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29 de janeiro de 2016

A 'visão científica do mundo'

Quando somos confrontados com o assunto do cosmos e galáxias, uma questão que atormenta a maior parte dos humanos é: Onde é que estão as outras Terras e qual a nossa relação com a pluralidade de mundos? 
Essa visão está fortemente alicerçada nos princípios da astronomia, parte do pressuposto de que é impossível conhecer objetivamente nosso mundo tal como ele é na realidade de forma isolada (afinal não estamos sozinhos e isso faz toda uma diferença), e por isso, é vital e imprescindível os esforços para atingir o universo e lidar com a sua complexidade em todos os seus níveis.


Os defensores dessa crença reconhecem que existem uma enorme variedade de planetas, potencialmente habitável (com condições parecidas de temperatura, que possuem água líquida e que foi desenvolvida vida inteligente similar à da Terra) estima-se um total de 100 bilhões de bilhões de planetas similares à Terra e se isso for verdade, cada grão de areia representaria um planeta com vida, segundo um recente estudo da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos da América - PNAS.

A grande questão é: No que as nossas vidas seriam beneficiadas com esse conhecimento? Quais as implicações práticas para a nossa humanidade da pluralidade dos mundos?  É bom lembrar que várias gerações de pessoas viveram plenamente sem esse conhecimento, considerado crucial, antes da invenção da escrita, ocorrida, aproximadamente em 5000 a.c.. Não estamos falando aqui da raça humana colonizar outros planetas. Esse é outro assunto e que alguns cientistas estudam essa opção como uma alternativa (supondo que a humanidade destrua a si própria) e seria a nossa última esperança de sobrevivência em meio ao mundo cada vez mais caótico que vivemos com armas de destruição em massa. Concordo que do jeito que as coisas andam pensar em nos transferir para outro planeta passa a ser uma questão urgente mais do que nunca. Agora quando o assunto é vida inteligente lá fora acho até mais razoável procurar vida inteligente no mundo subaquático que ainda não foram catalogados todas as formas de vida. Mas, como disse antes não podemos misturar assuntos distintos: vida inteligente fora do planeta Terra existência e colonização de outros planetas pela raça humana, pois são assuntos distintos. Ocorre que os cientistas não conseguem dissociar uma coisa da outra aí consiste o erro.

Há uma probabilidade matemática de que, entre os trilhões de estrelas nos bilhões de galáxias, existam milhões de planetas análogos em idade e com proximidade a uma estrela como a do nosso sol. É verdade que, até bem recentemente [janeiro de 1996], não tinha havido nenhuma prova observacional significativa nem mesmo de que existisse algum planeta fora do nosso sistema solar. Apesar disso, o fato concreto é que nossa parte do universo foi criada de uma forma completamente singular quando comparamos ao já se pôde descobrir, e quanto mais nosso conhecimento aumenta mais constatamos que realmente somos especiais, basta enxergar os fatos. Sendo assim, devem existir planetas, e luas, e asteróides, etc., em todas as galáxias e ao redor de muitas das estrelas nessas galáxias. Logo, parece alta a probabilidade de que haja vida em algum outro lugar do universo, embora seja possível que sejamos únicos, no mínimo já temos elementos suficientes para concluir que somos especiais diante de uma imensidão sem vida alguma, nem sequer a bactéria mais resistente sobreviver no espaço cósmico e dos milhares de planetas conhecidos estar provado não existir vida, a doutrina da pluralidade de mundos tem arrebanhado uma legião de fiéis comprometidos em enraizar seus conceitos e libertar as pessoas das amarras da ignorância.  


Não devemos nos esquecer, no entanto, de que a estrela mais próxima (além do nosso sol) está tão distante da Terra que viajar entre as duas levaria mais tempo que toda uma vida humana. O fato de que nosso sol leve cerca de 200 milhões de anos para dar uma volta na Via Láctea, dá uma ideia da perspectiva que temos que ter das viagens interestelares. Estamos a 500 segundos-luz do sol. A próxima estrela em proximidade da Terra está a 4,3 anos-luz. Isso pode parecer próximo, mas na verdade é algo como 40 trilhões de km de distância. Mesmo viajando a 1,6 milhões de km/h, seriam precisos mais de 2.500 anos para se chegar lá. Para se fazer isso em cinqüenta anos, seria preciso viajar a mais de 1,6 bilhões de km/h por toda a viagem. E ainda gastamos grande parte do nosso tempo escasso a divagar, conjecturar, dedicar toda uma vida em detrimento de outros assuntos muitos mais importantes, anseios e problemas reais presentes em nossa família, sociedade e mundo.

A correlação entre x(universo infinito) e y(outras formas de vida) não é uma condição suficiente para a crença racional de que x causa y. Mesmo uma correlação estatisticamente significativa entre x e y não é uma condição suficiente para uma crença racional numa correlação causal, muito menos para a crença de que x causa y. Correlação não prova causalidade. Embora não prove, a correlação é extremamente atraente para os defensores da "metodologia científica explica tudo". O pressuposto de que "o macroscópico é complexo" e tão ou mais importante ao ponto de merecer ser estudado independentemente de qualquer resultado concreto para a humanidade e de que as coisas vistas e vividas no "cotidiano terreno é simplista" e por isso insuficiente, decorrem, entre outras coisas, essa abordagem da realidade.

Quero deixar claro que não sou contra aos programas de exploração espacial e jornadas inter-galácticas, muito pelo contrário, porém tenho algumas objeções. O conceito de viagem espacial precisa ser estudado com muito cuidado haja vista que alguns metidos a sabetudos o distorcem visando a segregação total da ciência de Deus como se fossem antagônicos. Não há como nega que existe uma tensão inerente entre nossa ambição espacial e antes de tudo humana de indepedência e os princípios imutáveis da palavra de Deus. Por mais absurdo que pareça, a ciência (incluindo as viagens espaciais) e a palavra de Deus andam juntas desde que o homem aprendeu a utilizá-la a seu favor.

Ao conversar sobre este assunto imediatamente é levantado comparativos entre as doutrinas da Criação versus as doutrinas da evolução. Faz parte dessa perspectiva também a atitude ou-ou, que, de acordo com a lógica, classifica os objetos, não permitindo que um mesmo objeto pertença a duas categorias diferentes, numa espécie de jogo "escolha uma e ignore totalmente a outra". Estaria a doutrina da evolução totalmente errada e vice-versa que nada possa ser aproveitado? Dessa forma criam-se os especialistas, aqueles que tem um acesso privilegiado ao conhecimento, estabelecendo-se uma hierarquia do saber. E se uma complementasse a outra? 

Veja bem, tende por um momento considerar a ciência como sendo um dos instrumentos da humanidade que elucida e explica a obra de Deus e não é seu intuito desfazê-la ou contrariá-la. Essas duas esferas do cosmos humano coexistem de forma impressionante e o simples fato de elas interagirem, não significa que temos que ser ateus ou agnósticos para ser um bom cientista. Aliás, esse é outro assunto também, o melhor perfil nesse caso se encaixaria num estudioso e eterno aprendiz, coisa totalmente diferente do pregado atualmente por essas mentes brilhantes, avarentos, egocêntricos e cheios de si.

