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13 de agosto de 2011
11 de agosto de 2011
Dia da Liberdade de Impostos ou "Tax Freedom Day"
“A comemoração serve para termos uma ideia da interferência governamental em nossas vidas, o tamanho da carga que temos de suportar em termos de impostos”, explica Guilherme Reischl, vice-presidente do Instituto Liberdade.
De acordo com Fernando Steinbruch, advogado tributarista, consultor de empresas e diretor do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário), o contribuinte brasileiro trabalha até o dia 27 de maio, somente para pagar os tributos (impostos, taxas e contribuições) exigidos pelos governos federal, estadual e municipal. A tributação incidente sobre os rendimentos é formada principalmente pelo Imposto de Renda Pessoa Física, pela contribuição previdenciária (INSS, previdências oficiais) e pelas contribuições sindicais.
Além disso, o cidadão paga a tributação sobre o consumo – já inclusa no preço dos produtos e serviços – (PIS, COFINS, ICMS, IPI, ISS etc) e também a tributação sobre o patrimônio (IPTU, IPVA, ITCMD, ITBI, ITR). Arca ainda com outras tributações, como taxas de limpeza pública e coleta de lixo.
Steinbruch explica que: em 2003, do seu rendimento bruto o contribuinte brasileiro teve que destinar em média 36,98% para pagar a tributação sobre os rendimentos, consumo, patrimônio e outros. Em 2004 comprometeu 37,81%, em 2005 destinou 38,35%, em 2006 destinou 39,72%, em 2007 comprometeu 40,01%, em 2008 destinou 40,51% e em 2009 comprometerá 40,01% do seu rendimento bruto. “Assim, no ano em curso, dos 12 meses do ano, o cidadão tem que trabalhar 4 meses e 27 dias somente para pagar toda esta carga tributária”, acrescentou o advogado tributarista.
Conheça o imposto pago em alguns produtos:
GASOLINA - 53,03% de impostos - Preço médio R$ 2,60 – sem impostos custaria R$1,22.
TRANSPORTE PÚBLICO - 33,75% de impostos - Preço médio R$ 2,30 – sem impostos custaria R$ 1,52.
CARRO - 38,66% de impostos - Preço médio R$ 22 mil – sem impostos custaria R$ 13.494,80.
GÁS DE COZINHA - 34,04% de impostos - Preço médio R$ 32,00 – sem impostos custaria R$ 21,10.
27 de julho de 2011
Alguns dos marcos do extermínio da Raça humana:
A Santa Inquisição teve seu início no ano de 1184, em Verona, com o Papa Lúcio III. Em 1198, o Papa Inocêncio III já havia liderado uma cruzada contra os albigenses (hereges do sul da França), promovendo execuções em massa. O pesquisador Justine Glass afirma que cerca de nove milhões de pessoas foram acusadas e mortas, entre os séculos que durou a perseguição.
A Peste Negra, que assolou a Europa e a Ásia no século 14 (catorze). Também conhecida como peste bubônica, à doença apareceu em 1.348 e, em dois anos, matou um terço da população européia (estimada em 75 milhões de pessoas). A peste é transmitida por uma bactéria, que tem como vetor a pulga do rato.
A primeira grande Guerra Mundial, de 1914 a 1918, foi um conflito mundial ocorrido entre 28 de Julho de 1914 e 11 de Novembro de 1918. A guerra ocorreu entre a Tríplice Entente (liderada pelo Império Britânico, França, Império Russo - até 1917 e Estados Unidos - a partir de 1917, que derrotou a coligação formada pelas Potências Centrais - liderada pelo Império Alemão, Império Austro-Húngaro e Império Turco-Otomano, e causou o colapso de quatro impérios e mudou de forma radical o mapa geopolítico da Europa e do Médio Oriente). Deixou um saldo de 19 milhões de mortos.
