de arrancar fora o problema, ou seja, as orelhas? Talvez assim ele fosse feliz de novo.
Percebe então, que mesmo arrancando fora as orelhas, sempre haverá outras formas de comparação: Zezinho tinha mais brinquedos, Arturzinho era mais popular, o tênis do Toninho era melhor, o Felipe fazia mais gols.
Tudo o que antes não era percebido, hoje é visto com lentes de aumento.
Conforme a pessoa cresce, começa a criar uma casca protetora. Não pense que esse tormento acaba conforme crescemos. Não! Uma vez aprendido, nunca mais isso pára. Mas calma, nem tudo está perdido:
Tudo na vida tem dois lados, e o lado bom desta história é que ela acaba com a onipotência e faz com que a criança perceba que o mundo é feito de muita gente, com gostos e opiniões diferentes. Muitas vezes a comparação nos faz crescer. Como? Para tentar nos superar e melhorar devemos nos comparar a nós mesmos – este é o tipo de comparação que nos faz bem. Tentar ser hoje melhor do que fomos ontem. E quando “caímos em tentação” e nos comparamos com os outros, precisamos ter clara a noção do limite. Só devemos exercer uma certa comparação mínima e saudável, senão perderemos a noção do que é valoroso para nós. Se nos compararmos sempre, corremos o risco de não saber mais o que é bom e essencial, dando valor ao que é supérfluo e banal. O errado. Afinal, o que é bom para o outro, pode não ser bom para nós.
Sempre se lembre que somos nós quem damos significados às nossas vidas.
Quantas coisas deixamos de conquistar porque nem sequer fizemos uma tentativa para pelo menos testar se a nossa suposta incapacidade é real ou imaginária. Aceitamos que não somos bons e ponto final.
Para haver esta triste conclusão, houve uma voz interna dizendo: você é feio, orelhudo, diferente, incapaz.
São as vozes do nosso passado que se tornam a nossa própria voz no presente e passamos a fazer para nós o que os outros fizeram.
Ah, que felizes aqueles que conseguem uma voz interior que toque música suave e declame poemas de amor. E para ilustrar o nosso tema de hoje, usarei uma historinha que andou circulando na Internet:
“Havia uma corrida de sapos, onde deveriam chegar ao alto de uma imensa torre. Iniciada a corrida, cada um dos participantes dava o melhor de si, mas a torre era muito alta.
A platéia começou a comentar: - Ih, não vão conseguir, é muito difícil”, “É melhor desistirem”.
Os sapos continuavam correndo, mas dois competidores já haviam abandonado a prova.
A multidão continuava: “É impossível, não têm como conseguir”.
Mais alguns paravam. Mas havia um sapo que parecia indiferente a tudo e corria obstinado para o seu destino.
“É melhor desistirem”. “É muito difícil”.
Um por um todos foram desistindo, menos aquele sapinho, que conseguiu com muito esforço chegar ao alto da torre e vencer a corrida. Depois descobriram o segredo do sapo: ele era surdo”.
Para vivermos melhor, deveríamos, desde pequenos, sermos surdos para certos comentários e bons ouvintes para outros. Não podemos mudar o nosso passado, mas podemos mudar o nosso presente e nosso futuro. Não ouvir certas coisas nos fará crescer, pois não colocará a noção de limitação em nossas vidas.
Um atleta olímpico chega àquelas marcas espantosas porque ele tenta primeiro superar a si mesmo. Vencer os seus próprios limites e expandir a sua capacidade. Se o treinador, ao invés de dizer palavras de incentivo, só dissesse palavras de desencorajamento este atleta não conseguiria sair do lugar. Se ele sabe que conseguiu tal vitória hoje, vai se esforçar para ser melhor que ele mesmo amanhã.
Não adianta ele tentar vencer o outro se não tiver superado a si mesmo antes.
Seja surdo. Se dê esse direito. Comece a treinar uma audição seletiva, onde só serão assimiladas as coisas boas. Tudo o que não servir para o seu crescimento que seja automaticamente descartado. Não tem utilidade nenhuma. Jogue fora. Não ouça. Fuja, o mais rápido que conseguir.
Lembre-se de que você sempre foi lindo, capaz e correto, porque você é único. Não existe outro como você. Então, você é certo do jeito que é.