A ideia de vários planetas, alguns dos quais potencialmente habitados; múltiplas versões da realidade; desvinculação do tempo e espaço; da noção de inconsciente (o que inclui a freudiana); dos estudos de física subatômica (onde se encontram as forças que compõem todo o universo) passando por formas de vida alienígenas e sem considerar o ponto de vista do observador ou um grupo de observadores constituem as crenças mais básicas da doutrina da pluralidade dos mundos, que tem como representantes cientistas, pesquisadores, filósofos e intelectuais de vários campos. O fato de que uma pessoa tenha P.H.D, seja agradável e decente, e que não tenha nada a ganhar mentindo, não a torna imune a errar na interpretação de suas percepções. Ligados a esse pressuposto estão a crença na indeterminação - com a consequente imprevisibilidade dos fenômenos.

Essa é mais uma teoria reducionista que afirma de que tudo que existe é feito de um o determinado número de fenômenos e substâncias básicas que se comportam de forma regular. Estamos vivendo na era do "reducionismo científico" que tem sido usado para descrever a ideia de que todos os fenômenos podem ser reduzidos a explicações científicas. Herdado dos filósofos da Revolução Científica do século XVII, como Isaacr Newton e outros. Esse paradigma também leva à separação dos fenômenos: os físicos dos biológicos, estes dos psicológicos, dos culturais, etc., numa atitude de atomização científica. 

Seria a ciência o novo deus da nossa geração? O oráculo e dono das respostas aos questionamentos mais melindrosos da humanidade? Vejamos...

Ciência é, antes de mais nada, um conjunto de métodos lógicos e empíricos que permitem a observação sistemática de fenômenos empíricos, a fim de compreendê-los. Leva o cientista a estudar os fenômenos em laboratório, onde pode variar os fatores um de cada vez, exercendo controle sobre as outras variáveis. Assim, ele provoca a natureza para que explicite, sem ambiguidade, as leis a que está submetida, confirmando ou não suas hipóteses. Devido ao conhecimento do cosmos e aos avanços tecnológicos e da ciência estaria nossa geração vivenciando o ponto mais importante de todos os períodos históricos anteriores da humanidade?

Está mais do que claro que a racionalidade científica, como exposto, não oferece parâmetros suficientes para elucidar questões triviais quem dirá para salvar a humanidade. A 'visão científica do mundo' transformou-se num sistema de crenças. Para ela a realidade é apenas material ou física. 
Está claro que a ciência deve ser desenvolvida de forma interdisciplinar com outros conhecimentos, como por exemplo, biologia, medicina e ciências humanas. Isto se deve em grande parte à limitação do método científico. Resumindo: a ciência procura estudar o universo para conhecê-lo ou saber como funciona ao custo de toda uma geração achando que com isso tornará o nosso mundo, planeta Terra melhor. Será que conseguirá cumprir esse objetivo?


28 de janeiro de 2016

Acupuntura - Do jeito que ninguém te fala

A acupuntura é uma técnica medicinal chinesa de manipulação do chi (ch'i ou qi) para equilibrar as forças opostas do yin e yang. Supõe-se que o chi, uma suposta "energia" que permearia todas as coisas, fluiria através do corpo através de 14 caminhos principais chamados meridianos. Quando o yin e o yang estão em harmonia, o chi flui livremente pelo corpo, e a pessoa tem saúde. Quando a pessoa se sente mal, está doente ou ferida, acredita-se que haja uma obstrução do chi ao longo de um dos meridianos. A acupuntura consiste em inserir agulhas através de pontos específicos do corpo, supostamente removendo obstruções do chi prejudiciais à saúde, logo restaurando a distribuição do yin e yang. Às vezes as agulhas são giradas, aquecidas, ou mesmo estimuladas com correntes elétricas fracas, ultra-som, ou luz de certos comprimentos de onda. Mas, não importando a forma como ela seja feita, pesquisas científicas ao longo dos últimos vinte anos não conseguiram demonstrar que a acupuntura seja eficaz contra qualquer doença.

Uma das variações da acupuntura tradicional é a chamada auriculoterapia ou acupuntura auricular. É um método de diagnóstico e tratamento baseado na crença não comprovada de que a orelha seria o mapa dos órgãos do corpo. Um problema num órgão como o fígado deveria ser tratado cravando-se uma agulha num determinado ponto da orelha, que se supõe ser correspondente àquele órgão. Idéias similares, segundo as quais uma parte do corpo seria um mapa dos órgãos, são sustentadas pelos iridologistas (a íris é o mapa do corpo) e reflexologistas (o pé é o mapa do corpo). Uma variação da auriculoterapia é a grampopuntura, um método de tratamento que coloca grampos em pontos-chaves da orelha na esperança de se operar maravilhas, como ajudar as pessoas a parar de fumar. Não há nenhuma prova científica dando respaldo a qualquer dessas teorias ou práticas.

A acupuntura é usada na China há mais de 4.000 anos para aliviar dores e curar doenças. A medicina tradicional chinesa não é baseada no conhecimento da fisiologia, bioquímica, nutrição e anatomia modernas, ou qualquer dos mecanismos conhecidos de cura. Nem é baseada no conhecimento da química celular, circulação sangüínea, funções nervosas, ou na existência dos hormônios ou outras substâncias bioquímicas. Não há nenhuma correlação entre os meridianos usados na medicina tradicional chinesa e a disposição real dos órgãos e nervos no corpo humano. O National Council Against Health Fraud, Inc. (NCAHF) (agência privada, sem fins lucrativos e voluntária, com enfoque na má informação, fraude e charlatanismo na área de saúde, assim como em problemas de saúde pública) observa que, dos 46 jornais médicos publicados pela Associação Médica Chinesa, nenhum é dedicado à acupuntura ou outras práticas médicas chinesas tradicionais. Apesar disso, estima-se que algo entre 10 e 15 milhões de norte-americanos gastem aproximadamente 500 milhões de dólares por ano com acupuntura para qualquer coisa, desde aliviar dores e tratar dependência de drogas a combater a AIDS.

A acunputura, assim como a homeopatia, a medicina chinesa e outras terapias compõem, no Brasil, as Práticas Integrativas e Complementares. Em 2014, de acordo com o ministério, havia 4 mil estabelecimentos oferecendo esse tipo de serviço no país.


No Reino Unido, porém, há um movimento em direção ao banimento dessas práticas do serviço público. Apesar de o país abrigar instituições como o Real Hospital de Londres para a Medicina Integrada, no ano passado o governo federal sinalizou que até pode proibir a prescrição desses tratamentos , de acordo com uma reportagem da emissora "BBC".

A escola de medicina da UCLA possui um dos maiores cursos de treinamento em acupuntura dos Estados Unidos para médicos licenciados. O programa de 200 horas prepara cerca de 600 médicos por ano. Segundo a Academia Americana de Acupuntura Médica, aproximadamente 4.000 médicos nos EUA possuem treinamento em acupuntura. *
A despeito da falta de respaldo científico, a acupuntura é usada no tratamento da depressão, alergia, asma, artrite, problemas de bexiga e rins, constipação, diarréia, resfriado, gripe, bronquite, vertigem, tabagismo, fadiga, distúrbios ginecológicos, dores de cabeça, enxaquecas, paralisia, pressão alta, TPM, ciática, disfunção sexual, stress, derrame, tendinite e problemas de visão. Assim, parece que, enquanto a China está avançando no tratamento científico da doença, muitos nos EUA e outras partes do mundo estão retrocedendo, procurando respostas metafísicas para seus problemas físicos.

