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28 de dezembro de 2011

Seria a homossexualidade uma escolha?



"Seria a homossexualidade uma escolha? "


"Nascemos assim ou será resultado da educação ou socialização? "




É uma condição normal do corpo ou uma simples e pura experimentação dos nossos desejos?

Começo te perguntando. O que em nossa vida não é uma escolha? - Poucas coisas. Creio que será uma das respostas. Ou ainda outra resposta seria - Tudo àquilo que  já veio definido, sem possibilidades, o restante eu decido! O assunto acerca da sexualidade dos seres humanos geram muitos desdobramentos, não pretendo aqui esgotar o tema, mais sim esclarecer mitos (idéias falsas) e tabus (permissividades convencionais).

A sexualidade humana entre homens e mulheres, homens e animais ou homens e homens fala de atos e não de pessoas, ou seja, não está vinculada a um determinado tipo de pessoa, mas é vista como um comportamento possível a qualquer indivíduo independentemente dos corpos (homem e mulher) ou do gênero (masculino, feminino e sodomita). De acordo com os dados do Censo 2010, divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o Brasil tem 60.002 casais gays que vivem juntos. Esse foi o número de cônjuges que se declararam do mesmo sexo do responsável pelo domicílio. O número representa apenas 0,2% do total de cônjuges – 37,547 milhões em todo o país. É a primeira vez que o dado foi pesquisado.


O homem não pode requerer seus direitos criminalizando quem não concorda com ele. O projeto 122/2006, equipara a lei PL-122  ao crime de Racismo Lei nº 7.716/89, dessa forma os homossexuais estariam protegidos como uma raça. Se aprovado irá permitir, por exemplo, que condutas homossexuais não sejam criticadas ou desestimuladas, impedir de conduzir seu filho na prática heterossexual, dar ensinos criticando a homossexualidade a crianças e jovens como ocorre nas escolas e em casa e até que sejam proibidas leituras de "textos sagrados" que falam contra a homossexualidade.

O homossexual se sentido ofendido psicologicamente, poderia entrar com ação contra quem se pronunciasse contra a homossexualidade que pode pegar pena de 2 à 5 anos de cadeia. Essa proposta de lei é criminalização de quem não concorda e poder ser é a primeira porta para a pedofilia e outros semelhantes.Portanto, fica claro que misturar tudo isso e caracterizar como HOMOFOBIA, assunto que trata o projeto de LEI 122 é muito mais do que a cereja do bolo é antes de tudo um devaneio de uma minoria que tenta a todo custo garantir privilégios a um segmento da sociedade em detrimento da liberdade de todo um país.


Hoje, se você é gay, você é obrigado a interpretar toda a história humana, toda a sociedade, todos os valores, filosofias e religiões, em função da sua homossexualidade. A homossexualidade tornou-se a chave para a compreensão do Universo. Claro, isso evidentemente é loucura! Portanto, eu digo o seguinte: ser gay, ser homossexual não é doença, reafirmo isso, com o risco de ofender a quem não entenda o que estou a dizer. Mas, ser gayzista é uma doença psicológica gravíssima! É monomania! É, na melhor das hipóteses, conduta histérica, em que o desejo sexual do sujeito, ou sua fantasia sexual, colore e tinge a visão inteira do Universo. Você acha que isso possa ser normal? É normal que quando o sujeito analise algum problema sociológico, o faça [unicamente] do ângulo de sua fantasia sexual? Esse sujeito [típico gayzista monomaníaco] quando olha o problema seja da criminalidade, economia ou política, o faz [sempre e unicamente] através da lente de seu desejo sexual. E assim por diante. Isso não é ser gay, e sim gayzista! Gayzista é um monomaníaco, tarado, louco, incapaz de analisar as coisas senão pelo [prisma de] seu desejo sexual. (…) Se o sujeito analisasse dessa forma as outras diversas condutas sexuais em geral, já seria louco. 