A segunda guerra mundial, de 1939 a 1945 e o holocausto - A Segunda Guerra Mundial, iniciada setembro de 1939, foi a maior catástrofe provocada pelo homem em toda a sua longa história. Envolveu setenta e duas nações e foi travada em todos os continentes (direta ou indiretamente). O número de mortos superou os cinqüenta milhões havendo ainda uns vinte e oito milhões de mutilados.Holocausto de Hitler, saldo de mortos entre 5,6 e 6,1 milhões de judeus mortos no holocausto - Com a subida de Hitler ao poder estava instalada na Alemanha uma ditadura absoluta, que era alimentada por uma ideologia nazi racista (só existe uma raça superior - a raça ariana . As outras raças eram um fator de perturbação na sociedade e haveria que destruí-las ou então teriam de servir a raça superior), com isto começa uma perseguição aos Judeus . As SS haviam sido criadas como guarda pessoal de Hitler e seria a vanguarda do movimento nazi para confirmar o povo alemão como raça superior. O chefe das SS (Himmler) pediu aos alemães que seguissem as teorias genéticas nazis e melhorassem a raça. O Estado concedia empréstimos para encorajar os casais a terem mais filhos e as mães com muitos filhos recebiam medalhas.Acidentes de Trânsito - A Organização das Nações Unidas (ONU) estima que 1,3 milhão de pessoas morrem por ano, em todo o mundo, em razão de acidentes de trânsito.AIDS: 30 milhões de pessoas já morreram e 2,7 milhões são contaminados a cada ano síndrome de deficiência imunológica adquirida (HIV). sendo transmitido principalmente pelo sexo por meio do sêmen , secreção vaginal , fluído preseminal. Esta transmissão pode envolver anal , vaginal ou oral sexo.
CALENDÁRIO - Confira os dez dias que mais mataram no planeta, além dos períodos mais funestos da história
23/1/1556
Número de mortos: 830 mil
Causa das mortes: Terremoto
Local: China
13/11/1970
Número de mortos: 500 mil
Causa das mortes: Ciclone
Local: Bangladesh
25/11/1839
Número de mortos: 300 mil
Causa das mortes: Ciclone
Local: Índia
20/5/526
Número de mortos: 250 mil
Causa das mortes: Terremoto
Local: Turquia
28/7/1976
Número de mortos: 242 mil
Causa das mortes: Terremoto
Local: Tangshan, China
16/12/1920
Número de mortos: 240 mil
Causa das mortes: Terremoto
Local: Haiyuan, China
26/12/2004
Número de mortos: 230 mil
Causa das mortes: Tsunami
Local: Índia
31/1/1942
Número de mortos: 229 mil judeus
Causa das mortes: Genocídio
Local: Europa
5/10/1948
Número de mortos: 110 mil
Causa das mortes: Terremoto
Local: Turcomenistão
28/12/1908
Número de mortos: 100 mil (entre 60 e 200)
Causa das mortes: Terremoto
Local: Messina, Itália!
Fonte - http://mundoestranho.abril.com.br/geografia/pergunta_425282.shtml
Bomba Atômica - Os EUA, por meio da ação militar da Força Aérea, sob ordens do presidente norte-americano Harry S. Truman, bombardearam as duas cidades japonesas nos dias 6 e 9 de agosto de 1945. Em Hiroshima foi jogada a bomba atômica “Little Boy” e, três dias depois, a bomba “Fat Man” em Nagasaki. Até os dias de hoje, as duas bombas foram as únicas armas nucleares utilizadas de fato numa guerra. Estima-se que cerca de 140.000 pessoas morreram em Hiroshima e 80.000 em Nagasaki, além das mortes ocorridas posteriormente aos ataques em decorrência da exposição radioativa.
A humanidade até hoje:
Cerca de 107 bilhões - Mais ou menos 16 vezes mais do que a população atual do planeta. O cálculo foi feito pelos pesquisadores do site Population Reference Bureau (www.prb.org), que reúne dados sobre demografia. Os números obviamente são bem aproximados, a começar pelo primeiro ano de vida humana na Terra: por falta de opção melhor, eles assumem que no ano 50000 a.C. havia dois habitantes no planeta - o primeiro homem e a primeira mulher. Daí em diante, a conta é dividida por períodos e se baseia na média de natalidade de cada um. Por exemplo:de 50000 a.C. pulamos para 8000 a.C., quando o homem descobriu a agricultura e a natalidade explodiu. Nesse intervalo, a população passou de 2 para 5 milhões de habitantes, seguindo uma taxa média de natalidade de 80 nascimentos a cada mil habitantes. Nos períodos seguintes a taxa de natalidade foi caindo até chegar aos atuais 23 nascimentos por milhar. Somando todos os períodos o prb.org chegou, em 2002, ao resultado de 106,4 bilhões de pessoas. Acrescentamos a esse número os dados mais recentes da ONU, que dá conta de que, em 2007, atingimos a marca de 6,7 bilhões de habitantes, ou seja, 485 milhões de pessoas a mais do que os 6,215 bilhões que existiam em 2002. Assim chegamos ao total de 106,941 bilhões de habitantes.
