Escolha seu idioma!

17 de maio de 2015

O universo é mais importante do que as coisas da Terra?

Existe uma crença amplamente difundida, embora errônea, de que a astrologia trará respostas aos nossos principais problemas. Muitas pessoas dão mais valor para as superstições e adivinhações astrológicas do que às verdades terrenas, por exemplo. O fato do Univerno e o Cosmos ser um assunto incrível não deveria ser motivo para se descartar as verdades terrenas por mais simplista que seja. 

Se quer saber quem controla sua vida, não olhe para Marte ou Vênus; Em vez disso, olhe para seu semelhante e para as armas de destruição em massa, pois o perigo está mais próximo do que se possa parecer. Embora seja verdadeiro que o ceticismo em relação ao testemunho de uma pessoa seja justificado se ela tiver algo a ganhar (como fama e fortuna), não é igualmente verdadeiro que se deva confiar em qualquer testemunho dado por alguém que não tenha nada a ganhar com isso, como afirmam os cientistas.
O argumento falacioso da popularidade e tradição: bilhões de pessoas no mundo acreditam na cosmologia, astrologia, astronomia, nos métodos científicos e eles tem sobrevivido por milhares de anos. Essas afirmações são verdadeiras, mas irrelevantes como prova da "veracidade" da cosmologia, astrologia e seus efeitos práticos para uma sociedade com inúmeros e urgentes problemas.
A astrologia, em sua forma tradicional, é um método de adivinhação baseado na teoria de que as posições e movimentos dos corpos celestes (estrelas, planetas, sol e lua), no momento do nascimento, influenciam profundamente a vida da pessoa. Na sua forma psicológica, a astrologia é um tipo de terapia da Nova Era, usada para a auto-compreensão e a análise da personalidade. (Para saber mais pesquise sobre astroterapia para uma compreensão da astrologia psicológica.)
Confesso que é difícil enumerar pelo menos cinco contribuições à sociedade da astrologia que tenha sido relevante na compreensão de nós mesmos ou de nosso lugar no cosmo? Seus defensores modernos não são capazes de explicar qual o fundamento das associações astrológicas com as questões terrenas, não têm qualquer explicação plausível para suas
alegações e não contribuíram com nenhum conhecimento de valor para qualquer campo das ciências sociais. Além disso, a astrologia não tem os recursos teóricos/conceituais para resolver adequadamente seus próprios problemas internos ou anomalias externas, ou para se decidir entre alegações ou sistemas astrológicos conflitantes." --I.W. Kelly, Modern Astrology: A critique, p. 931. Daí vem o intrigado questionamento conhecido pelo "Paradoxo de Fermin".
Por que o planeta Terra, muito mais próximo de nós no nascimento, não seria considerado uma influência importante no que somos e no que nos tornamos? É muito mais provável que a Terra, e as pessoas e coisas com as quais se tem contato direto, sejam fatores de influência mais importantes nas nossas vidas que distantes corpos celestes. A única coisa necessária para uma viagem como essa que não seria difícil de se obter seriam pessoas dispostas a viajar.
Não seria difícil encontrar muitas pessoas que acreditam que poderiam ser adormecidas por umas poucas centenas ou milhares de anos e despertadas para procurar por vida em algum planeta estranho. Elas parecem até acreditar que poderiam então coletar informações para trazer de volta à Terra, onde desfilariam em carro aberto pelas ruas do que quer que tenha restado de Nova York.
Para concliur, condições na linha tempo e espaço são menos importantes que as presentes para que se compreendam efeitos atuais sobre as pessoas.

11 de fevereiro de 2015

A importância do Carbono em nossa vidas

Conhecido pelo homem pré-histórico sob as formas de carvão vegetal e negro-de-fumo (material empregado em pinturas de cavernas), o carbono se apresenta também em dois estados elementares cristalinos: como diamante, sua forma mais preciosa, e como grafita, empregada desde a antiguidade na fabricação de lápis. A maior importância do carbono, no entanto, vem do fato de toda matéria viva (substâncias orgânicas) ser formada de combinações desse elemento.

A técnica do carbono-14 foi descoberta nos anos quarenta por Willard Libby. Ele percebeu que a quantidade de carbono-14 dos tecidos orgânicos mortos diminui a um ritmo constante com o passar do tempo. Assim, a medição dos valores de carbono-14 em um objeto fóssil nos dá pistas muito exata sdos anos decorridos desde sua morte. Esta técnica é aplicável à madeira, carbono, sedimentos orgânicos, ossos, conchas marinhas - ou seja todo material que conteve carbono em alguma de suas formas. Como o exame se baseia na determinação de idade através da quantidade de carbono-14 e que esta diminui com o passar do tempo, ele só pode ser usado para datar amostras que tenham entre 50 mil e 70 mil anos de idade.