Gayzismo é um movimento político organizado de alcance internacional, de cunho marcadamente fascista e totalitário, conduzidos pelas esquerdas marxistas em boa parte dos países do Ocidente, e alavancado pelas políticas da ONU através de discursos em favor de pretensos “direitos humanos” das comunidades LGBT. Não se enganem: todos os governos, mesmos os ditos de direita, estão tomados por marxistas fundamentalistas. Sobre o Gayzismo, em uma frase: “Todo gayzista é homossexual, mas nem todo homossexual será um gayzista“. Essa política gayzista nada tem a ver com sexo [orientação sexual]; o sexo [como motivo] é como que uma isca para atrair idiotas, juntando um monte de militantes para dar uma força para eles [os gayzistas]. (…) Aquele que se mete em movimentos gayzistas não o faz para proteger seus direitos e desejos sexuais, mas pelo desejo psicopático de remodelar o mundo à luz de seu desejo sexual. (…) O que os caras [gayzistas] querem é implantar uma ditadura gayzista que vai descambar em perseguição direta de cristãos. Isso é certo que acontecerá [se eles baterem suas metas pérfidas].


Nossas crenças apenas nos permitem vislumbrar o que é útil e o que é prejudicial no mundo em que estamos imersos. De fato estamos presenciando um estado de violência simbólica anticristã em proporções apocalípticas. É ódio anticristão! No entanto, temos sim gente boa que advoga a família e a integridade de nossa sociedade, combatendo e registrando essas infâmias para que a sociedade se conscientize da perversão dessa revolução imoralizante dos gayzistas. 

Foi depois do advento da separação da medicina geral do corpo da medicina do sexo, com a publicação, em 1846, da Psychopatia Sexualis, de Heinrich Kaan, que passou a vigorar "um domínio médico-psicológico das `perversões', que viria a tomar o lugar das velhas categorias morais de devassidão e da extravagância"

É notório e reconhecido que nos é concedido o poder e direito de escolher o que ser ou praticar. Será que tudo que está dentro das nossas possibilidades nos convém fazer? É lícito fazer tudo que quero simplesmente por poder fazer? Eis um bom exercício mental. Em todas as espécies, existem diferenças entre machos e fêmeas. Falando de seres humanos é invenção humana a busca por estabelecer diferenças de gênero? Não é a anatomia e fisiologia, ou seja, corpo e o comportamento dos homens diferentes do corpo e comportamento das mulheres. Biologicamente, não será o relacionamento sexual entre HOMENS e MULHERES é  importante para a preservação da espécie?


Sexo e Amor são conceitos totalmente diferentes, porém, complementares. A esmagadora maioria das espécies de animais fazem sexo para se reproduzir, porém, a única espécie no mundo capaz de fazer sexo sem objetivo da reprodução (sexo por sexo e sem amor) ou ainda com a capacidade de AMAR (sexo com amor) é a raça humana. Bicho não ama pois o amor parte de uma decisão cognitiva, e, consequentemente não faz sexo porque ama, será que também somos assim?

A homossexualidade (actos sexuais pessoas do mesmo sexo) trouxe a nossa sociedade doenças avassaladoras que ceifam a vida de muitos jovens, na saúde morrem aos milhares por falta do coquetel anti-HIV por falta de recursos públicos e os que não morrem carregam, infecções, dano à elasticidade anal, hemorróidas, DST's, por todo o resto da vida pela prática do sexo anal e seus malefícios. Enquanto isso nossos governantes através do Programa Nacional de Doença Sexualmente Transmissível e Aids, concede benefícios especiais à GLBT, como, por exemplo, o financiamento público de suas paradas gays e frivolidades tais. O Governo Federal destinou R$ 1 milhão a parada gays em 2011.


Existe de fato perseguição contra gays?