Quanta humanidade - Nos últimos 12 anos nasceu mais gente do que nos primeiros 42 mil anos de vida humana.
19 de junho de 2011
Principais atentados na Rússia desde 1999
Seguem os mais graves cometidos desde 1999.
1999
13 de setembro: 118 mortos em atentado a bomba num prédio do sudeste de Moscou. De 31 de agosto a 16 de setembro, uma série de cinco atentados deixa 293 mortos em todo o país.
2002
23 a 26 de outubro: Um comando checheno com armas e explosivos tomou mais de 800 reféns no teatro Dubrovka, de Moscou. As tropas russas lançam um ataque, no qual morrem 130 pessoas, a maioria asfixiada por gases usados na operação.
2003
5 de julho: Um duplo atentado cometido por mulheres suicidas e a rebeldes separatistas deixa 15 mortos e 50 feridos num show de rock em Moscou.
5 de dezembro: 46 mortos em ataque suicida a um trem no sudoeste da Rússia, assumido pelo chefe de guerra checheno Shamil Basayev.
2004
6 de fevereiro: Atentado com explosivos no metrô de Moscou, reivindicado por um grupo checheno desconhecido (Gazotan Murdash) deixa 41 mortos.
24 de agosto: Duas mulheres conseguem pegar dois aviões depois de subornarem os serviços de segurança aeroportuários e se fazem explodir em voo, ao sul de Moscou e a sudoeste do país, deixando 90 mortos.
1º a 3 de setembro: Um comando pró-checheno faz mais de mil reféns numa escola de Beslan, na república caucásica russa da Ossétia do Norte. Na operação de resgate lançada por forças russas morrem mais de 330 pessoas.
2009
27 de novembro: Um atentado provoca o descarrilamento do trem de passageiros Nevsky Express que liga Moscou a São Petersburgo, deixando 28 mortos.
2010
29 de março: Pelo menos 37 pessoas morrem num duplo atentado com explosivos no metrô de Moscou, atribuído pelas autoridades a duas mulheres suicidas.
9 de setembro: 17 mortos num ataque com carro-bomba em Vladikavakaz, na Ossétia do Norte.
2011
24 de janeiro: Um atentado suicida mata ao menos 35 pessoas e fere 46 no aeroporto de Moscou-Domodedovo, no setor de desembarque de voos internacionais.
Sete ferramentas da qualidade
Diagrama de Pareto
Diagramas de causa-efeito (espinha de peixe ou diagrama de Ishikawa)
Histogramas
Folhas de verificação
Gráficos de dispersão
Fluxogramas
Cartas de controle
31 de maio de 2011
O caminho para o Descobrimento da nossa história parte I
5 de maio de 2011
O uso do método/técnica Delphi no cotidiano das empresas
17 de fevereiro de 2011
O custo e a complexidade dos sistemas de TI
complexidade dos sistemas: as organizações gastam cada vez mais para construir sistemas de TI; e
alinhamento ineficiente do negócio: as organizações consideram cada vez mais difícil manter esses sistemas de TI, sempre mais caros, alinhados às necessidades do negócio.
Em resumo: maior custo, menor valor. Esses problemas, identificados pela primeira vez há 20 anos, alcançaram hoje um ponto de crise: o custo e a complexidade dos sistemas de TI cresceram exponencialmente, enquanto as oportunidades de se produzir valor real com base nesses sistemas ficaram extremamente reduzidas.
O ponto principal, hoje: custo ainda maior, valor ainda menor. Organizações de grande porte não podem mais dar-se ao luxo de ignorar esses problemas. O campo da arquitetura corporativa que há 20 anos tinha ares quixotescos, hoje se mostra muito profético.