Carbono 14 é o isótopo radioativo do carbono, produzido na atmosfera pela ação da radiação cósmica sobre o nitrogênio. Esse carbono é transformado posteriormente em dióxido de carbono, e é nessa forma que é absorvido pelos seres vivos. (mais especificamente pelos vegetais). E assim, com a cadeia alimentar o teor de carbono 14 dos organismos vivos permanece sempre constante, só começa a diminuir quando estes morrem. Então a porcetagem máxima que se pode conseguir de carbono 14 é medida nos organismos ainda vivos.

Libby, que era químico, utilizou em 1947 um contador Geiger para medir a radioatividade do C-14 existente em vários objetos. Libby usou objetos de idade conhecida (respaldada por documentos históricos), e comparou esta com os resultados de sua radiodatação. Os diferentes testes realizados demonstraram a viabilidade do método até cerca de 70 mil anos.

Meia-vida é o período de tempo que metade dos isótopos radioativos de uma substância demoram para se tornarem isótopos não radioativos. Cada composto tem um período diferente. No caso, o tempo para metade dos carbono 14 voltarem a ser nitrogênio 14 é de 5730 anos.

Como tá meio confuso um exemplo:
Se um artefato de madeira tem 25% do teor de carbono 14 de uma árvore viva, então passaram-se 2 meias-vidas
Início--->100%
1ªmeia vida --->50%
2ª meia-vida --->25% (é sempre dividido por 2)
ou seja 2 vezes 5730 anos
então a peça tem aproximadamente 11.460 anos.

5 de fevereiro de 2015

Série "A bíblia tinha razão" parte 1

A arqueologia bíblica é um ramo da arqueologia especializado em estudos dos restos materiais relacionados diretamente com os relatos bíblicos e com a história da humanidade, sendo considerada uma ciência em toda a sua dimensão metodológica. 

No estudo sistemático das relações entre as descobertas históricas e a Bíblia constataremos fatos impressionantes que confirmam a veracidade  da bíblia ao descrecer e comprovar os acontecimentos do passado. Desde o Herodium onde se localiza a Tumba de Herodes, ao fragmento da estela de Merenptah: mencionando Israel passando pelas cavernas de Qumrán onde encontraram o sítio arqueológico bíblico mais importante de todos os tempos, no vale do Mar Morto até o estandarte de Ur: Descoberto por Leonard Woolley nos anos 1920, que encontra-se atualmente no Museu Britânico de Londres. Confira nesse vídeo uma breve introdução do assunto ...


Aproveite e leia outro post sobre Comprovação de fatos históricos que marcaram o mundo. 


1 de fevereiro de 2015

Relação entre o Espírito e a matéria - deturpação da Física Quântica

Vamos falar sobre o nebuloso terreno da metafísica quântica que de uma forma sorrateira seus conceitos ratificam a crença do Panteísmo, ou seja, a crença amplamente difundida de que Deus está em todas as coisas. Quero deixar bem claro logo de início que tentar explicar a existência de todo o universo e da vida, ou ainda, respostas para problema com o qual todos se defrontam: o sentido da vida e da morte recorrendo a metafísica aos argumentos da física quântica é por si só tão limitado quanto esta ciência o é.

Um aspecto fundamental que a Física Quântica introduziu foi a derrubada do determinismo e da causalidade. Isto é, dadas as mesmas condições e circunstâncias, um evento pode acarretar variáveis consequências, das quais só se conhece a probabilidade de ocorrência, mas nada determina, em cada caso, o que se dará e que é perfeitamente possível que um evento não seja efeito de causa nenhuma, isto é, que ocorra de modo fortuito e incausado. Defendem que o homem e universo fora originado e é regido pelo acaso, dentre outros argumentos que veremos.

Rejeição da matéria tangível, concreta, sólida. Metarrealismo, ou melhor, guerra do invisível (espírito) sob a matéria por demais visível todas elas são características exaustivamente abordadas por essa corrente de pensamento. Centram-se na matéria-prima bruta do Universo e no comportamento da natureza em seu nível mais profundo o das partículas subatômicas, da radiação e dos campos. De fato a realidade física é substancialmente composta de três tipos de coisa: campo, matéria e radiação, sendo as últimas quantizações da primeira – energia, porém, diferentemente do que se pensa, não é um componente substancial do Universo, mas sim um “atributo” de seus componentes, como também carga, spin etc).

De um lado os cientistas, me refiro àqueles físicos quânticos teóricos do mundo, aqueles que pensam o mundo real que vivemos sempre embasados na parte científica. Vivem questionando a realidade e pregam constantemente que não existem certezas e idéias absolutas, para eles tudo é relativo tentando constantemente afirmar que o mundo que enxergamos, tocamos, respiramos e sentimos trata-se de um devaneio dos nossos cinco sentidos. Na minha concepção isto seria uma espécie de ateísmo virtual, por exemplo. Se baseiam que o espaço e o tempo são ilusões, que a realidade fundamental não é cognoscível, salientam que a realidade não é causal, nem local: nela, espaço e tempo são abstrações, puras ilusões.