Em março de 1996, o Federal Drug Administration (FDA) classificou as agulhas de acupuntura como instrumentos médicos para uso geral por profissionais treinados. Até então, as agulhas de acupuntura eram classificadas como instrumentos médicos Classe III, o que significa que sua segurança e utilidade eram tão incertas que podiam ser usadas apenas em projetos aprovados de pesquisa. Devido ao seu status "experimental", muitas companhias de seguros, assim como o Medicare e o Medicaid, tinham se recusado a cobrir a acupuntura. Essa nova designação significou a maior prática da acupuntura, assim como maior número de pesquisas sendo feitas usando agulhas. Também significou que as companhias de seguros podem não conseguir evitar ter de cobrir tratamentos inúteis ou altamente questionáveis por acupuntura para os mais variados males. Apesar disso, Wayne B. Jonas, diretor do Escritório de Medicina Alternativa do Instituto Nacional de Saúde, em Bethesda, MD, afirmou que a reclassificação das agulhas de acupuntura é "uma decisão muito sábia e lógica". O Escritório de Medicina Alternativa é bastante favorável (ou seja, disposto a gastar boas somas do dinheiro dos contribuintes) a novos estudos sobre a eficácia da acupuntura. No entanto, devido à natureza da mesma, o que vai ser testado nos EUA e outros países ocidentais não é a acupuntura, mas sim algo bem mais limitado. Estaremos testando a eficácia de se espetar agulhas em músculos. Se essa ação abaixar a pressão sangüínea, por exemplo, isso não será uma validação da acupuntura porque a acupuntura tradicional chinesa não é uma teoria científica, e sim metafísica, e teorias metafísicas não podem ser testadas empiricamente. De que forma uma agulha física afeta uma entidade metafísica como o chi provavelmente não vai ser um problema enfocado pelos que estiverem testando a acupuntura. Naturalmente, o lado positivo disso é que a acupuntura tradicional também não pode ser refutada. Temos uma perfeita harmonia entre a prova e a refutação: ambas são impossíveis.

Talvez a defesa mais freqüentemente oferecida pelos defensores da acupuntura, tanto no ocidente como no oriente, é a defesa pragmática: a acupuntura funciona! O que isso realmente quer dizer? Certamente não significa que cravar agulhas no corpo de alguém desbloqueie o chi. No máximo, significa que ela alivie alguma condição médica dolorosa. O NCAHF emitiu um parecer no qual afirma que "Pesquisas nos últimos vinte anos não conseguiram demonstrar que a acupuntura seja eficaz contra qualquer doença" e que "os efeitos percebidos da acupuntura se devem provavelmente a uma combinação de expectativa, sugestão, contra-irritação, reflexos condicionados e outros mecanismos psicológicos..." Em resumo, a maior parte dos efeitos benéficos percebidos na acupuntura se devem, provavelmente, ao poder da sugestão e ao efeito placebo.

A área em que os defensores da acupuntura mais comumente alegam sucesso é o controle da dor. Estudos mostraram que muitos pontos da acupuntura são mais ricos em terminações nervosas que as áreas da pele ao redor. Há algumas pesquisas que indicam que a introdução de agulhas em certos pontos afeta o sistema nervoso e estimula a produção pelo corpo de substâncias químicas analgésicas, como as endorfinas e encefalinas, e disparam a liberação de certos hormônios neurais, inclusive a serotonina. Outra teoria sugere que a acupuntura bloqueie a transmissão de impulsos dolorosos de partes do corpo ao sistema nervoso central. Essas teorias a respeito de estimulação química e bloqueio de sinais nervosos são empiricamente testáveis. São expressas nos termos da visão científica ocidental do sistema anatômico e neurológico do corpo. Mesmo assim, entretanto, a maioria das provas da eficácia da acupuntura são idênticas às da maioria das que temos para qualquer prática de saúde dita "alternativa": são puramente depoimentos. Infelizmente, para cada relato de alguém cuja dor foi aliviada pela acupuntura, há outro relato de alguém cuja dor não foi. Para algumas, o alívio é real, mas de curta duração. O tratamento é semelhante à anestesia. O paciente tem que ser auxiliado para caminhar depois, levado para casa, sente-se bem por algum tempo, então a dor retorna em um dia ou dois. Tudo o que sabemos com certeza no momento é que introduzir agulhas em pessoas em vários pontos tradicionais da acupuntura muitas vezes parece ser eficaz no alívio da dor. No entanto, a maioria dos pesquisadores da dor concordam que em 30% a 50% dos indivíduos a dor melhora por sugestão ou efeito placebo, não importando qual seja o tratamento.

Há outras dificuldades que qualquer estudo da dor encontra. Não só a medição da dor é inteiramente subjetiva como os acupunturistas avaliam o sucesso do tratamento de forma quase que inteiramente subjetiva, confiando em suas próprias observações e relatos de pacientes, ao invés de em testes objetivos de laboratório. Além disso, muitos indivíduos que confiam totalmente na acupuntura (ou toque terapêutico, reiki, iridologia, meditação, suplementos minerais, etc.) freqüentemente fazem várias mudanças em suas vidas de uma só vez, tornando assim difícil isolar os fatores causais significativos num estudo controlado.

Se estudos controlados demonstrarem que espetar agulhas em pessoas realmente ajuda mesmo os viciados em drogas ou cura a AIDS, será que os acupunturistas poderão cantar vitória? Será que dirão que o chi flui pelos mesmos caminhos que o sangue e os impulsos nervosos, que existe um universo paralelo ao físico, um tipo de harmonia pré estabelecida entre chi/yin/yang e o corpo físico? Teoricamente, o que quer que seja demonstrado com relação à liberação de endorfinas, por exemplo, pode ser também atribuído ao chi, a despeito da inutilidade e do caráter supérfluo dessa teoria. Mas, e se for constatado que espetar agulhas nas pessoas não reduz a pressão alta ou cura a bronquite? Isso será considerado prova de que o chi é uma quimera?

Alguns dos estudos da acupuntura apoiados pelo Escritório de Medicina Alternativa dos Institutos Nacionais de Saúde tentam imitar os estudos tradicionais com grupos de controle, mas nenhum estudo controlado pode testar a presença do chi, yin, yang, ou qualquer outra entidade metafísica. Foram tentados alguns estudos em que pacientes eram aleatoriamente divididos entre os que iriam receber tratamento com acupuntura e os que receberiam "acupuntura simulada". Esse último tratamento consistia na inserção de agulhas de acupuntura em pontos "errados" (ou seja, nenhum dos 500 pontos tradicionais). Parece muito ingênuo comparar pessoas espetadas com uma agulha num ponto "certo" contra um ponto "errado", a não ser que já se saiba que espetar as pessoas possa ajudar a aliviar a dor e que só se esteja tentando encontrar o lugar correto para espetá-las. Os pontos falsos foram considerados análogos a um tratamento placebo, mas será que são mesmo? Se resultados melhores forem atingidos espetando-se os pontos tradicionais, isso confirma a acupuntura tradicional? Claro que não. O que um resultado como esse mostra é que após 4.000 anos os chineses descobriram os melhores lugares a serem cravados para se aliviar a dor, etc. Mas nenhum estudo como esses revelará se o chi foi desbloqueado, ou se o yin e yang estão em desarmonia. Estudos de controle usando medições objetivas de sucesso no tratamento podem determinar, no entanto, quanto do sucesso da acupuntura se deve a nada mais que a avaliação subjetiva pelas partes interessadas. Esses estudos poderiam também determinar se qualquer efeito da acupuntura é de curto ou longo prazo.