Nos últimos 20 anos, muitas metodologias arquiteturais corporativas apareceram e desapareceram. Atualmente, cerca de 90% do campo usa uma das quatro metodologias seguintes:
• framework Zachman para arquiteturas corporativas: embora auto-descrita como um framework, seria, na verdade, melhor definida como uma taxonomia;
• framework arquitetural do Open Group (TOGAF): embora denominado um framework, seria, na verdade, melhor definido como um processo;
• arquitetura corporativa federal (FEA): pode ser vista como uma arquitetura corporativa implementada ou como uma metodologia prescritiva para a criação de uma arquitetura corporativa;
• metodologia Gartner: pode ser melhor descrita como uma prática arquitetural corporativa.
Este artigo discute essas quatro abordagens da arquitetura corporativa. Faz isso no contexto de uma empresa fictícia, que enfrenta alguns problemas operacionais nada ficcionais. Esses problemas incluem:
sistemas de TI tornando-se incrivelmente complexos, com manutenção cada vez mais cara;
informações de missão crítica consistentemente desatualizadas e/ou totalmente erradas;
cultura da desconfiança entre os lados comercial e tecnológico da organização.
De que forma a empresa deveria escolher entre essas quatro diferentes abordagens da arquitetura corporativa? Este artigo traça o caminho que, provavelmente, a empresa enfrentará usando qualquer uma dessas metodologias.
Ao examinar detalhadamente cada uma delas, somos surpreendidos pelo fato de que nenhuma é realmente completa. Cada qual tem pontos fortes em algumas áreas e fracos em outras.
Para muitas empresas, nenhuma dessas metodologias será, portanto, uma solução completa. Para essas organizações, este artigo propõe outra abordagem, que podemos chamar de metodologia mista. Escolha pedaços e itens de cada uma dessas metodologias, modificando-os e mesclando-os de acordo com as necessidades específicas da sua organização. Este artigo oferece uma abordagem para criar essa metodologia mista que pode representar o melhor ajuste para as necessidades da sua organização.
Todavia, mesmo uma metodologia mista só será adequada na medida em que a organização estiver comprometida com as mudanças. Este compromisso deve advir do mais elevado nível da organização. O lado bom dessa história é que, se houver um compromisso verdadeiro com a mudança e uma metodologia sob medida para orientar essa mudança, a velha promessa de há 20 anos da arquitetura corporativa fica ao alcance das mãos.
A promessa não mudou: reduzir o custo e a complexidade de TI e, ao mesmo tempo, aumentar o valor e a eficiência do negócio - ou de modo ainda mais simples, aprimorar a sua capacidade de concorrer em um mundo cada vez mais competitivo.
8 de dezembro de 2010
Um Natal Diferente!!
Natal de pinheiros enfeitados por bolas coloridas e muito dourado, que tem como símbolo um Papai Noel bem nutrido, gordo e feliz, que é esperado nas casas das crianças que têm posses, com os presentes por elas sonhados e que se esquece das crianças pobres, que mais uma vez ficam sem ter os seus desejos satisfeitos...nem neste dia - o dia em que comemoramos o nascimento de Jesus, nosso símbolo de Amor.E aí eu me pergunto, se já não estaria na hora de mudarmos isto.Se, agora que já compreendemos melhor o que se passa, não deveríamos romper com as tradições, com o conformismo de viver imitando sempre o que tem sido, para começar a agir de forma mais coerente e festejar um Natal mais cristão.Pensemos: Jesus é o homenageado.Bem o que gostaria que nós fizéssemos num dia como esse, o que foi que nos ensinou?A ajudar aquele que tem menos que nós, a perdoar aos que nos ofenderam, a amar incondicionalmente a todas as criaturas.
Se posso dar presente a meus amados, por que não separar um pouco pra dar aos que talvez não tenham sido nunca objeto do amor de alguém?Se posso ter uma mesa repleta das comidas que gosto, por que não lembrar de levar alguma coisa gostosa e bonita, para aqueles que talvez ainda não tenham se alimentado hoje?Será justo que o Príncipe do Amor só seja festejado nas casas dos que têm dinheiro?Logo Ele, que veio para os humildes, os doentes, os fracos, os caídos?Bem sei que concorda comigo - precisamos mudar.Se não podemos transformar o mundo todo, que modifiquemos apenas o nosso Natal em família.