Adeptos dessa corrente afirmam que existe um universo paralelo ao físico e vivem procurando respostas metafísicas para seus problemas físicos. Não é uma teoria científica, e sim metafísica, e teorias metafísicas não podem ser testadas empiricamente. A partir do ano de 1900 o cientista Max Planc estudava a radiação térmica emitida pelos corpos ao serem  aquecidos. Mais tarde com a teoria quântica os "religiosos cientistas" sugerem uma nova forma de compreender o mundo real deixando de praticar ciência e partindo para a filosofia. Conclui-se que existimos através de "alguma coisa" cuja natureza e espantosas propriedades temos bastante dificuldade de apreender, mas que se aproxima mais do espírito que da matéria tradicional.

Fica claro que as conseqüências dessas grandes mudanças conceituais induzidas pela teoria quântica além de retardar o conhecimento de Deus, tratam-se de mentiras contadas por sábios de mundo moderno. Deus é o movimento que impulsiona todas as coisas (o primum mobile immotum), é Ele que faz a natureza e o universo se mover; Ele é a causa de tudo o que acontece, a forma a ser buscada, o ímã que atrai, a luz dentro da cor, a soma de toda a vida."Tende cuidado, para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo, e não segundo Cristo."


Continua....

28 de dezembro de 2014

Entenda porquê as ditaduras mundiais precisam cair...

Conheça um pouco a República Democrática Popular da Coreia.

Um fato notável que emerge de um estudo histórico da Coreia é que os governos duradouros e estáveis dominavam o povo coreano. A Coreia do Norte é um país isolado.
Colonizada pelos japoneses entre 1910, quando anexaram o país, e o fim da Segunda Guerra Mundial, a Coreia experimentou a “modernidade” e formas extremas de brutalidade e repressão. A riqueza mineral foi usada para respaldar o militarismo japonês; os trabalhadores locais recebiam salários de fome; dezenas de milhares de mulheres eram tratadas como prostitutas pelos invasores, mas não recebiam pagamento. 

Os japoneses almejavam a integração completa: a língua coreana era proibida nas escolas, os jornais em língua coreana foram extintos e as pessoas tinham de usar nomes japoneses. A agricultura atendia às necessidades do Império – milhares de lavradores foram expulsos de suas terras e a maior parte do arroz e do trigo produzidos era enviada ao Japão –, acarretando a fome em massa. Um procônsul japonês admitiu que, toda primavera, metade dos lavradores coreanos sobrevivia à custa de capim e casca de árvore. Os 2 milhões de coreanos transportados para o Japão como trabalhadores escravos de certo modo tiveram sorte: tinham o que comer.

Surpreendentemente, tudo isso levou os coreanos a desenvolver fortes sentimentos nacionalistas, embora o medo limitasse o número dos que ingressavam nos grupos clandestinos.Comunistas nativos eram atuantes nesses grupos: trabalhavam lado a lado com os nacionalistas e eram amplamente reconhecidos como figuras heroicas. Durante a Segunda Guerra Mundial, um movimento de resistência aos poucos tomou forma, com mais força no sul. Seus membros – estudantes, intelectuais e camponeses – enfrentaram as punições de costume em países ocupados: tortura, estupro, matanças em massa e enterros em sepulturas anônimas.

A derrota do Japão em 1945 foi saudada com júbilo e surgiram comitês populares em diversas cidades. Poucos acreditavam que a separação seria permanente. O povo coreano sofreu horrores e é difícil imaginar os atos de vingança e de ódio que o povo irá praticar se sobreviver à conquista de Seul por seus “libertadores”.

28 de outubro de 2014

Aviso para os cristãos - ‘Tsunami de teologia gay’ é iminente

"Todos os ativistas gays mais aguerridos e os seus enormes recursos estão todos direcionados para a igreja"
"Uma perigosa heresia moderna chamada de ‘teologia gay’ está se infiltrando na igreja cristã em um ritmo alarmante" segundo Scott Lively, presidente da Abiding Truth Ministries. Lively disse que com pessoas de dentro da igreja na ofensiva, como Vicky Beeching, uma artista de origem britânica que se tornou popular entre os evangélicos nos EUA ao declarar que é lésbica, está na vanguarda de uma tsunami de promotores da agenda gay que estão infiltrando as igrejas e ele espera que "os ataques contra os cristãos nos EUA serão tão grandes como nunca vimos antes.

Ele explicou que, depois dos conflitos de Stonewall em 1969, os ativistas homossexuais se uniram para se oporem a qualquer instituição americana que não aceitasse e promovesse totalmente o comportamento homossexual.