A comparação com outra pessoa não tem valor porque se trata de duas pessoas diferentes. Uma tem certos talentos, outra tem outros talentos. Uma tem um rosto de um jeito e outra tem diferente. Não existem dois iguais. A beleza reside nisso: a diferença. Você é certo do jeito que é.
Seja surdo, volte a ser você mesmo e ganhe a felicidade que você havia perdido quando era criança.
Fonte: Autor Desconhecido
18 de março de 2007
Exploração da mão de obra qualificada
É simplesmente um absurdo o que assistimos hoje nas relações de trabalho no tocante aos estudantes em geral, principalmente aos estudantes do ensino superior e tecnológico da Bahia senão do Brasil como um todo. Ops! Estamos falando das relações de trabalho ou estágio? Isso eu também me pergunto.
O que presenciamos no mercado são ofertas de vagas e mais vagas com carga horárias de oito horas de trabalho no dia e outras tantas de até quarenta e quatro horas semanais. Acredite!!!!. Isso tudo sem falar nas exigências que os contratantes impõem ao candidato a uma dessas vagas. Enquanto o que se prega é que o estágio serve como complemento do estudo, sobretudo para desenvolvimento das capacidades adquiridas nas escolas e/ou faculdades.
Será que existe algum estatuto que rege o contrato de estágio? Se existe no mínimo não está sendo cumprido. E se não rege esses pontos está mais do que na hora de revermos os seus parágrafos.
Ao longo da história encontramos sempre duas camadas socais fundamentais que se opõem em seus interesses econômicos. Antigamente as relações de classes se davam de escravos para senhor um pouco mais tarde de vassalos (servos) para senhores feudais avançando com a revolução industrial tínhamos o proletário e a burguesia. Hoje da forma que estão às coisas somos escravos "elitizados", servos de colarinho branco , ou melhor , "condenados da terra" para retomar uma expressão de Franz Fanon. Os programas de estágio hoje se constituem numa relação escravoassalarido de produção.
Para as empresas é muito cômodo contratar um estagiário, ao invés de um profissional, e explorar a sua mão de obra qualificada até os últimos limites, pois dentre outros benefícios não assinam carteira de trabalho, não recolhem impostos, não tem férias, décimo terceiro e por ai vai....
Para os estudantes que se sentem pressionados por esse mercado desleal resta a aventura de encarar duras seleções para adentrar no fechadíssimo mercado de trabalho que muito dificilmente contrata alguém com pouca ou nenhuma experiência.
O pior é que conscientes ou não da nossa capacidade intelectual muitas vezes os estudantes são reféns de oportunistas e empresas nada sérias que ostentam com honra títulos como por exemplo "Empresa Socialmente Responsável” norma ISO e tantas outras sopas de letrinhas.
O capital humano continua sendo na maioria das organizações com poucas exceções objetos de uso um mal necessário e que deve ser explorado e quando esgotado deve ser descartado.
Se você assim como eu fica transtornado com a realidade retratada nesse texto está mais do que na hora de se mobilizar e fazer algo para que essa realidade mude e que nossos filhos ao menos passem a ter condições dignas de trabalho.
Passe essa mensagem adiante para todos os seus contato e saia dessa inércia social. Cobre dos políticos que vocês mesmo elegeram mudanças radicais no programa a acima de tudo na fiscalização dessa e de outras atrocidades.
Outras publicações estão disponíveis no meu blog no endereço eletrônico http://requiao.blogspot.com
17 de março de 2007
Assistências e Técnicos Desonestos: Fique Alerta!
Esse post fala sobre um assunto delicado, a respeito das assistências técnicas e dos serviços oferecidos por "técnicos" de qualidade e idoneidade duvidosas. Fale a pena dar uma lida.