As lideranças gayzistas (que são apenas umas centenas que ganham muito dinheiro com isso, querem mais vantagens e mais Poder) dizem que em torno de 16% da população são homossexuais. Não são, mas admitamos que sejam, hipoteticamente. Ora, no Brasil ocorrem [em torno de] 50.000 homicídios por ano. Isso quer dizer que se houvessem 8.000 assassinatos de homossexuais por ano, isto estaria dentro da expectativa estatística normal. Ou seja: para que você dissesse que há uma onda de violência anti-gay, você precisaria que a quantidade de gays mortos ultrapassasse sua participação estatística [alegadamente homossexual] no conjunto da população. (…) Mas, [acaso] ocorrem 8.000 homicídios de gays por ano? Claro que não! São em torno de cento e poucos casos! Ou seja: entre os vários grupos sociais brasileiros, [os homossexuais] dizem que estão expostos a riscos? Homossexuais são os que [estatisticamente] menos estão expostos a riscos [de sofrerem homicídios]. Se houvessem 8.000 casos de homicídios de homossexuais, isso não configuraria um quadro de violência específica contra gays, já que ainda estaria dentro da expectativa estatística real [segundo os dados declarados pelos gayzistas]. (…) Ao invés disso, pegam os cento e poucos casos reais [nem todos por homofobia apurada] e dizem: ‘Olhem aqui a onda de violência [contra os gays]!’.

Para o caso em que] todo e qualquer homossexual que morra, já existe a presunção de que o sujeito foi morto por ser homossexual (…) sem nem mesmo termos qualquer prova de ter sido mesmo por haver ódio anti-gay; e mais: por esse [suposto e presumido] ódio ter sido motivado por motivos bíblicos! Então, me mostrem um caso, um único caso sequer (pelo amor de Deus!), em que o cara leu a Bíblia e disse ‘meu Deus, isso aqui é uma abominação; vou sair matando gay ‘. Não existe um único sequer [assim e documentado]!

“A verdade que fora distorcida é que homens gays estiveram no cerne de todos os maiores movimentos fascistas que já existiram – incluindo os que assassinavam gays em câmeras de gás e os ‘homocidas’ do Terceiro Reich. Com exceção de Jean-Marie Le Pen, todos os grandes vultos fascistas na Europa dos últimos 30 anos eram gays. Está na hora de admitir uma coisa. Fascismo não é um fenômeno que acontece lá fora, um hábito desagradável adquirido por jovens obtusos. É – ao menos, em parte – algo inerente aos movimentos gayzistas, e está em tempo de os gays não-fascistas acordarem e encararem a música que a ‘banda’ está tocando.” Em Roma, [antiga] nas altas classes, o homossexualismo era perfeitamente aceito, era normal, etc. Então, a elite dominante romana era composta maciçamente de gays, inclusive notórios imperadores, como Nero, Calígula, Adriano. Quem condenou os cristãos a serem comidos nas arenas por leões, torturados, crucificados? Foi esta gente [elite gay romana] que foi responsável pelo massacre de cristãos durante três séculos!

A partir do momento em que você começa a criminalizar os sentimentos, você deixa claro que não compreende aquelas pessoas, que não as vê como seres humanos, mas como seus inimigos. Ou seja, seu grupo de referência tomou o lugar [do resto] da humanidade. Então, [nesse caso,] evidentemente você é louco! Deve haver leis que protejam os homossexuais contra agressões? Claro que sim, mas também deveria haver leis para punir esse tipo de conduta [citado anteriormente] que só serve para suscitar a confusão moral na sociedade [e mais], para fomentar o crime. No momento em que o sujeito acha que um país inteiro deve ser educado segundo a ideologia gayzista para prevenir 165 homicídios [de homossexuais; números oficiais para o Brasil], dos quais [ao menos] metade foram cometidos por também homossexuais, o que ele estar querendo dizer? Ele estará acusando um país inteiro de ser [presumidamente] criminoso, assassino, homofóbico e perseguidor de homossexuais. E, claro, essa é uma ideia louca! Essa homofobia [nacional e generalizada] não existe! O que existe [no mais, não ignorando os raros casos de homicídio por ódio anti-gay] são garotos de programa, eles mesmos homossexuais, que comem o sujeito [gay] e depois os matam [por diversos motivos: psicopatológicos, por dinheiro, etc.]!” [Olavo de Carvalho, supra]