A primeira vitória foi sobre a Associação Americana de Psiquiatria e, após 40 anos, todos os outros grupos (polícia,quartéis, etc..) tinham sido conquistados, disse ele. Os escoteiros foram os últimos a cair, há apenas um ano. Agora, a única organização que sobrou é a igreja, disse ele. Lively nota que um dos fundadores da agenda gay, Herbert Marcuse, expressou o desejo de ver a "desintegração da família monogâmica e patriarcal." "Uma última barreira para a hegemonia cultural ‘gay’ permanece: a igreja cristã", disse Lively.

"Todos os ativistas gays mais aguerridos e os seus enormes recursos estão todos direcionados para a igreja", disse ele. O problema é que os líderes cristãos não estão se preparando para uma luta como essa, disse Lively, e realmente não sabem do que o movimento é capaz. Lively, entretanto, disse que Beeching representa "a volta da maré antes de um tsunami" e um indicador de "de as coisas ainda vão piorar muito". Ele publicou um folheto para os pastores que explica o que a Bíblia diz sobre a homossexualidade.

"Muitos crentes, com medo de serem chamados de ‘inimigos’ estão banalizando a ameaça, chamando a homossexualidade de ‘apenas mais um pecado’", diz ele."Mas, do Gênesis ao Apocalipse, a Bíblia ensina que a homossexualidade NÃO É ‘ apenas mais um  ecado’. É um símbolo de rebelião extrema contra Deus e é um presságio da Sua ira".

Lively está familiarizado com os ataques contra os cristãos. Ele foi processado por ativistas em Uganda, que o acusaram sob o Alien Tort Statute (Estatuto de Lei Estrangeira) de incitar perseguição aos homossexuais.

O caso é importante porque uma decisão contra ele significaria que uma agenda internacional baseada em padrões anti-bíblicos poderia triunfar sobre a liberdade de expressão e de religião da Constituição dos Estados Unidos. O grupo SMUG chama o discurso contra o comportamento homossexual, feito por Lively, de "crime contra a humanidade" em violação da "lei internacional". Os autores alegam que o Alien Tort Statute (Estatuto de Lei Estrangeira) nos Estados Unidos permite-lhes fazer a acusação em um tribunal dos EUA.




Traduzido por Dionei Vieira do artigo do WND: Churches warned: “Tidal wave of gay theology” looming.

Adaptado do site: www.juliosevero.com

Outro post sobre assunto clique aqui!

9 de outubro de 2014

O poder da palavra!

Nos dias atuais é curioso, para não dizer, um absurdo duas ou mais pessoas firmarem acordos baseado apenas na palavra. Há quem diga que isso é coisa do passado e que as relações se davam dessa forma pela inexistência/insuficiência de algo simplório o "papel" e a "tinta".

Há necessidade de tanto e-mail circulando nas empresas para nos "resguardar", tanto papel, recibo, comprovante?

O fato é que uma vez pronunciada, a palavra passava a possuir status de LEI sendo irrevogável, irretratável e passivo de punição exemplar se descumprida fosse. Engraçado que acordos sempre vão continuar existindo ao longo da história da humanidade, assim como fora no passado, porém, o muda é a forma, pelo menos deveria ser.

O valor da palavra vem cada geração perdendo o seu significado, legado a segundo plano. O cuidado ao fazer promessas e firmar pequenos compromissos no dia a dia estão definitivamente perdendo o valor. Por muitas vezes nos foge a percepção de que esse mundo de papel e sistemas apenas guardam, armanezam e processam o mais puro sentimento da sociedade. Compromissos, igualdade, liberdade, direitos e deveres, justiça, lealdade, cumplicidade são valores intransferíveis.

É tão vulgarizado o valor da palavra que para muitos o fato de assinar digitalmente um documento ou uma rubrica num papel se estivessémos dividindo a responsabilidade em pequenas parcelas, procrastinando, delegando. Faça uma autoanálise e perceba como temos coragem em assinar um papel com várias cláusulas, no entanto, às vezes pensamos dez vezes em nos comprometer com as palavras.

Será que não existem homens e mulheres com capacidade e que habitualmente honram com as suas palavras? Nossos governantes, retrato da melhor estirpe da nossa sociedade, cumprem o que falam? Nós fazemos ou faríamos diferente?

Fica claro que a culpa não é da informatização, essa consciência coletiva de darmos mais importância aos que falamosf faria minorar consideravelmente os males decorrente de um problema maior do caráter e personalidade humana. Reestabelecendo o PODER DA PALAVRA.

Algumas verdades sobre a metodologia Ágil no desenvolvimento de software

Nenhuma metodologia do mundo jamais vai mudar a personalidade de uma pessoa, pelo menos não em tão pouco tempo. Pense assim: a mãe dele não conseguiu fazer o cara não ser preguiçoso e enrolador, você não vai conseguir, e nem é essa sua função. O problema é o processo: o gerenciamento de projeto em si. 