Para concluir, será que se está fazendo algum mal às pessoas que se submetem à acupuntura? Bem, além daquelas que não estão sendo tratadas de doenças e lesões que a medicina moderna poderia tratar eficazmente, há alguns outros riscos. Têm havido relatos de perfurações de pulmão ou bexiga, agulhas quebradas, e reações alérgicas a agulhas contendo substâncias outras que não o aço cirúrgico. A acupuntura pode ser prejudicial ao feto no início da gestação, já que pode estimular a produção do hormônio adrenocorticotrópico (ACTH) e da oxitocina que afeta o parto. E, é claro, há sempre a possibilidade da infecção por agulhas não esterilizadas. 

Recomendo a leitura do artigo do pesquisador Paul Glasziou, professor de evidências médicas da Universidade Bond, na Austrália, publicado pelo periódico "British Medical Journal" acessível: http://oglobo.globo.com/sociedade/saude/homeopatia-nao-mais-eficaz-do-que-placebo-diz-especialista-18725656

11 de novembro de 2015

Micro gerenciamento: como se livrar da obsessão pelo controle excessivo

O micro gerenciamento é uma das práticas gerenciais mais causadoras de desmotivação e estresse e inibidora da criatividade dos trabalhadores. O micro gerenciamento é um estilo de gestão em que o gerente exerce um controle excessivo sobre o trabalho de sua equipe, envolvendo-se demasiadamente com os detalhes de cada tarefa. É claro que o gerente tem a responsabilidade de monitorar o progresso do trabalho, controlar a qualidade, avaliar o desempenho, tomar decisões, dar instruções e fornecer conselhos e orientação. O problema ocorre quando ele ignora as qualificações de sua equipe e se intromete desnecessariamente nos detalhes do trabalho de cada colaborador de forma continuada e obsessiva.

No micro gerenciamento, o gerente prescreve não só o que seus subordinados devem fazer, mas como fazer; ele delega responsabilidade mas não a autoridade, mesmo nas tarefas e decisões mais simples e rotineiras. Normalmente, esta falsa delegação vem acompanhada da exigência de relatórios detalhados e desnecessários. O foco nos resultados é desviado para trivialidades, que só geram ressentimentos e desconfiança e atrapalham a criatividade e a produtividade da equipe. Ter o controle se torna mais importante do que realizar os objetivos e obter resultados. Qualquer ideia inovadora é vista como uma ameaça ao seu status de chefe.

As causas do micro gerenciamento

A prática do micro gerenciamento pode ter várias causas:

Pessoais, como a obsessão pelos detalhes, a insegurança e a dificuldade para lidar com ambiguidades, incertezas e conflitos.
Organizacionais, como a cultura controladora e burocrática, instabilidade no cargo, pressões de tempo e políticas confusas.

Sejam quais forem as causas, o micro gerenciamento acarreta sérios danos ao gerente e aos seus subordinados. O gerente é prejudicado na sua ascensão dentro da organização, pois passa a ser visto como uma pessoa esforçada, mas limitada e sem visão estratégica. Formas severas de micro gerenciamento criam medo dentro da equipe e minam a auto-estima e a criatividade. Torna-se extremamente difícil para a equipe desenvolver suas habilidades, aprender e crescer. O trabalho se torna uma fonte de estresse permanente.

O micro gerenciamento tem cura

O controle excessivo é usualmente feito por chefes que não sabem como gerenciar e que não acreditam que sua equipe seja capaz de realizar as tarefas designadas para ela. Nem sempre é fácil sair desta armadilha de uma hora para outra. Eis aqui um plano para ajudar o micro-gerenciador a mudar seu estilo gerencial de forma progressiva, um passo de cada vez:

1.Conheça sua equipe: no que eles são bons e podem dar conta do trabalho sozinhos, e onde eles realmente precisam de orientação para realizar bem suas tarefas.

2.Defina claramente os resultados desejados e os critérios para avaliação de desempenho.

3.Divida o projeto ou tarefa em etapas e defina os pontos de monitoramento e avaliação dos progressos. Não exagere, deixe espaço para que trabalhem sem interferências desnecessárias.

4.Pergunte onde eles se sentem inseguros e que tipo de ajuda e orientação esperam de você. Não vá além do que necessitam.

5.Ao atingir cada ponto de monitoramento, reúna a equipe e faça a avaliação do desempenho, identificando os acertos e as falhas que precisam ser corrigidas.

6. Não deixe de reconhecer e elogiar seus progressos.

7. Apóie e oriente a equipe na superação de suas deficiências.

8. À medida que for crescendo a confiança na equipe, vá espaçando as etapas e distanciando os pontos de monitoramento. Concentre-se nos pontos realmente críticos.

Com este plano, você se livra do vício do micro gerenciamento em pequenos passos, sem deixá-lo estressado e temeroso de fracassos. Lembre-se sempre que sua equipe fará exatamente aquilo que você acredita que ela seja capaz de fazer. Está em suas mãos torná-la uma equipe desmotivada e medíocre, ou engajada, feliz e altamente produtiva e criativa. Sobretudo, mostre que você é um líder com habilidades de motivar as pessoas e desenvolver suas competências e capaz de enfrentar desafios maiores.

Fonte: http://criatividadeaplicada.com/2010/03/28/micro-gerenciamento-como-se-livrar-da-obsessao-pelo-controle-excessivo/

17 de maio de 2015

O universo é mais importante do que as coisas da Terra?

Existe uma crença amplamente difundida, embora errônea, de que a astrologia trará respostas aos nossos principais problemas. Muitas pessoas dão mais valor para as superstições e adivinhações astrológicas do que às verdades terrenas, por exemplo. O fato do Univerno e o Cosmos ser um assunto incrível não deveria ser motivo para se descartar as verdades terrenas por mais simplista que seja. 