O Dr. Freud interpretava todos os problemas sob a ótica sexual? Não! Ele nunca interpretou política e economia em função do motivo sexual, pois ele sabia quais eram os limites de sua abordagem. Ele não era um sexomaníaco nesse sentido. Agora, o gayzista interpreta tudo em função do tema ‘homossexualidade’ e não entende a psicologia dos outros; ele explica a psicologia alheia sempre de forma pejorativa [e irônica], estranhando as pessoas ao invés de compreendê-las. Por exemplo, eu entendo perfeitamente a conduta homossexual assim como entendo as pessoas que têm repulsa ao homossexualismo. São reações normais que, ora umas gostem [e preconizem] umas coisas, ora outras sintam repulsa por essas mesmas coisas. Então, nem os primeiros nem os segundos cometem crimes nesse sentido [sobretudo, crimes de opinião, nesse caso]. (…)

A discriminação de gays, tem de ser punida por lei, mas a simples expressão de uma opinião é um direito constitucional [de todos]. Por que será que discurssos anticristão são censurados publicamente e satanizado pela mídia?? Simples, porque ele fala do que apetece à mídia e à militância gayzista! 


Já podemos ver uma campanha futura de descriminalização e legalização da pedofilia [no Brasil].

Será que as mortes de homossexuais são motivados em sua grande maioria por pessoas que discrininam o homossexualismo? E a violência de homossexuais contra homossexuais? E os crimes passionais, sem falar nos cometidos pelo abuso de álcool e drogas, rixas de caráter pessoal? Quantos teriam sido mortos como resultado do envolvimento direto com atividades criminosas, tais como tentativas de homicídio ou de assalto, extorsão, estupros, seqüestros, contrabando, narcotráfico, etc.?


Sabemos que é possível aos humanos, seres racionais e dotados de faculdades mentais e sentimentais, separar totalmente o sexo do amor. A prática constante do sexo pelo sexo? Será que é essa a nossa natureza? o Amor é a maior força que existe no mundo que conhecemos, e, permanece sendo o maior poder, dom, tesouro em outros mundos.


Este modo de amar que estou falando é bem diferente do que estamos habituados a pensar e ver, mas a maneira de e pela qual fomos feitos, é o nosso DNA, somos originários do AMOR, não de uma luz, de outro poder, mais essencialmente do AMOR. Tudo deriva do AMOR essa é a nossa singularidade!


Presenciamos várias ações do governo federal brasileiro primeiro o Kit Gay do Ministério da Educação e MEC querendo influenciar as escolhas sexuais dos jovens, em formação de cárater, agora mais recentemente a PL 122, uma grave violação dos direitos humanos do cidadão comum, que objetiva cecear o direito de livre expressão ante ao levante homossexual no brasil.


“Definitivamente não vivemos em um País homofóbico. O homossexual não tem as mesmas garantias e proteções legais que um heterossexual? Quem mata e agride homossexuais agride aposentados, quem mata homossexuais mata um portador de deficiência." 

Outro post sobre esse assunto clique aqui!

27 de dezembro de 2011

Eventos de TI

CAMPUS PARTY - Maior evento de entretenimento eletrônico
Trata-se de um encontro anual realizado desde 1997, que reúne, durante sete dias, milhares de participantes com seus computadores procedentes de vários pontos do Brasil e do mundo com a finalidade de trocar experiências e realizar todo o tipo de atividades ligadas ao mundo da tecnologia e da cibercultura. 

CONSEGI - Congresso Internacional de Software Livre e Governo Eletrônico
O evento é essencialmente um debate democrático do governo com a sociedade a repeito de políticas públicas de informática com software livre. A disponibilização de dados governamentais abertos foi, por exemplo, um dos assuntos discutidos.

SBSI - Simpósio Brasileito de Sistema de Informações
Busca gerar oportunidades de parceria entre governo, academia e empresas na área de sistemas de informações. 

JUST JAVA
Mostra os principais avanços e tendências da Tecnologia Java, através de palestras técnicas, tutorias e casos de sucesso.

Alguns outros não menos importantes: 
HACK'N RIO 
LATINOWARE 
SGTI - Seminário de Gestão de Tecnologia 
Fórum Internacional de Software Livre 
Encontro Brasileiro da Comunidade Python Brasil 
Conferência Brasileira de POSTGRESQL 
Oficina de Inclusão Digital
Se quiser completar essa minha lista, basta postar sua dica ou sugestão abaixo.