A implementação de quaisquer práticas, processos e métodos exige uma boa equipe, tanto programadores quanto gerentes e tudo mais. exige pessoas comprometidas com sua prática, sejam juniores ou sejam sêniores. E, aliás, os que muitos hoje consideram como "sêniores" ou "ninjas" são quase todos bem pouco comprometidos e meramente arrogantes. Novamente, mais verbal do que ação. Programação é uma profissão de prática. Não há como transformar um programador ruim num bom meramente adicionando métodos, da mesma forma que fazer um jogador de futebol novato assistir um treinamento de 2 dias nunca vai transformá-lo num fazedor-de-gols. Somente a prática, árdua, ininterrupta, consistente, de pequenas melhorias contínuas e constantes, vai - talvez! - levá-lo a ser um goleador.

Este ponto é crucial: muita gente que tentar implementar "Ágil" na esperança de transformar uma equipe ruim, ou uma empresa ruim, em algo melhor. Isso não vai acontecer. No começo vai parecer que "melhorou" ou, pelo menos, que alguma coisa "mudou". Mas é óbvio, você está implementando algumas práticas meramente "diferentes", claro que por algum tempo alguma coisa vai mudar.

Só que ninguém quer fazer isso. Se o problema for o gerente, que consultoria vai conseguir remover esse gerente de seu cargo - a menos que o dono acima dele esteja comprometido em cortar na própria carne? Se o problema é o programador mal caráter que todo mundo gosta (o tipo mais perigoso: o que sabe se articular e criar zonas de influência, entre pares e superiores), como mandar esse cara embora?

Se o método for bem aplicado ele imediatamente vai demonstrar e expor os problemas, e se o problema não for a prática e sim o comportamento (que é a grande maioria dos casos), é necessário resolver imediatamente.

Signatário do Manifesto Ágil, "Dave Thomas", declarou a morte de "Ágil" como conhecemos hoje.

Fonte: http://www.akitaonrails.com/2014/09/28/off-topic-agile-a-verdade-por-tras-do-metodo

21 de abril de 2014

Você sofre da "Síndrome de Peter Pan"?

Publicado há cerca de três décadas, o livro "Síndrome de Peter Pan" mostrava um novo padrão de comportamento social para a época. Seu autor, dr. Dan Kiley, simplificou algumas ideias de Jung, usava o personagem de ficção como parâmetro de um grupo cada vez maior de adultos que não abriam mão de seus privilégios adolescentes.

Peter Pan, para quem não leu o livro nem se lembra da versão da Disney, é um menino que se recusa a crescer. Dotado de poderes mágicos e de uma fadinha de estimação, vivia com "garotos perdidos" na Terra do Nunca, um eterno playground.

A tal síndrome descrita pelo dr. Kiley não era exatamente uma doença, mas um desvio de comportamento de quem cresceu em ambiente de superproteção e que, confrontado com a dura realidade das escolhas cotidianas, preferia se refugiar em ambiente conhecido. Como a criança que ao fechar os olhos se julga invisível, esses adultos entravam em uma espécie de negação primitiva, criando uma bolha em torno de si.

Entre as características dos "Peter Pans" estariam relutância em assumir responsabilidades, cuidado excessivo com a aparência, envolvimento compulsivo em atividades lúdicas e baixa autoconfiança.

Morto há dez anos, Dr. Kiley não viveu o suficiente para ver a condição que definiu transformada em pandemia. Seria interessante ouvir sua opinião em meio a tantas teorias rasas propostas por analistas de tendências, publicitários e antropólogos de aluguel em geral.

Quaisquer que sejam as origens de tanta imaturidade --popular nas piadas machistas dos programas de "humor", no egoísmo de empresários e políticos, no narcisismo de atores e web-celebridades, na futilidade das redes sociais e na alienação geral de praticamente todo mundo--, um fator é inegável: a natureza das mídias digitais, se não causa, certamente estimula esse tipo de comportamento.

"Selfies", check-ins, "badges", Tinder, buscas pelo próprio nome e competições por "curtidas", amigos e seguidores não teriam nada de errado se fossem produtos de nicho, encarregados de manifestar uma fase de exceção marcada pela insegurança. Quando se transformam em regra é natural que demandem análise dos meios por que circulam.

Boa parte das tecnologias de consumo tem a cara de seus donos, a maioria homem, jovem e rico, se beneficiando de uma cultura que fetichiza a juventude. Há pouquíssimos apps para os menos favorecidos e, incrivelmente, para qualquer mulher que não esteja obcecada por sexo, compras, decoração ou moda.

Boas ideias, mesmo quando surgem, acabam rechaçadas por uma panelinha de investidores que considera mulheres (50% do planeta) e pobres (99%) mercados de nicho.

O resultado dessa triste miopia se reflete no estímulo a um comportamento machista, ingênuo e misógino da "cultura geek". Pessoas levemente deprimidas, insatisfeitas e misantropas, que fazem da tecnologia o tema central de suas vidas e buscam sempre a última novidade podem ser bons consumidores, mas não são seres humanos exemplares.