Se quer saber quem controla sua vida, não olhe para Marte ou Vênus; Em vez disso, olhe para seu semelhante e para as armas de destruição em massa, pois o perigo está mais próximo do que se possa parecer. Embora seja verdadeiro que o ceticismo em relação ao testemunho de uma pessoa seja justificado se ela tiver algo a ganhar (como fama e fortuna), não é igualmente verdadeiro que se deva confiar em qualquer testemunho dado por alguém que não tenha nada a ganhar com isso, como afirmam os cientistas.
O argumento falacioso da popularidade e tradição: bilhões de pessoas no mundo acreditam na cosmologia, astrologia, astronomia, nos métodos científicos e eles tem sobrevivido por milhares de anos. Essas afirmações são verdadeiras, mas irrelevantes como prova da "veracidade" da cosmologia, astrologia e seus efeitos práticos para uma sociedade com inúmeros e urgentes problemas.
A astrologia, em sua forma tradicional, é um método de adivinhação baseado na teoria de que as posições e movimentos dos corpos celestes (estrelas, planetas, sol e lua), no momento do nascimento, influenciam profundamente a vida da pessoa. Na sua forma psicológica, a astrologia é um tipo de terapia da Nova Era, usada para a auto-compreensão e a análise da personalidade. (Para saber mais pesquise sobre astroterapia para uma compreensão da astrologia psicológica.)
Confesso que é difícil enumerar pelo menos cinco contribuições à sociedade da astrologia que tenha sido relevante na compreensão de nós mesmos ou de nosso lugar no cosmo? Seus defensores modernos não são capazes de explicar qual o fundamento das associações astrológicas com as questões terrenas, não têm qualquer explicação plausível para suas
alegações e não contribuíram com nenhum conhecimento de valor para qualquer campo das ciências sociais. Além disso, a astrologia não tem os recursos teóricos/conceituais para resolver adequadamente seus próprios problemas internos ou anomalias externas, ou para se decidir entre alegações ou sistemas astrológicos conflitantes." --I.W. Kelly, Modern Astrology: A critique, p. 931. Daí vem o intrigado questionamento conhecido pelo "Paradoxo de Fermin".
Por que o planeta Terra, muito mais próximo de nós no nascimento, não seria considerado uma influência importante no que somos e no que nos tornamos? É muito mais provável que a Terra, e as pessoas e coisas com as quais se tem contato direto, sejam fatores de influência mais importantes nas nossas vidas que distantes corpos celestes. A única coisa necessária para uma viagem como essa que não seria difícil de se obter seriam pessoas dispostas a viajar.
Não seria difícil encontrar muitas pessoas que acreditam que poderiam ser adormecidas por umas poucas centenas ou milhares de anos e despertadas para procurar por vida em algum planeta estranho. Elas parecem até acreditar que poderiam então coletar informações para trazer de volta à Terra, onde desfilariam em carro aberto pelas ruas do que quer que tenha restado de Nova York.
Para concliur, condições na linha tempo e espaço são menos importantes que as presentes para que se compreendam efeitos atuais sobre as pessoas.

11 de fevereiro de 2015

A importância do Carbono em nossa vidas

Conhecido pelo homem pré-histórico sob as formas de carvão vegetal e negro-de-fumo (material empregado em pinturas de cavernas), o carbono se apresenta também em dois estados elementares cristalinos: como diamante, sua forma mais preciosa, e como grafita, empregada desde a antiguidade na fabricação de lápis. A maior importância do carbono, no entanto, vem do fato de toda matéria viva (substâncias orgânicas) ser formada de combinações desse elemento.

A técnica do carbono-14 foi descoberta nos anos quarenta por Willard Libby. Ele percebeu que a quantidade de carbono-14 dos tecidos orgânicos mortos diminui a um ritmo constante com o passar do tempo. Assim, a medição dos valores de carbono-14 em um objeto fóssil nos dá pistas muito exata sdos anos decorridos desde sua morte. Esta técnica é aplicável à madeira, carbono, sedimentos orgânicos, ossos, conchas marinhas - ou seja todo material que conteve carbono em alguma de suas formas. Como o exame se baseia na determinação de idade através da quantidade de carbono-14 e que esta diminui com o passar do tempo, ele só pode ser usado para datar amostras que tenham entre 50 mil e 70 mil anos de idade.

Carbono 14 é o isótopo radioativo do carbono, produzido na atmosfera pela ação da radiação cósmica sobre o nitrogênio. Esse carbono é transformado posteriormente em dióxido de carbono, e é nessa forma que é absorvido pelos seres vivos. (mais especificamente pelos vegetais). E assim, com a cadeia alimentar o teor de carbono 14 dos organismos vivos permanece sempre constante, só começa a diminuir quando estes morrem. Então a porcetagem máxima que se pode conseguir de carbono 14 é medida nos organismos ainda vivos.

Libby, que era químico, utilizou em 1947 um contador Geiger para medir a radioatividade do C-14 existente em vários objetos. Libby usou objetos de idade conhecida (respaldada por documentos históricos), e comparou esta com os resultados de sua radiodatação. Os diferentes testes realizados demonstraram a viabilidade do método até cerca de 70 mil anos.

Meia-vida é o período de tempo que metade dos isótopos radioativos de uma substância demoram para se tornarem isótopos não radioativos. Cada composto tem um período diferente. No caso, o tempo para metade dos carbono 14 voltarem a ser nitrogênio 14 é de 5730 anos.

Como tá meio confuso um exemplo:
Se um artefato de madeira tem 25% do teor de carbono 14 de uma árvore viva, então passaram-se 2 meias-vidas
Início--->100%
1ªmeia vida --->50%
2ª meia-vida --->25% (é sempre dividido por 2)
ou seja 2 vezes 5730 anos
então a peça tem aproximadamente 11.460 anos.

5 de fevereiro de 2015

Série "A bíblia tinha razão" parte 1

A arqueologia bíblica é um ramo da arqueologia especializado em estudos dos restos materiais relacionados diretamente com os relatos bíblicos e com a história da humanidade, sendo considerada uma ciência em toda a sua dimensão metodológica. 

No estudo sistemático das relações entre as descobertas históricas e a Bíblia constataremos fatos impressionantes que confirmam a veracidade  da bíblia ao descrecer e comprovar os acontecimentos do passado. Desde o Herodium onde se localiza a Tumba de Herodes, ao fragmento da estela de Merenptah: mencionando Israel passando pelas cavernas de Qumrán onde encontraram o sítio arqueológico bíblico mais importante de todos os tempos, no vale do Mar Morto até o estandarte de Ur: Descoberto por Leonard Woolley nos anos 1920, que encontra-se atualmente no Museu Britânico de Londres. Confira nesse vídeo uma breve introdução do assunto ...


Aproveite e leia outro post sobre Comprovação de fatos históricos que marcaram o mundo


1 de fevereiro de 2015

Relação entre o Espírito e a matéria - deturpação da Física Quântica

Vamos falar sobre o nebuloso terreno da metafísica quântica que de uma forma sorrateira seus conceitos ratificam a crença do Panteísmo, ou seja, a crença amplamente difundida de que Deus está em todas as coisas. Quero deixar bem claro logo de início que tentar explicar a existência de todo o universo e da vida, ou ainda, respostas para problema com o qual todos se defrontam: o sentido da vida e da morte recorrendo a metafísica aos argumentos da física quântica é por si só tão limitado quanto esta ciência o é.

Um aspecto fundamental que a Física Quântica introduziu foi a derrubada do determinismo e da causalidade. Isto é, dadas as mesmas condições e circunstâncias, um evento pode acarretar variáveis consequências, das quais só se conhece a probabilidade de ocorrência, mas nada determina, em cada caso, o que se dará e que é perfeitamente possível que um evento não seja efeito de causa nenhuma, isto é, que ocorra de modo fortuito e incausado. Defendem que o homem e universo fora originado e é regido pelo acaso, dentre outros argumentos que veremos.