8 de novembro de 2011

Será o programador um poeta?

Chamamos de programa ou aplicativo uma sequência de instruções elaboradas e codificadas em linguagem de programação, a qual é compreendida tanto pelo programador quanto pela máquina.

Então a máquina transforma essas instruções em ações que visam atingir objetivos funcionais específicos, como, por exemplo, escrever textos, criar planilhas eletrônicas, navegar e se comunicar pela Internet, criar desenhos e gráficos, entre tantas outras funções.

Logo, podemos reparar que, desde a mais simples tarefa até a mais fantástica ação de um computador, tudo só ocorre porque alguém - o programador - mostrou à máquina o que ela deveria fazer. Como? Através da junção de conhecimentos e do fantástico poder de criação e inovação do homem.

Homem fazendo computador de marionete pois o computador não pensa. Precisa alguém dizer o "programa" é o passo-a-passo. Diz como é pra fazer cada passo do roteiro o computador, ligeiro faz logo acontecer.

Cada programa é escrito por um sábio escritor que escreve o passo-a-passo como quem está a compor. E escreve totalmente como só ele entende Esse é o programador o programa assim escrito nessa forma diferente não é logo percebido pela máquina da gente.

Um tal de "compilador" traduz pro computador numa versão que ele entende. E é assim que um programa tem duas formas sagradas ...

continua ..

Adaptação da obra "Cordel do Software livre" do poeta Cárlisson Galdino.

25 de agosto de 2011

Novo Mapa das Religiões - O Brasil deixa de ser o país mais católico do mundo

O Brasil pode deixar de ser o país mais católico do mundo, de acordo com o Novo Mapa das Religiões, divulgado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro. “É um ritmo forte de transformação. As mudanças que aconteceram em 100 anos agora estão acontecendo em dez [anos]. Se continuar essa perda de 1 ponto de porcentagem [de católicos] por ano, em pouquíssimo tempo teremosmenos de metade da população”, calcula Marcelo Neri, coordenador do levantamento.

O Novo Mapa das Religiões revela que o sexo feminino representa a maioria entre adeptos de 23 das 25 religiões listadas como as mais populares pela pesquisa, como a católica, a evangélica pentecostal, a evangélica tradicional, a espírita kardecista, a luterana e a umbanda. Segundo o documento, enquanto os homens abandonaram crenças, elas mudaram de religião. “O catolicismo, o candomblé e o budismo são religiões masculinas. Todas as outras são basicamente femininas”, acrescentou o coordenador.

A pesquisa da FGV mostra que o Brasil vai de encontro à tese do sociólogo alemão Max Weber que associa a situação econômica à opção religiosa. “O Brasil talvez seja o grande contraexemplo dessa tese. Os países mais tradicionais europeus estão passando por grande dificuldade econômica e todos os maiores são essencialmente católicos. Já entre o Brics [Brasil, Índia, Rússia, China e África do Sul], o Brasil é o maior [em relação à economia e a adesão ao catolicismo]”, avaliou Marcelo Neri.
Outro dado do levantamento é que a taxa de catolicismo no Nordeste é a mais alta do Brasil (74%) e no Sudeste é a mais baixa (64%). “No entanto, no Nordeste [a taxa] tem crescido em velocidade 2,5 vezes maior do que no Sudeste”, ressaltou o coordenador da pesquisa.
Entre os estados, o Piauí é o que concentra o maior número de católicos. Na outra ponta, está Roraima, com a menor população adepta ao catolicismo e que também apresenta a menor religiosidade. A pesquisa revala ainda que a Igreja Católica perdeu aproximadamente 2,7 mil fiéis por mês em Mato Grosso do Sul.
O catolicismo está mais presente entre os mais ricos, da classe AB (69,07%), e entre os mais pobres, da classe E (72,76%). Entre as outras religiões, os evangélicos tradicionais estão concentrados, principalmente, nas classes AB (8,35%) e C (8,72%), reduzindo a participação nas camadas mais baixas, chegando a representar 4,69% da classe E. Seitas espíritas e espiritualistas representam 5,52% da população na classe AB. Entre as faixas de renda, a classe E foi a que se mostrou como a menos religiosa de todas (7,72% não têm religião).
“Religiões orientais e afro-brasileiras estão mais presentes no topo [considerando a renda]. Quanto mais a renda aumenta, existe mais diversidade religiosa. Nos últimos anos no Brasil, houve uma queda acelerada do catolicismo, mas não em direção aos evangélicos pentecostais, como nas chamadas décadas perdidas, e mais em direção aos evangélicos tradicionais e todas as religiões alternativas ao catolicismo e aos grupos evangélicos”, destacou Marcelo Neri.
Confira o estudo completo clicando aqui