A tecnologia, que sob tantos aspectos é um dos setores mais avançados da sociedade, guarda em si uma infantilidade patológica. Enquanto não nos livrarmos dela, o futuro não será tão bonito como prometem romances adolescentes.

Luli Radfahrer

O homem de 2003

O Homem de 2003 acorda ao som do seu celular tocando o Nokia Tune. O homem de 2003 abre a sua agenda (ele ainda usa agenda) e descobre que tem uma reunião no centro da cidade dali a uma hora. "Uma hora é tempo de sobra para chegar no centro", ele pensa, "ainda dá pra tomar um cafezinho" --coitado.

O homem de 2003 sai de casa com R$ 5 na carteira: ele acha que a passagem custa R$ 1,50. Ao entrar no ônibus, percebe que além de custar R$ 3, agora tem uma televisão em que passam dicas astrológicas. O trânsito está parado e o homem de 2003 já leu 11 vezes o seu horóscopo. O homem de 2003 chega na reunião com uma hora e meia de atraso. As pessoas não parecem se incomodar --essa é a vida em 2014. Os colegas riem quando ele põe trema. Tadinho do homem de 2003. Ele é do tempo do trema!

O homem de 2003 vai à padaria e pede um cafezinho. O caixa de 2014 estende a máquina do cartão: débito ou crédito? O homem de 2003 não sabe o que responder. Não faziam essa pergunta em 2003. O homem de 2003 estende uma moeda de 50 centavos. O caixa explica: "Custa R$ 7". "O cafezinho?" "É Nespresso", ela responde. "É o quê?".

O homem de 2003 desiste. "Chegando em casa eu passo um café (o homem de 2003 ainda fala "passar um café")." O homem de 2003 liga para os amigos, mas eles não atendem. As pessoas não atendem mais o telefone em 2014. Ele joga no Yahoo perguntas: "Como falar com amigos em 2014?" e descobre que ele tem que baixar um Whatsapp. Mas não sabe como fazer isso no seu Nokia 1100.

O homem de 2003 vai ao pior bar da cidade. Quem sabe assim encontra seus melhores amigos. Felizmente, certas coisas não mudam: seus melhores amigos continuam frequentando o pior bar da cidade. A diferença é que cada um está mergulhado na tela do seu celular. Fazem carinho na tela, coçam a tela, tamborilam a tela. Quando falam, é para comentar o que está na tela: você viu isso aqui? Você leu isso aqui? Vou te mandar isso aqui. O homem de 2003 conta uma piada, mas é velha. Arrisca uma fofoca, mas é manjada. Quando fala de política, é um desastre. Ele diz que acredita no Lula. Ele diz que sonha em ver a Copa no Maracanã. Os homens de 2014 voltam para sua tela. Postam no Facebook: Amigo petralha #semcomentários.

Na volta, o ônibus lhe dá uma dica: "O homem de Áries precisa se adaptar à realidade ao seu redor". Ele decide: "Vou comprar um iPhone". Enquanto isso não acontece, pega o celular e se contenta com o jogo da cobrinha.

Gregorio Duvivier

17 de abril de 2014

Como a religião e suas crenças define o rumo de nações

Nesse texto o autor nos traz uma possível interpretação da causa de nosso povo ser o que é. Vale a pena ler.

-------------
Existe destino e grande parte dele está nas mãos de Deus. Somente a família é confiável. Se o governo não faz a parte dele, então não há por que fazer a sua parte.

Essas frases expressam fatalismo, uma visão familista e falta de espírito público. Características que já foram identificadas por cientistas sociais como atributos marcantes nas sociedades mediterrâneas e ibéricas.

No caso do Brasil, apesar da mistura de raças, o país é, com certeza, uma invenção portuguesa. E, como tal, herdou o fatalismo religioso de origem católica, a noção de importância da família nas relações sociais e a idéia de que o espaço público não é de ninguém. Essas concepções também povoam nossas interpretações sobre a sociedade.

Há grande contraste com a matriz social anglo-saxã de origem protestante. A predestinação calvinista fez com que povos como o norte-americano agissem no mundo por meio do trabalho. Nos países anglo-saxões, o indivíduo tudo pode, principalmente quando em associação com outros indivíduos. Sua extrema mobilidade geográfica só é possível porque os laços familiares, quando comparados a outras relações de confiança, não são demasiado fortes. Nesses países, a palavra community tem um significado bem diferente da nossa “comunidade”, muitas vezes eufemismo para favela ou área de moradias populares. Community, para os anglo-saxões, é um espaço sobre o qual todos têm responsabilidade.

Tais noções, que podem ser atribuídas ao molde religioso – católico versus protestante –, podem também ser associadas ao esforço educacional. Nesse sentido, os anglo-saxões empreenderam uma das maiores mobilizações sócio-religiosas de que se tem notícia.