Neste Natal novo, vamos comprar alimentos para os necessitados.Vamos levar um presente bonito para uma criança pobre, pelo menos para uma e vamos esquecer tantos gastos desnecessários que fazemos, comprando supérfluos que não nos melhoram em nada a vida. Usemos esse dinheiro para aliviar, um pouco que seja, a dor dos que sofrem, dos que estão sós e com fome. Cada família pode escolher um local pra ajudar, uma pessoa para presentear.
O importante é que este ano a gente estenda um pouco mais o nosso amor e se lembre de alguém que precise mais do que nós. Assim, tenho a certeza de que Jesus será o Papai Noel do nosso Natal, sem roupas vermelhas, sem gorro, não tão gordo e bochechudo, mas nos trazendo Paz, Serenidade e Alegria! As mudanças todas são abençoadas, no reinar de um Novo Milênio, para uma humanidade que já se cansou de tantos erros e espera pela Paz!
(Autor Desconhecido) Desejo a você um natal diferente e mãos à obra!
14 de novembro de 2010
Camargo Corrêa lidera doações de campanhas
As principais empreiteiras do país, que detêm maior volume de contratos relativos a obras públicas, doaram R$ 111 milhões a partidos e candidatos nas eleições de 2010. Registros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram que a Camargo Corrêa é a campeã de doações - repassou R$ 50 milhões a políticos. A Queiroz Galvão, outra gigante da construção civil, fez aportes que somaram R$ 46 milhões. A OAS liberou14, 94 milhões. Os dados são parciais e constam das prestações de contas dos candidatos e comitês de campanha e dos relatórios que as próprias empreiteiras enviaram aos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) e ao TSE. Nem todo o montante desembolsado já foi comunicado às cortes eleitorais.
Os candidatos que disputaram segundo turno ainda têm prazo legal até o fim de novembro para apresentar nova prestação de contas. Os R$ 111 milhões foram transferidos para o caixa de campanha de candidatos que concorreram a cargos em Assembleias estaduais, Câmara e Senado. Também foram contemplados políticos que disputaram cargos no Executivo, governo dos Estados e Presidência da República. As empreiteiras ocupam de longe o primeiro lugar no ranking dos maiores doadores.
Em nota, a Camargo Corrêa destacou que as contribuições do grupo para as campanhas eleitorais "são realizadas em respeito à legislação em vigor" e o crescimento dos valores repassados em 2010, em comparação a outras eleições, "insere-se em um contexto compatível com a expansão da receita bruta que, entre 2005 até 2009, atingiu um valor 2,5 vezes maior". O assessor de imprensa da Carioca Christiani-Nielsen, Mário Lobo, informou que a empresa "não tem interesse em se manifestar". A OAS não atendeu e a Mendes Júnior não se pronunciou. A Serveng informou que as doações estão integralmente registradas. Constran e o Grupo Andrade Gutierrez garantem doações legais.
16 de setembro de 2009
Melhor prática, melhor SLA
por Irineu Uehara Fonte: Revista eManager – Edição no. 41 – Julho 2003.
Gerenciar a área tecnológica, nos moldes preconizados pelo ITIL (Information Technology Infrastructure Library), é identificar, ativa e dinamicamente, os serviços de TI essenciais aos negócios e à estratégia de uma organização e entregá-los dentro dos requisitos adequados de disponibilidade, performance e segurança estipulados nos SLAs (Service Level Agreements).
As melhores práticas compiladas no modelo britânico são, portanto, imprescindíveis à estruturação, de uma maneira orientada a processos, do delivery de serviços que assegure o cumprimento dos SLAs. O entendimento de fundo é de que se deve medir TI pelo valor que ela agrega. Em outros termos, métricas de desempenho são, acima de tudo, métricas de negócios, cabendo aos gestores monitorar cada elemento da infra-estrutura de TI levando em conta o serviço e a aplicação que ele suporta.