No geral, não há "fórmula mágica" para identificar serviços técnicos desonestos, mas alguns cuidados podem ajudar a prevenir alguns golpes. Vejamos:
:: Embora isso dê trabalho, leve o equipamento a mais de um serviço técnico. Para isso, prefira aqueles que dão orçamentos sem compromisso. Compare o diagnóstico dado por cada serviço. Se notar diferenças, procure um terceiro;
:: Quando um técnico disser que uma determinada peça precisa ser trocada, exija que ele entregue a você a que está supostamente danificada. Veja bem, se você está comprando uma peça nova para substituição, a antiga continua sendo sua. Se o técnico se negar a entregá-la, vá atrás de seus direitos;
:: Cuidado com certos golpes óbvios: há técnicos que dizem que é necessário trocar um componente - um HD, por exemplo - por este estar contaminado com vírus. Quando há vírus, este ataca o sistema operacional. Vírus não atacam o hardware;
:: Tome cuidado com serviços muito baratos. Embora um técnico que cobre pouco por seu trabalho possa ser honesto, é comum, nestes casos, que ele não possua os conhecimentos técnicos necessários para prestar um serviço de boa qualidade. É a velha história: o barato pode sair caro;
:: Procure sempre saber a configuração do computador, pois não são raros os casos em que um técnico faz um reparo e troca um dispositivo por outro de menor qualidade sabendo que o cliente não notará a diferença. Caso você tenha dificuldades em obter essas informações, pode utilizar um programa como o Everest (para Windows) e imprimir a configuração que ele listar. Assim, quando você encaminhar sua máquina a um serviço técnico, basta executar o programa novamente quando o PC retornar e verificar se há diferença onde o técnico não apontou alterações;
Caso absurdo: cliente pede a uma assistência técnica a instalação de um gravador de DVD. Ao retirar o equipamento, percebe que o drive de CD-ROM que existia na máquina (e que era para ser mantido) foi trocado por um mais antigo. Ao questionar o técnico responsável, este alegou que o CD-ROM anterior era incompatível com o gravador de DVD, de forma que somente um ou outro poderia ficar na máquina.
:: Sempre que possível, procure auxílio de uma pessoa com conhecimentos sobre o assunto. Ela poderá indicar-lhe assistências técnicas ou técnicos confiáveis, e pode dizer se o problema apontado é coerente;
:: Conheça um pouco mais seu computador, isso diminui as chances de "te passarem a perna". Este artigo é um bom início.
Se você é um técnico e pensa que agir com má fé é um bom negócio, é melhor rever seus conceitos: se um técnico honesto informar a um cliente que este foi enganado anteriormente, o técnico desonesto ficará mal-visto.
Técnicos honestos são sempre indicados por pessoas que já conhecem seus serviços. Por isso, é sempre bom explicar ao cliente o que, de fato, houve com seu computador e por qual razão a solução que você propõe deve ser aplicada.
O que técnico e cliente precisam é de uma relação de confiança. Como cliente, uma pessoa quer que seu computador funcione da melhor maneira possível. Se o técnico for ágil em resolver seu problema, explicar o que aconteceu e fornecer orientações para evitar que aquilo ocorra novamente, terá mais chances de ganhar clientes e manter aqueles que já possui.
Infelizmente, desonestidade é um problema crônico, em qualquer lugar do mundo. Você pode ser enganado por um mecânico de carros, por um eletricista, por um encanador, por um vendedor, etc, mas na informática essa questão parece ser pior. Por isso, todo cuidado é pouco. Sempre.
Fonte: http://www.infowester.com/col280506.php
14 de março de 2007
Principais Problemas no Suporte Técnico
Dois milhões de registros de ligações feitas para 20 companhias globais resultaram na lista de problemas mais freqüentes entre usuários de sistemas.
A empresa SupportSoft, que provê softwares de automação, realizou durante dois anos pesquisas trimestrais em 20 companhias globais para descobrir quais os principais motivos que levam usuários a ligar para empresas desenvolvedoras de software e soluções tecnológicas.
De acordo com o InformationWeek, para realizar o que foi chamado de"IT Headache Index" (algo como "índice de dor de cabeça de TI"), foram analisados 2 milhões de registros de chamadas.
O motivo que figura em primeiro lugar é popular entre todos os usuários: esquecer suas senhas de acesso. Um total de 20% de todas as ligações analisadas foram a respeito deste tipo de problema, cujo procedimento final é "resetar" a senha para que o usuário possa, então, estabelecer uma nova.
"O número de senhas diferentes que são necessárias para realização de tarefas é impressionante", explicou James Morehead, vice-presidente de marketing de produto da SupportSoft.