20 de agosto de 2011

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15 de agosto de 2011

Estaleiro Atlântico Sul

O Atlântico Sul é um estaleiro atualmente em construção no município de Ipojuca, no estado de Pernambuco[1]. O Dique seco é a principal estrutura do estaleiro com 400 metros de extensão, 73 metros de boca e 12 metros de profundidade, o que possibilita a produção de embarcações com até 500 mil toneladas.

Em setembro de 2009 aconteceu a cerimônia de batimento de quilha do primeiro navio petroleiro do tipo Suezmax produzido pelo estaleiro para o Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef 1) da Transpetro[2].

Tem encomenda para mais 9 desses navios, além de cinco do tipo Aframax, também para a Transpetro, e dois superpetroleiros do tipo VLCC, para a empresa Noroil Companhia de Navegação. O Atlântico Sul também construirá o casco da plataforma de petróleo P-55 para a Petrobrás.Em fevereiro de 2011 venceu a licitação de 7 navios sonda da petrobras, com isso são 29 navios na sua carteira. o Estaleiro Atlântico Sul tem o objetivo de ser a maior, mais moderna e eficiente planta naval do Hemisfério Sul. Sua infraestrutura, tecnologia e porte dos equipamentos permitem reduzir significativamente o tempo de edificação, posicionando o Atlântico Sul no seleto time das plantas navais de quarta geração, ao lado dos estaleiros asiáticos, considerados vanguarda da construção naval mundial. É o único estaleiro brasileiro a figurar nesta classificação.

11 de agosto de 2011

Dia da Liberdade de Impostos ou "Tax Freedom Day"

A data representa o dia do ano em que o cidadão estaria livre dos tributos, proporcionalmente a carga tributária paga em relação ao PIB anual.

“A comemoração serve para termos uma ideia da interferência governamental em nossas vidas, o tamanho da carga que temos de suportar em termos de impostos”, explica Guilherme Reischl, vice-presidente do Instituto Liberdade.

De acordo com Fernando Steinbruch, advogado tributarista, consultor de empresas e diretor do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário), o contribuinte brasileiro trabalha até o dia 27 de maio, somente para pagar os tributos (impostos, taxas e contribuições) exigidos pelos governos federal, estadual e municipal. A tributação incidente sobre os rendimentos é formada principalmente pelo Imposto de Renda Pessoa Física, pela contribuição previdenciária (INSS, previdências oficiais) e pelas contribuições sindicais.

Além disso, o cidadão paga a tributação sobre o consumo – já inclusa no preço dos produtos e serviços – (PIS, COFINS, ICMS, IPI, ISS etc) e também a tributação sobre o patrimônio (IPTU, IPVA, ITCMD, ITBI, ITR). Arca ainda com outras tributações, como taxas de limpeza pública e coleta de lixo.

Steinbruch explica que: em 2003, do seu rendimento bruto o contribuinte brasileiro teve que destinar em média 36,98% para pagar a tributação sobre os rendimentos, consumo, patrimônio e outros. Em 2004 comprometeu 37,81%, em 2005 destinou 38,35%, em 2006 destinou 39,72%, em 2007 comprometeu 40,01%, em 2008 destinou 40,51% e em 2009 comprometerá 40,01% do seu rendimento bruto. “Assim, no ano em curso, dos 12 meses do ano, o cidadão tem que trabalhar 4 meses e 27 dias somente para pagar toda esta carga tributária”, acrescentou o advogado tributarista.