Nesse sentido, a primeira dificuldade com os SLAs é que não raro os departamentos de TI, ainda posicionados como centros de custos, não tratam a prestação de serviços como um negócio, como nota William Giotto, gerente de desenho e integração de soluções da HP. "A abordagem excessivamente técnica gera frustração dos dois lados, tanto do profissional que faz o SLM (Service Level Management) pelo lado de TI quanto das áreas de negócios. Fala-se muito em bits e bytes e não a língua do usuário", lamenta ele.
Quem faz uso dos serviços precisa saber medir e avaliar o impacto deles no seu dia-a-dia. O extrato que contém a medição dos SLAs, preconiza Giotto, tem de estar em uma linguagem inteligível para quem está empregando a tecnologia. Isso é imprescindível sobretudo para que se possa aferir o retorno do investimento e os benefícios que TI está trazendo ao negócio. "A partir daí, se pode galgar o nível que o Gartner classifica como de geração de valor do serviço de TI para o business, medindo-se o SLA pelo que ele agrega de valor", arrremata ele.
Na verdade, antes de se formalizarem os SLAs e se estabelecer toda a cadeia de gerenciamentos para sustentá-los, vale indagar qual o cardápio de serviços que será colocado à disposição, com que qualidade eles serão prestados, quando e por que são usados. "Implantando o SLM de um modo mais abrangente, o ITIL trata de cercar todos os itens de configuração de um serviço, desde os skills dos funcionários envolvidos", salienta Ricardo Martins, gerente de consultoria de software da BMC Software.
Dinamismo na gestão
De resto, para encetar uma gestão dos níveis de serviços participativa, é crucial entender que o SLA não pode ser uma planilha com métricas totalmente estáveis. Essa modalidade de acordo, pelo contrário, tem de ser dinâmica, porque a vida de negócios é dinâmica, adverte José Roberto Cordeiro, diretor de serviços gerenciados da HP.
Há que se considerar, prossegue ele, que um business reage em função dos movimentos da demanda e da concorrência: "TI precisa ter uma flexibilidade tal que, quando é acionada pelo negócio, deve reagir, se adaptar e se reposicionar para produzir os resultados requeridos, se pretende corresponder às exigências do mercado".
Nessa linha, a gestão dos SLAs, a ser efetuada junto com o board executivo da organização, deve alicerçar-se não só na análise do momento atual, mas também antecipar-se a tendências futuras de curto, médio e longo prazos. "É dessa forma que conseguimos alimentar com mais eficiência a dinâmica dos SLAs, para eles poderem compatibilizar-se sempre com as estratégias", completa Cordeiro.
Erivaldo Sousa, gerente da área de delivery da HP, de seu lado, postula que é preciso discutir permanentemente com os clientes o que pode ser ajustado e melhorado nos acordos de serviços. "Na curva do SLA, vão sendo superados, sucessivamente, os desafios de deixar a operação estável, de melhorar o nível de serviço até atingir o ponto da excelência", enumera.
O grande obstáculo na hora da montagem de um SLA é definir o que mensurar dentro da prestação de serviços. É essencial, dessa maneira, acionar mecanismos para mostrar o que está sendo concretamente agregado em termos de valor. "Há uma diferença entre prestar serviços e cumprir níveis de serviços. O modelo ITIL/ ITSM garante que aquilo que está sendo fornecido tem um nível de serviço agregado", finaliza Sousa.
O quadro geral da gestão de SLAs ganha ainda maior complexidade quando se considera, adicionalmente, que nas implementações o fenômeno corriqueiro é um fornecedor "guarda-chuva" mobilizar um conjunto de parceiros subcontratados no atendimento a um cliente.
Impõe-se, neste caso, repassar as obrigações assumidas com esse cliente ao universo de provedores mobilizados nos projetos, o que é denominado de compromisso back to back. Deve-se, por isso mesmo, na cadeia de alianças e parcerias, fomentar a cultura de integrar os distintos SLAs em estreita conformidade com os requerimentos colocados pelas implementações.
Além do mais, segundo Cordeiro, cabe ao fornecedor principal ter em mãos o histórico de atividades e a definição precisa das competências dos parceiros em relação à consecução de um dado escopo. "Tomamos cuidado na seleção das parcerias, procurando trabalhar com eles a melhor definição do que o projeto significa para todos, não só no contexto de perdas que podem ser infligidas ao cliente, mas também no tipo de exposição negativa que pode nos atingir", explica o diretor de serviços gerenciados.