Entre as outras razões para entrar em contato com o Help Desk estão problemas de hardware, com 16% dos pedidos de socorro; enquanto problemas em software, como o acesso a aplicativos ERP (de planejamento de recursos empresariais) também correspondem a 16% das chamadas. Em menor número ficam problemas de acesso a redes virtuais (VPN), com 12% e pedidos de suporte a falhas de email, com 11%. Juntos, estes cinco motivos somam 75% de todas as ligações, complementadas por problemas menores como baixo desempenho de PCs e problemas com impressoras. Para Morehead, a migração do sistema operacional se transformará em uma nova razão para usuários procurarem ajuda.
Para complementar o assunto, vai o link de outra matéria:
http://computerworld.uol.com.br/gestao/2007/03/05/idgnoticia.2007-03-05.9936875231/IDGNoticia_view
18 de dezembro de 2006
Referência concreta a Jesus Cristo
O ossuário encontrado em Israel
A revista de arqueologia planejava anunciar a descoberta em uma coletiva de imprensa na segunda-feira. Que Jesus existiu não é uma dúvida para estudiosos, mas o que mundo sabe sobre ele vem quase que inteiramente do Novo Testamento. Nenhum artefato material do século primeiro relacionado a Jesus foi descoberto e verificado. Lemaire acredita que isso mudou, embora permaneçam dúvidas, tais como onde a peça com a inscrição esteve por mais de 19 séculos.
A inscrição, na língua aramaica, aparece em um ossuário vazio de pedra calcária. Lê-se: "Tiago, filho de José, irmão de Jesus". Lemaire diz que o objeto data de 63 d.C. Uma das línguas semíticas, o aramaico foi falado no Oriente Médio a partir do século sétimo a.C. e foi a principal língua do Império Persa do século quarto a.C. ao século sexto a.C.
As primeiras evidências diretas do aramaico datam do século 10 a.C. e ele existe como língua viva até hoje, sendo falado em dialetos modernos por minorias no Iraque, Turquia, Irã e Síria. Acredita-se que a maioria dos falantes está em comunidades de emigrantes da Armênia e da Geórgia.
Lemaire disse que o estilo de escrita, e o fato de os judeus usarem ossuários somente entre 20 a.C. e 70 d.C., colocam a inscrição na época de Jesus e Tiago. Os três nomes eram muito comuns, mas ele estima que somente 20 Tiagos existiram em Jerusalém durante a época.
Além disso, colocar o nome do irmão e o do pai no ossuário era "muito incomum", diz Lemaire. Há somente um outro exemplo de um ossuário em Aramaico encontrado até hoje. Desse modo, esse "Jesus" em particular deve ter sido uma pessoa importante - ou o próprio Jesus de Nazaré, como conclui Lemaire. No entanto, é impossível provar que o Jesus escrito no ossuário é, de fato, Jesus de Nazaré. A revista de arqueologia diz que dois cientistas da Pesquisa Geológica do governo israelense realizaram um detalhado exame microscópico da superfície e da inscrição. Eles informaram no mês passado que "não há evidências que possam tirar a autenticidade da peça". O dono do ossuário também pediu a Lemaire para proteger sua identidade, então a atual localização da caixa não foi revelada. Tiago é considerado o irmão de Jesus no Novo Testamento e líder da Igreja em Jerusalém no Livro dos Atos e nas cartas de Paulo. No século primeiro o historiador judeu Josephus escreveu que "o irmão de Jesus conhecido como Cristo, de nome Tiago", e foi apedrejado até a morte sendo considerado um herege em 62 d.C. Se seus ossos foram colocados em um ossuário, isso teria ocorrido no ano seguinte, com a inscrição datando de 32 d.C. O reverendo Joseph Fitzmyer, professor de teologia na Universidade Católica que estudou fotos da caixa, concorda com Lemaire na idéia de que o estilo de escrita "se encaixa perfeitamente" ao de outros exemplos do século primeiro e admite que a aparição desses três nomes famosos juntamente é "impressionante".
"Mas o problema é, você tem que me mostrar que este Jesus é o Jesus de Nazaré, e ninguém pode mostrar isso", diz Fitzmeyer.
Lemaire disse à Associated Press que o proprietário quer o anonimato para evitar longos contatos repórteres e religiosos. Ele também quer evitar o custo do seguro do artefato, e disse que não tem planos de expô-lo para o público.