Conheça o imposto pago em alguns produtos:
GASOLINA - 53,03% de impostos - Preço médio R$ 2,60 – sem impostos custaria R$1,22.
TRANSPORTE PÚBLICO - 33,75% de impostos - Preço médio R$ 2,30 – sem impostos custaria R$ 1,52.
CARRO - 38,66% de impostos - Preço médio R$ 22 mil – sem impostos custaria R$ 13.494,80.
GÁS DE COZINHA - 34,04% de impostos - Preço médio R$ 32,00 – sem impostos custaria R$ 21,10.

27 de julho de 2011

Programa Brasil Sem Fronteiras

Sem palavras ....

Alguns dos marcos do extermínio da Raça humana:

As Cruzadas, de 1096 a 1270, expedições foram formadas sob o comando da Igreja, a fim de recuperar Jerusalém (que se encontrava sob domínio dos turcos seldjúcidas) e reunificar o mundo cristão, dividido com a “Cisma do Oriente”. Estima-se que morreram aproximadamente dois milhões de pessoas.

A Santa Inquisição teve seu início no ano de 1184, em Verona, com o Papa Lúcio III. Em 1198, o Papa Inocêncio III já havia liderado uma cruzada contra os albigenses (hereges do sul da França), promovendo execuções em massa. O pesquisador Justine Glass afirma que cerca de nove milhões de pessoas foram acusadas e mortas, entre os séculos que durou a perseguição.

A Peste Negra, que assolou a Europa e a Ásia no século 14 (catorze). Também conhecida como peste bubônica, à doença apareceu em 1.348 e, em dois anos, matou um terço da população européia (estimada em 75 milhões de pessoas). A peste é transmitida por uma bactéria, que tem como vetor a pulga do rato.

A primeira grande Guerra Mundial, de 1914 a 1918, foi um conflito mundial ocorrido entre 28 de Julho de 1914 e 11 de Novembro de 1918. A guerra ocorreu entre a Tríplice Entente (liderada pelo Império Britânico, França, Império Russo - até 1917 e Estados Unidos - a partir de 1917, que derrotou a coligação formada pelas Potências Centrais - liderada pelo Império Alemão, Império Austro-Húngaro e Império Turco-Otomano, e causou o colapso de quatro impérios e mudou de forma radical o mapa geopolítico da Europa e do Médio Oriente). Deixou um saldo de 19 milhões de mortos.

A segunda guerra mundial, de 1939 a 1945 e o holocausto - A Segunda Guerra Mundial, iniciada setembro de 1939, foi a maior catástrofe provocada pelo homem em toda a sua longa história. Envolveu setenta e duas nações e foi travada em todos os continentes (direta ou indiretamente). O número de mortos superou os cinqüenta milhões havendo ainda uns vinte e oito milhões de mutilados.
Holocausto de Hitler, saldo de mortos entre 5,6 e 6,1 milhões de judeus mortos no holocausto - Com a subida de Hitler ao poder estava instalada na Alemanha uma ditadura absoluta, que era alimentada por uma ideologia nazi racista (só existe uma raça superior - a raça ariana . As outras raças eram um fator de perturbação na sociedade e haveria que destruí-las ou então teriam de servir a raça superior), com isto começa uma perseguição aos Judeus . As SS haviam sido criadas como guarda pessoal de Hitler e seria a vanguarda do movimento nazi para confirmar o povo alemão como raça superior. O chefe das SS (Himmler) pediu aos alemães que seguissem as teorias genéticas nazis e melhorassem a raça. O Estado concedia empréstimos para encorajar os casais a terem mais filhos e as mães com muitos filhos recebiam medalhas.Acidentes de Trânsito - A Organização das Nações Unidas (ONU) estima que 1,3 milhão de pessoas morrem por ano, em todo o mundo, em razão de acidentes de trânsito.AIDS: 30 milhões de pessoas já morreram e 2,7 milhões são contaminados a cada ano síndrome de deficiência imunológica adquirida (HIV). sendo transmitido principalmente pelo sexo por meio do sêmen , secreção vaginal , fluído preseminal. Esta transmissão pode envolver anal , vaginal ou oral sexo.