Rejeição da matéria tangível, concreta, sólida. Metarrealismo, ou melhor, guerra do invisível (espírito) sob a matéria por demais visível todas elas são características exaustivamente abordadas por essa corrente de pensamento. Centram-se na matéria-prima bruta do Universo e no comportamento da natureza em seu nível mais profundo o das partículas subatômicas, da radiação e dos campos. De fato a realidade física é substancialmente composta de três tipos de coisa: campo, matéria e radiação, sendo as últimas quantizações da primeira – energia, porém, diferentemente do que se pensa, não é um componente substancial do Universo, mas sim um “atributo” de seus componentes, como também carga, spin etc).

De um lado os cientistas, me refiro àqueles físicos quânticos teóricos do mundo, aqueles que pensam o mundo real que vivemos sempre embasados na parte científica. Vivem questionando a realidade e pregam constantemente que não existem certezas e idéias absolutas, para eles tudo é relativo tentando constantemente afirmar que o mundo que enxergamos, tocamos, respiramos e sentimos trata-se de um devaneio dos nossos cinco sentidos. Na minha concepção isto seria uma espécie de ateísmo virtual, por exemplo. Se baseiam que o espaço e o tempo são ilusões, que a realidade fundamental não é cognoscível, salientam que a realidade não é causal, nem local: nela, espaço e tempo são abstrações, puras ilusões.

Adeptos dessa corrente afirmam que existe um universo paralelo ao físico e vivem procurando respostas metafísicas para seus problemas físicos. Não é uma teoria científica, e sim metafísica, e teorias metafísicas não podem ser testadas empiricamente. A partir do ano de 1900 o cientista Max Planc estudava a radiação térmica emitida pelos corpos ao serem  aquecidos. Mais tarde com a teoria quântica os "religiosos cientistas" sugerem uma nova forma de compreender o mundo real deixando de praticar ciência e partindo para a filosofia. Conclui-se que existimos através de "alguma coisa" cuja natureza e espantosas propriedades temos bastante dificuldade de apreender, mas que se aproxima mais do espírito que da matéria tradicional.

Fica claro que as conseqüências dessas grandes mudanças conceituais induzidas pela teoria quântica além de retardar o conhecimento de Deus, tratam-se de mentiras contadas por sábios de mundo moderno. Deus é o movimento que impulsiona todas as coisas (o primum mobile immotum), é Ele que faz a natureza e o universo se mover; Ele é a causa de tudo o que acontece, a forma a ser buscada, o ímã que atrai, a luz dentro da cor, a soma de toda a vida."Tende cuidado, para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo."


Continua....

28 de dezembro de 2014

Entenda porquê as ditaduras mundiais precisam cair...

Conheça um pouco a República Democrática Popular da Coreia.

Um fato notável que emerge de um estudo histórico da Coreia é que os governos duradouros e estáveis dominavam o povo coreano. A Coreia do Norte é um país isolado.
Colonizada pelos japoneses entre 1910, quando anexaram o país, e o fim da Segunda Guerra Mundial, a Coreia experimentou a “modernidade” e formas extremas de brutalidade e repressão. A riqueza mineral foi usada para respaldar o militarismo japonês; os trabalhadores locais recebiam salários de fome; dezenas de milhares de mulheres eram tratadas como prostitutas pelos invasores, mas não recebiam pagamento. 

Os japoneses almejavam a integração completa: a língua coreana era proibida nas escolas, os jornais em língua coreana foram extintos e as pessoas tinham de usar nomes japoneses. A agricultura atendia às necessidades do Império – milhares de lavradores foram expulsos de suas terras e a maior parte do arroz e do trigo produzidos era enviada ao Japão –, acarretando a fome em massa. Um procônsul japonês admitiu que, toda primavera, metade dos lavradores coreanos sobrevivia à custa de capim e casca de árvore. Os 2 milhões de coreanos transportados para o Japão como trabalhadores escravos de certo modo tiveram sorte: tinham o que comer.

Surpreendentemente, tudo isso levou os coreanos a desenvolver fortes sentimentos nacionalistas, embora o medo limitasse o número dos que ingressavam nos grupos clandestinos.Comunistas nativos eram atuantes nesses grupos: trabalhavam lado a lado com os nacionalistas e eram amplamente reconhecidos como figuras heroicas. Durante a Segunda Guerra Mundial, um movimento de resistência aos poucos tomou forma, com mais força no sul. Seus membros – estudantes, intelectuais e camponeses – enfrentaram as punições de costume em países ocupados: tortura, estupro, matanças em massa e enterros em sepulturas anônimas.

A derrota do Japão em 1945 foi saudada com júbilo e surgiram comitês populares em diversas cidades. Poucos acreditavam que a separação seria permanente. O povo coreano sofreu horrores e é difícil imaginar os atos de vingança e de ódio que o povo irá praticar se sobreviver à conquista de Seul por seus “libertadores”.

28 de outubro de 2014

Aviso para os cristãos - ‘Tsunami de teologia gay’ é iminente

"Todos os ativistas gays mais aguerridos e os seus enormes recursos estão todos direcionados para a igreja"
"Uma perigosa heresia moderna chamada de ‘teologia gay’ está se infiltrando na igreja cristã em um ritmo alarmante" segundo Scott Lively, presidente da Abiding Truth Ministries. Lively disse que com pessoas de dentro da igreja na ofensiva, como Vicky Beeching, uma artista de origem britânica que se tornou popular entre os evangélicos nos EUA ao declarar que é lésbica, está na vanguarda de uma tsunami de promotores da agenda gay que estão infiltrando as igrejas e ele espera que "os ataques contra os cristãos nos EUA serão tão grandes como nunca vimos antes.

Ele explicou que, depois dos conflitos de Stonewall em 1969, os ativistas homossexuais se uniram para se oporem a qualquer instituição americana que não aceitasse e promovesse totalmente o comportamento homossexual.

A primeira vitória foi sobre a Associação Americana de Psiquiatria e, após 40 anos, todos os outros grupos (polícia,quartéis, etc..) tinham sido conquistados, disse ele. Os escoteiros foram os últimos a cair, há apenas um ano. Agora, a única organização que sobrou é a igreja, disse ele. Lively nota que um dos fundadores da agenda gay, Herbert Marcuse, expressou o desejo de ver a "desintegração da família monogâmica e patriarcal." "Uma última barreira para a hegemonia cultural ‘gay’ permanece: a igreja cristã", disse Lively.

"Todos os ativistas gays mais aguerridos e os seus enormes recursos estão todos direcionados para a igreja", disse ele. O problema é que os líderes cristãos não estão se preparando para uma luta como essa, disse Lively, e realmente não sabem do que o movimento é capaz. Lively, entretanto, disse que Beeching representa "a volta da maré antes de um tsunami" e um indicador de "de as coisas ainda vão piorar muito". Ele publicou um folheto para os pastores que explica o que a Bíblia diz sobre a homossexualidade.