Segundo versões massificadas da teologia protestante, a ignorância é obra do demônio, é prima-irmã de Satanás. Em sociedades pouco escolarizadas, ao contrário, é onde se encontram mais freqüentemente fatalistas avessos à noção republicana de espaço público. É o que acontece no Brasil, onde essa é a visão dominante entre a população: simplesmente 1/3 dos adultos acredita que Deus decide o destino dos homens, sem espaço para a mão humana.

Esse contingente, somado aos 28% que acham que, apesar do destino estar nas mãos de Deus, o homem tem uma pequena capacidade de modificá-lo, resulta que 60% da população acreditam que grande parte do que acontece com os homens está fora de seu controle. No extremo oposto, apenas 14% da população adulta brasileira acreditam que não há nenhum desígnio além da capacidade humana de definir sua própria vida.

Fonte: ALMEIDA, Alberto Carlos. A cabeça do brasileiro. Rio de Janeiro:
Record, 2007.

O Significado da Páscoa

A Páscoa é uma festa cristã que celebra a ressurreição de Jesus Cristo. Depois de morrer na cruz, seu corpo foi colocado em um sepulcro, onde ali permaneceu, até sua ressurreição, quando seu espírito e seu corpo foram reunificados. É o dia santo mais importante da religião cristã, quando as pessoas vão às igrejas e participam de cerimônias religiosas. 

Muitos costumes ligados ao período pascal originam-se dos festivais pagãos da primavera. Outros vêm da celebração do Pessach, ou Passover, a Páscoa judaica. É uma das mais importantes festas do calendário judaico, que é celebrada por 8 dias e comemora o êxodo dos israelitas do Egito durante o reinado do faraó Ramsés II, da escravidão para a liberdade. Um ritual de passagem, assim como a "passagem" de Cristo, da morte para a vida. 

A festa tradicional associa a imagem do coelho, um símbolo de fertilidade, e ovos pintados com cores brilhantes, representando a luz solar, dados como presentes. A origem do símbolo do coelho vem do fato de que os coelhos são notáveis por sua capacidade de reprodução. Como a Páscoa é ressurreição, é renascimento, nada melhor do que coelhos, para simbolizar a fertilidade! 

Fonte: 
http://venus.rdc.puc-rio.br/kids/kidlink/kidcafe-esc/significado.html



3 de novembro de 2013

Somos produto das informações que consumimos?

O consumo excessivo de informações é um problema do século XXI que precisa ser tratado e ainda não possui médicos nas redes públicas e privadas de saúde, podendo-se observar seus efeitos nas redes sociais; nos celulares que não descolamos por nada; nas distrações da banda larga de Internet; novelas e seriados; tablet’s; outdoor; comerciais televisivos etc... Já parou para pensar que a ingestão frequente de informações sem qualidade em sua máquina mental possa lhe prejudicar verdadeiramente?

Como ter um relacionamento saudável com as informações se somos bombardeados de informações prejudiciais à nossa saúde e muitas vezes sequer nos damos conta que essa moléstia está justamente conosco e não na casa do vizinho? No mundo da mídia temos verdadeiras fábricas que produzem, de modo intensivo, informações sem qualidade. Talvez você ainda não se deu conta que não lhe sobra tempo necessário para passar com os seus entes queridos simplesmente pela falta de habilidade em filtrar informações lixo e selecionar apenas as de real importância para o momento.

As informações estão por ai, porém, a responsabilidade é sua (pessoal e intrasferível), afinal é você quem decide o que assistir, ler, em como desperdiçar seu precioso tempo e essa escolha é fundamental tanto para a sua saúde quanto para a coletividade. Não vou comentar agora sobre “A Grande Conspiração Televisiva” será alvo do meu próximo post, mais vou ratificar algo dito por muitos.... Os canais de televisão oferecem às pessoas o que elas quere. Claro que sempre acrescentam as armadilhas (afinal ninguém oferece nada de graça).

Como é possível que pessoas instruídas e inteligentes sejam de alguma forma capaz de acreditar em uma realidade distorcida? A realidade é que pessoas aparentemente informadas estão sendo guiadas estrategicamente a desviar-se das coisas mais importantes da vida, perdendo-se grande parte de suas vidas em devaneios que impedem de pensar claramente, algo como um mundo imaginário do filme Matrix.

Um vídeo homossexual aqui... uma piada acolá... um joguinho aparentemente inofensivo lá se vão horas a fio. Cuidado com suas ações de consumir informações das quais não necessita, pois elas se tornam hábitos e esses hábitos, por usa vez se tornam o seu caratér. E Cuidado com seu caráter, pois ele controla o seu destino. Gostaria de ouvir a sua opinião comente essa postagem clicando no botão abaixo.

2 de outubro de 2013

As ditaduras mundiais estão ruindo?