Simultaneamente, cabe pôr em marcha um sistema de gestão de fornecedores que auxilie no acompanhamento de todas as atividades de acordo com as métricas formuladas com os clientes. O objetivo é checar o que realmente está sendo entregue ao longo de toda a cadeia de valor. "Há ferramentas de gestão para automatizar o máximo possível esse processo a fim de facilitar o trabalho do gerente de delivery, uma figura que temos internamente, encarregada de olhar mais o lado operacional e fazer uma gestão ponta a ponta", informa William Giotto.
Uma preocupação crítica, nesse contexto, é o pleno suporte à contingência, dentro do princípio de que, se houver falha, o cliente não pode ficar com a solução fora do ar. "Sempre que pensamos numa extensão do serviço a terceiros, há que se considerar também o plano B. Temos, a esse respeito, um posicionamento bastante cauteloso, contemplando sempre o contingenciamento. Isso não elimina o risco, mas o minimiza bastante", aponta José Cordeiro.
Seja como for, o especialista prevê que o amadurecimento nas relações entre cliente e fornecedor vai redundar, nos próximos anos, na celebração de contratos de riscos entre ambas as partes, prevendo-se penalidades em caso de insucesso e bônus quando houver bons resultados.
16 de novembro de 2008
Top 10: Os Melhores Gadgets de 2008 | Incógnito.
Inovações: Quem disse que os processadores não poderiam ficar mais rápidos,estavam enganados…muito enganados."
25 de setembro de 2008
Gerência de projetos: o que é o processo Scrum
- dividir os produtos a serem entregues em equipes multidisciplinares menores;
- essas equipes recebem o backlog de produtos a serem entregues em uma determinada linha de tempo;
- ao iniciar o processo, diariamente a equipe se reúne por 15 a 30 minutos para acompanhar de perto a evolução do backlog e listar as causas de possíveis problemas que possam estar atrapalhando o andamento do processo.
24 de setembro de 2008
Novo conceito em telefonia fixa e banda larga da GVT marca o fim do monopólio em Salvador
A GVT, empresa que se destaca no desenvolvimento de soluções e prestação de serviços de telecomunicações no Brasil, chega a Salvador com padrão de atendimento, qualidade e velocidade de Internet banda larga inéditos no mercado baiano. O início das atividades na capital da Bahia parte de 45 mil acessos físicos construídos, que geram capacidade para instalar 45 mil linhas de voz e o mesmo volume de serviços de Internet banda larga (ADSL). O investimento inicial é de R$50 milhões em 2008 e concentra-se, na primeira etapa, em bairros como Amaralina, Barra, Caminho das Árvores, Canela, Comércio, Graça, Jardim Apipema, Pituba e Vitória. Até o final do ano, a empresa prevê ampliação de 45% na área inicial de cobertura e novas expansões para o ano de 2009. Neste primeiro ano de operação, estão sendo gerados cerca de 700 empregos, entre funcionários diretos e terceirizados para atividades de construção de rede, vendas, operações e instalação de serviços.
Salvador é a primeira capital do Nordeste atendida pela GVT e faz parte do plano nacional de expansão da empresa que tem licença para atuar em todas as cidades brasileiras. “Escolhemos Salvador porque o mercado local está muito disposto a consumir produtos e serviços de telecomunicações inovadores, especialmente em Internet banda larga”, afirma o vice-presidente da Unidade de Negócios Varejo da GVT, Alcides Troller Pinto. A GVT já havia anunciado que ingressaria em uma nova grande cidade ainda este ano, dentro de seu plano de expansão que inclui outras novas cidades a serem lançadas ao longo de 2009. Atualmente, a GVT tem 1,54 milhão de linhas em serviço em cidades da região Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país.
Fonte: http://www.gvt.com.br/portal/saladeimprensa/interna.jsp?news=726&languageAcronym=ptBR
28 de abril de 2008
Nada é o que parece! parte I
6 de novembro de 2007
CONTACT CENTER: TRANSFORMANDO RELACIONAMENTO EM NEGÓCIOS
Por: Anna Zappa
Pesquisas revelam crescimento no setor de Contact Center Nunca as páginas das revistas e jornais especializados em Tecnologia da informação, marketing e vendas foram tão voltadas para o segmento que promete ser o vetor dos maiores investimentos em tecnologia da atualidade: O Contact Center.