"Muitos crentes, com medo de serem chamados de ‘inimigos’ estão banalizando a ameaça, chamando a homossexualidade de ‘apenas mais um pecado’", diz ele."Mas, do Gênesis ao Apocalipse, a Bíblia ensina que a homossexualidade NÃO É ‘ apenas mais um  ecado’. É um símbolo de rebelião extrema contra Deus e é um presságio da Sua ira".

Lively está familiarizado com os ataques contra os cristãos. Ele foi processado por ativistas em Uganda, que o acusaram sob o Alien Tort Statute (Estatuto de Lei Estrangeira) de incitar perseguição aos homossexuais.

O caso é importante porque uma decisão contra ele significaria que uma agenda internacional baseada em padrões anti-bíblicos poderia triunfar sobre a liberdade de expressão e de religião da Constituição dos Estados Unidos. O grupo SMUG chama o discurso contra o comportamento homossexual, feito por Lively, de "crime contra a humanidade" em violação da "lei internacional". Os autores alegam que o Alien Tort Statute (Estatuto de Lei Estrangeira) nos Estados Unidos permite-lhes fazer a acusação em um tribunal dos EUA.




Traduzido por Dionei Vieira do artigo do WND: Churches warned: “Tidal wave of gay theology” looming.

Adaptado do site: www.juliosevero.com

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9 de outubro de 2014

O poder da palavra!

Nos dias atuais é curioso, para não dizer, um absurdo duas ou mais pessoas firmarem acordos baseado apenas na palavra. Há quem diga que isso é coisa do passado e que as relações se davam dessa forma pela inexistência/insuficiência de algo simplório o "papel" e a "tinta".

Há necessidade de tanto e-mail circulando nas empresas para nos "resguardar", tanto papel, recibo, comprovante?

O fato é que uma vez pronunciada, a palavra passava a possuir status de LEI sendo irrevogável, irretratável e passivo de punição exemplar se descumprida fosse. Engraçado que acordos sempre vão continuar existindo ao longo da história da humanidade, assim como fora no passado, porém, o muda é a forma, pelo menos deveria ser.

O valor da palavra vem cada geração perdendo o seu significado, legado a segundo plano. O cuidado ao fazer promessas e firmar pequenos compromissos no dia a dia estão definitivamente perdendo o valor. Por muitas vezes nos foge a percepção de que esse mundo de papel e sistemas apenas guardam, armanezam e processam o mais puro sentimento da sociedade. Compromissos, igualdade, liberdade, direitos e deveres, justiça, lealdade, cumplicidade são valores intransferíveis.

É tão vulgarizado o valor da palavra que para muitos o fato de assinar digitalmente um documento ou uma rubrica num papel se estivessémos dividindo a responsabilidade em pequenas parcelas, procrastinando, delegando. Faça uma autoanálise e perceba como temos coragem em assinar um papel com várias cláusulas, no entanto, às vezes pensamos dez vezes em nos comprometer com as palavras.

Será que não existem homens e mulheres com capacidade e que habitualmente honram com as suas palavras? Nossos governantes, retrato da melhor estirpe da nossa sociedade, cumprem o que falam? Nós fazemos ou faríamos diferente?

Fica claro que a culpa não é da informatização, essa consciência coletiva de darmos mais importância aos que falamosf faria minorar consideravelmente os males decorrente de um problema maior do caráter e personalidade humana. Reestabelecendo o PODER DA PALAVRA.

Algumas verdades sobre a metodologia Ágil no desenvolvimento de software

Nenhuma metodologia do mundo jamais vai mudar a personalidade de uma pessoa, pelo menos não em tão pouco tempo. Pense assim: a mãe dele não conseguiu fazer o cara não ser preguiçoso e enrolador, você não vai conseguir, e nem é essa sua função. O problema é o processo: o gerenciamento de projeto em si. 

A implementação de quaisquer práticas, processos e métodos exige uma boa equipe, tanto programadores quanto gerentes e tudo mais. exige pessoas comprometidas com sua prática, sejam juniores ou sejam sêniores. E, aliás, os que muitos hoje consideram como "sêniores" ou "ninjas" são quase todos bem pouco comprometidos e meramente arrogantes. Novamente, mais verbal do que ação. Programação é uma profissão de prática. Não há como transformar um programador ruim num bom meramente adicionando métodos, da mesma forma que fazer um jogador de futebol novato assistir um treinamento de 2 dias nunca vai transformá-lo num fazedor-de-gols. Somente a prática, árdua, ininterrupta, consistente, de pequenas melhorias contínuas e constantes, vai - talvez! - levá-lo a ser um goleador.

Este ponto é crucial: muita gente que tentar implementar "Ágil" na esperança de transformar uma equipe ruim, ou uma empresa ruim, em algo melhor. Isso não vai acontecer. No começo vai parecer que "melhorou" ou, pelo menos, que alguma coisa "mudou". Mas é óbvio, você está implementando algumas práticas meramente "diferentes", claro que por algum tempo alguma coisa vai mudar.

Só que ninguém quer fazer isso. Se o problema for o gerente, que consultoria vai conseguir remover esse gerente de seu cargo - a menos que o dono acima dele esteja comprometido em cortar na própria carne? Se o problema é o programador mal caráter que todo mundo gosta (o tipo mais perigoso: o que sabe se articular e criar zonas de influência, entre pares e superiores), como mandar esse cara embora?

Se o método for bem aplicado ele imediatamente vai demonstrar e expor os problemas, e se o problema não for a prática e sim o comportamento (que é a grande maioria dos casos), é necessário resolver imediatamente.

Signatário do Manifesto Ágil, "Dave Thomas", declarou a morte de "Ágil" como conhecemos hoje.

Fonte: http://www.akitaonrails.com/2014/09/28/off-topic-agile-a-verdade-por-tras-do-metodo

21 de abril de 2014

Você sofre da "Síndrome de Peter Pan"?

Publicado há cerca de três décadas, o livro "Síndrome de Peter Pan" mostrava um novo padrão de comportamento social para a época. Seu autor, dr. Dan Kiley, simplificou algumas ideias de Jung, usava o personagem de ficção como parâmetro de um grupo cada vez maior de adultos que não abriam mão de seus privilégios adolescentes.

Peter Pan, para quem não leu o livro nem se lembra da versão da Disney, é um menino que se recusa a crescer. Dotado de poderes mágicos e de uma fadinha de estimação, vivia com "garotos perdidos" na Terra do Nunca, um eterno playground.

A tal síndrome descrita pelo dr. Kiley não era exatamente uma doença, mas um desvio de comportamento de quem cresceu em ambiente de superproteção e que, confrontado com a dura realidade das escolhas cotidianas, preferia se refugiar em ambiente conhecido. Como a criança que ao fechar os olhos se julga invisível, esses adultos entravam em uma espécie de negação primitiva, criando uma bolha em torno de si.

Entre as características dos "Peter Pans" estariam relutância em assumir responsabilidades, cuidado excessivo com a aparência, envolvimento compulsivo em atividades lúdicas e baixa autoconfiança.

Morto há dez anos, Dr. Kiley não viveu o suficiente para ver a condição que definiu transformada em pandemia. Seria interessante ouvir sua opinião em meio a tantas teorias rasas propostas por analistas de tendências, publicitários e antropólogos de aluguel em geral.