É notório que as principais ditaduras do mundo estão ruindo, vide a onda revolucionária de manifestações e protestos que vêm ocorrendo no Oriente Médio e no Norte da África desde 18 de dezembro de 2010 conhecida como Primavera Árabe. Os sintomas da crise são à primeira vista em face de diversos fatores estruturais, por exemplo, das péssimas condições de vida nesses países promovidas pelo desemprego, da corrupção policial, regimes autoritários, injustiça política e social de seus governos, falta de liberdades e tentativas de repressão e censura na Internet por partes dos Estados, na alta militarização dos países e na falta de infraestruturas em lugares onde todo o beneficio de economias em crescimento fica nas mãos de poucos e corruptos.

Até a data, tem havido revoluções na Tunísia e no Egito, uma guerra civil na Líbia e na Síria; também houve grandes protestos na Argélia, Bahrein, Djibuti, Iraque, Jordânia, Omã e Iémen e protestos menores no Kuwait, Líbano, Mauritânia, Marrocos, Arábia Saudita, Sudão e Saara Ocidental (veja mapa abaixo).

As manifestações resultaram na derrubada de três chefes de Estado: o presidente da Tunísia, Zine El Abidine Ben Ali, fugiu para a Arábia Saudita em 14 de janeiro, na sequência dos protestos da Revolução de Jasmim; no Egito, o presidente Hosni Mubarak renunciou em 11 de Fevereiro de 2011, após 18 dias de protestos em massa, terminando seu mandato de 30 anos; e na Líbia, o presidente Muammar al-Gaddafi, morto em tiroteio após ser capturado no dia 20 de outubro e torturado por rebeldes, arrastado por uma carreta em público, morrendo com um tiro na cabeça.


Durante este período de instabilidade regional, vários líderes anunciaram sua intenção de renunciar: o presidente do Iêmen, Ali Abdullah Saleh, anunciou que não iria tentar se reeleger em 2013, terminando seu mandato de 35 anos. O presidente do Sudão, Omar al-Bashir também anunciou que não iria tentar a reeleição em 2015, assim como o premiê iraquiano, Nouri al-Maliki, cujo mandato termina em 2014, embora tenha havido manifestações cada vez mais violentas exigindo a sua demissão imediata. Protestos na Jordânia também causaram a renúncia do governo, resultando na indicação do ex-primeiro-ministro e embaixador de Israel, Marouf Bakhit, como novo primeiro-ministro pelo rei Abdullah.

As suas implicações geopolíticas têm chamado a atenção global. Não por acaso, tratam-se de países de maioria mulçumana e principais rivais de Israel, a Terra Santa. Todos esses acontecimentos tratam-se na verdade da preparação para os futuros acontecimentos em Israel considerada a primeira grande onda de protestos democráticos do mundo árabe desde o surgimento do Islão no anos de 632-670 d.C.

27 de setembro de 2013

Babilônia - Passado, Presente e Futuro (Dublado)

Babilônia foi uma cidade-Estado acadiana (fundada em 1867 a.C. por uma dinastia amorita) na antiga Mesopotâmia, cujas ruínas são encontradas na atual cidade de Al Hillah, na província Babil, atual Iraque, cerca de 85 km ao sul de Bagdá. A Babilônia, juntamente com a Assíria, ao norte, foi uma das duas nações acadianas que evoluíram após o colapso do Império Acadiano, embora raramente tenham sido governadas por acádios nativos. Tudo o que resta da antiga e famosa cidade original da Babilônia é um monte, ou tell, de várias ruínas de edifícios de tijolos de barro e detritos na planície fértil da Mesopotâmia entre os rios Tigre e Eufrates. A própria cidade foi construída sobre o rio Eufrates e dividida em partes iguais ao longo de suas margens esquerda e direita, com taludes íngremes para conter as cheias sazonais do rio.



Recursos históricos disponíveis sugerem que a Babilônia foi primeiro uma pequena cidade que havia aparecido no fim do terceiro milênio a.C. A cidade floresceu e alcançou a independência, com a ascensão da primeira dinastia Amorita da Babilônia, em 1894 a.C. Afirmando ser a sucessora da antiga Eridu, Babilônia eclipsou Nippur como a "cidade santa" da Mesopotâmia, na época em que um rei amorita chamado Hamurabi criou o primeiro e curto Império Babilônico. Esse rapidamente dissolveu-se após a sua morte e a Babilônia passou longos períodos sob dominação assíria, cassita e elamita. A cidade novamente se tornou a sede do Segundo Império Babilônico de 612 a 539 a.C., que foi fundado por caldeus e cujo último rei foi um assírio. Os Jardins Suspensos da Babilônia foram uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo. Após sua queda, a Babilônia ficou sob dominação aquemênida, selêucida, parta, romana e sassânida. Foi dissolvida como uma província depois da conquista árabe-islâmica do século VII.