O crescimento dos negócios via telemarketing, marketing direto e o próprio e-commerce são as maiores molas propulsoras dos negócios focados em atendimento personalizado e help desk baseado em atendimento remoto.
Os números divulgados pelos veículos de maior credibilidade nos segmentos afins apontam um crescimento acelerado nas operações de Contact Center e suas derivações: a revista Gestão Empresarial, por exemplo, acredita em uma evolução em progressão geométrica, partindo de modesta soma de 34 milhões de dólares movimentados em 1998, passa a estimar a quantia de 170 milhões para o ano 2000 e de entusiasmantes 1.14 bilhões para 2.003. Baseados em fontes do IDC de 1999, estes números são capazes de aquecer o mercado de tecnologia da informação de uma forma nunca imaginada anteriormente.
Se nos detivermos somente no segmento de Telemarketing, inbound ou outbound, os números continuam animadores, seguindo a tendência apontada pela tecnologia da Informação. Recente pesquisa divulgada pela ABT (Associação Brasileira de Telemarketing) mostra que o crescimento e a profissionalização no setor têm sido uma constante.
A ABT aponta um crescimento, no comércio, da ordem de 32,1% do faturamento via telemarketing. Nos serviços não financeiros, o incremento alcançou a marca de 27,5% e enquanto que nos financeiros chegou a 8,5% e na indústria a 23,4%. Também os investimentos nestes setores, no ano de 1999, o maior crescimento observado foi na área de recursos humanos (43% do bolo total), denotando uma preocupação com a qualidade cada vez mais acentuada.
Normas de qualidade, como a COPC 2000, criada especificamente para auferir qualidade ao serviço de atendimento como um todo, passam a ser quesitos importantes na nova realidade do mercado, que já possui números consistentes para justificar os investimentos em Call Center.
Cases de grandes empresas que conseguiram efetivamente transformar seu Call Center num centro gerador de negócios, numa transição para Contact Center, vêm estimulando o mercado como um todo na busca pela excelência e qualidade dos serviços.
A opção pela terceirização aparece, então, como a grande saída para a otimização dos serviços sem a preocupação constante com up grades de tecnologia e turn over de recursos humanos, cada vez mais especializados.
Novamente a ABT divulga que 10,3% das empresas que utilizam serviços de telemarketing, optaram pela terceirização dos serviços, na busca pela qualidade com redução de custos e especialização.
Isso porque, terceirizando suas operações de Contact Center, as empresas conseguem ao mesmo tempo, garantir a excelência no atendimento e nas ações de marketing e vendas dirigidas, sem preocupar-se com o backstage da operação, reservando seu tempo integral para o core business de seu segmento.
Além disso, a opção pela terceirização visa também atingir padrões de produtividade dificilmente obtidos em uma estrutura própria, seja pela ausência de mecanismos de monitoração, seja pela especialização da mão de obra.
Também a relação custo/benefício é um fator determinante no momento da opção entre site próprio ou terceirizado. Segundo a revista Consumidor Moderno, o custo com a implantação de um Call Center com estrutura semelhante ao de um terceirizador, em estrutura própria, custariam quase que 100% mais para a empresa do que a opção terceirizada(vide quadro).
A entrada de players internacionais no negócio também sinaliza a perspectiva de crescimento contínuo, a curto prazo.
A revista RNT aponta uma perspectiva de crescimento no setor específico de Call Center, na ordem de 30% para o ano 2000, relativamente a 1999. Seguramente nenhum outro setor da economia cresceu tanto! Para esta estatística a publicação embasa-se em estudo divulgado pelo renomado instituto de pesquisa norte Americano Datamonitor e em estudos da nossa ABT.
Ao que parece, uma nova era se anuncia: a era da empresa voltada para o cliente, com uma preocupação constante com a qualidade do atendimento, com o cruzamento de informações para a geração de novas oportunidades de negócios, e sobretudo, com o fato de fazer sempre o melhor, para os melhores clientes, no menor espaço de tempo possível, de preferência bem antes que seu concorrente o faça!