Quaisquer que sejam as origens de tanta imaturidade --popular nas piadas machistas dos programas de "humor", no egoísmo de empresários e políticos, no narcisismo de atores e web-celebridades, na futilidade das redes sociais e na alienação geral de praticamente todo mundo--, um fator é inegável: a natureza das mídias digitais, se não causa, certamente estimula esse tipo de comportamento.

"Selfies", check-ins, "badges", Tinder, buscas pelo próprio nome e competições por "curtidas", amigos e seguidores não teriam nada de errado se fossem produtos de nicho, encarregados de manifestar uma fase de exceção marcada pela insegurança. Quando se transformam em regra é natural que demandem análise dos meios por que circulam.

Boa parte das tecnologias de consumo tem a cara de seus donos, a maioria homem, jovem e rico, se beneficiando de uma cultura que fetichiza a juventude. Há pouquíssimos apps para os menos favorecidos e, incrivelmente, para qualquer mulher que não esteja obcecada por sexo, compras, decoração ou moda.

Boas ideias, mesmo quando surgem, acabam rechaçadas por uma panelinha de investidores que considera mulheres (50% do planeta) e pobres (99%) mercados de nicho.

O resultado dessa triste miopia se reflete no estímulo a um comportamento machista, ingênuo e misógino da "cultura geek". Pessoas levemente deprimidas, insatisfeitas e misantropas, que fazem da tecnologia o tema central de suas vidas e buscam sempre a última novidade podem ser bons consumidores, mas não são seres humanos exemplares.

A tecnologia, que sob tantos aspectos é um dos setores mais avançados da sociedade, guarda em si uma infantilidade patológica. Enquanto não nos livrarmos dela, o futuro não será tão bonito como prometem romances adolescentes.

Luli Radfahrer

O homem de 2003

O Homem de 2003 acorda ao som do seu celular tocando o Nokia Tune. O homem de 2003 abre a sua agenda (ele ainda usa agenda) e descobre que tem uma reunião no centro da cidade dali a uma hora. "Uma hora é tempo de sobra para chegar no centro", ele pensa, "ainda dá pra tomar um cafezinho" --coitado.

O homem de 2003 sai de casa com R$ 5 na carteira: ele acha que a passagem custa R$ 1,50. Ao entrar no ônibus, percebe que além de custar R$ 3, agora tem uma televisão em que passam dicas astrológicas. O trânsito está parado e o homem de 2003 já leu 11 vezes o seu horóscopo. O homem de 2003 chega na reunião com uma hora e meia de atraso. As pessoas não parecem se incomodar --essa é a vida em 2014. Os colegas riem quando ele põe trema. Tadinho do homem de 2003. Ele é do tempo do trema!

O homem de 2003 vai à padaria e pede um cafezinho. O caixa de 2014 estende a máquina do cartão: débito ou crédito? O homem de 2003 não sabe o que responder. Não faziam essa pergunta em 2003. O homem de 2003 estende uma moeda de 50 centavos. O caixa explica: "Custa R$ 7". "O cafezinho?" "É Nespresso", ela responde. "É o quê?".

O homem de 2003 desiste. "Chegando em casa eu passo um café (o homem de 2003 ainda fala "passar um café")." O homem de 2003 liga para os amigos, mas eles não atendem. As pessoas não atendem mais o telefone em 2014. Ele joga no Yahoo perguntas: "Como falar com amigos em 2014?" e descobre que ele tem que baixar um Whatsapp. Mas não sabe como fazer isso no seu Nokia 1100.

O homem de 2003 vai ao pior bar da cidade. Quem sabe assim encontra seus melhores amigos. Felizmente, certas coisas não mudam: seus melhores amigos continuam frequentando o pior bar da cidade. A diferença é que cada um está mergulhado na tela do seu celular. Fazem carinho na tela, coçam a tela, tamborilam a tela. Quando falam, é para comentar o que está na tela: você viu isso aqui? Você leu isso aqui? Vou te mandar isso aqui. O homem de 2003 conta uma piada, mas é velha. Arrisca uma fofoca, mas é manjada. Quando fala de política, é um desastre. Ele diz que acredita no Lula. Ele diz que sonha em ver a Copa no Maracanã. Os homens de 2014 voltam para sua tela. Postam no Facebook: Amigo petralha #semcomentários.

Na volta, o ônibus lhe dá uma dica: "O homem de Áries precisa se adaptar à realidade ao seu redor". Ele decide: "Vou comprar um iPhone". Enquanto isso não acontece, pega o celular e se contenta com o jogo da cobrinha.

Gregorio Duvivier

17 de abril de 2014

Como a religião e suas crenças define o rumo de nações

Nesse texto o autor nos traz uma possível interpretação da causa de nosso povo ser o que é. Vale a pena ler.

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Existe destino e grande parte dele está nas mãos de Deus. Somente a família é confiável. Se o governo não faz a parte dele, então não há por que fazer a sua parte.

Essas frases expressam fatalismo, uma visão familista e falta de espírito público. Características que já foram identificadas por cientistas sociais como atributos marcantes nas sociedades mediterrâneas e ibéricas.

No caso do Brasil, apesar da mistura de raças, o país é, com certeza, uma invenção portuguesa. E, como tal, herdou o fatalismo religioso de origem católica, a noção de importância da família nas relações sociais e a idéia de que o espaço público não é de ninguém. Essas concepções também povoam nossas interpretações sobre a sociedade.

Há grande contraste com a matriz social anglo-saxã de origem protestante. A predestinação calvinista fez com que povos como o norte-americano agissem no mundo por meio do trabalho. Nos países anglo-saxões, o indivíduo tudo pode, principalmente quando em associação com outros indivíduos. Sua extrema mobilidade geográfica só é possível porque os laços familiares, quando comparados a outras relações de confiança, não são demasiado fortes. Nesses países, a palavra community tem um significado bem diferente da nossa “comunidade”, muitas vezes eufemismo para favela ou área de moradias populares. Community, para os anglo-saxões, é um espaço sobre o qual todos têm responsabilidade.

Tais noções, que podem ser atribuídas ao molde religioso – católico versus protestante –, podem também ser associadas ao esforço educacional. Nesse sentido, os anglo-saxões empreenderam uma das maiores mobilizações sócio-religiosas de que se tem notícia.

Segundo versões massificadas da teologia protestante, a ignorância é obra do demônio, é prima-irmã de Satanás. Em sociedades pouco escolarizadas, ao contrário, é onde se encontram mais freqüentemente fatalistas avessos à noção republicana de espaço público. É o que acontece no Brasil, onde essa é a visão dominante entre a população: simplesmente 1/3 dos adultos acredita que Deus decide o destino dos homens, sem espaço para a mão humana.

Esse contingente, somado aos 28% que acham que, apesar do destino estar nas mãos de Deus, o homem tem uma pequena capacidade de modificá-lo, resulta que 60% da população acreditam que grande parte do que acontece com os homens está fora de seu controle. No extremo oposto, apenas 14% da população adulta brasileira acreditam que não há nenhum desígnio além da capacidade humana de definir sua própria vida.

Fonte: ALMEIDA, Alberto Carlos. A cabeça do brasileiro. Rio de Janeiro:
Record, 2007.