CALENDÁRIO - Confira os dez dias que mais mataram no planeta, além dos períodos mais funestos da história

23/1/1556
Número de mortos: 830 mil
Causa das mortes: Terremoto
Local: China

13/11/1970
Número de mortos: 500 mil
Causa das mortes: Ciclone
Local: Bangladesh

25/11/1839
Número de mortos: 300 mil
Causa das mortes: Ciclone
Local: Índia

20/5/526
Número de mortos: 250 mil
Causa das mortes: Terremoto
Local: Turquia

28/7/1976
Número de mortos: 242 mil
Causa das mortes: Terremoto
Local: Tangshan, China

16/12/1920
Número de mortos: 240 mil
Causa das mortes: Terremoto
Local: Haiyuan, China

26/12/2004
Número de mortos: 230 mil
Causa das mortes: Tsunami
Local: Índia

31/1/1942
Número de mortos: 229 mil judeus
Causa das mortes: Genocídio
Local: Europa

5/10/1948
Número de mortos: 110 mil
Causa das mortes: Terremoto
Local: Turcomenistão

28/12/1908
Número de mortos: 100 mil (entre 60 e 200)
Causa das mortes: Terremoto
Local: Messina, Itália!

Fonte - http://mundoestranho.abril.com.br/geografia/pergunta_425282.shtml


Bomba Atômica - Os EUA, por meio da ação militar da Força Aérea, sob ordens do presidente norte-americano Harry S. Truman, bombardearam as duas cidades japonesas nos dias 6 e 9 de agosto de 1945. Em Hiroshima foi jogada a bomba atômica “Little Boy” e, três dias depois, a bomba “Fat Man” em Nagasaki. Até os dias de hoje, as duas bombas foram as únicas armas nucleares utilizadas de fato numa guerra. Estima-se que cerca de 140.000 pessoas morreram em Hiroshima e 80.000 em Nagasaki, além das mortes ocorridas posteriormente aos ataques em decorrência da exposição radioativa.

A humanidade até hoje:

Cerca de 107 bilhões  - Mais ou menos 16 vezes mais do que a população atual do planeta. O cálculo foi feito pelos pesquisadores do site Population Reference Bureau (www.prb.org), que reúne dados sobre demografia. Os números obviamente são bem aproximados, a começar pelo primeiro ano de vida humana na Terra: por falta de opção melhor, eles assumem que no ano 50000 a.C. havia dois habitantes no planeta - o primeiro homem e a primeira mulher. Daí em diante, a conta é dividida por períodos e se baseia na média de natalidade de cada um. Por exemplo:de 50000 a.C. pulamos para 8000 a.C., quando o homem descobriu a agricultura e a natalidade explodiu. Nesse intervalo, a população passou de 2 para 5 milhões de habitantes, seguindo uma taxa média de natalidade de 80 nascimentos a cada mil habitantes. Nos períodos seguintes a taxa de natalidade foi caindo até chegar aos atuais 23 nascimentos por milhar. Somando todos os períodos o prb.org chegou, em 2002, ao resultado de 106,4 bilhões de pessoas. Acrescentamos a esse número os dados mais recentes da ONU, que dá conta de que, em 2007, atingimos a marca de 6,7 bilhões de habitantes, ou seja, 485 milhões de pessoas a mais do que os 6,215 bilhões que existiam em 2002. Assim chegamos ao total de 106,941 bilhões de habitantes.

Quanta humanidade - Nos últimos 12 anos nasceu mais gente do que nos primeiros 42 mil anos de vida humana.

19 de junho de 2011

Principais atentados na Rússia desde 1999

O atentado suicida numa segunda-feira no aeroporto de Moscou-Domodevodo, que causou 35 mortos e 152 feridos, soma-se a uma longa lista de ataques contra civis na Rússia.

Seguem os mais graves cometidos desde 1999.

1999
13 de setembro: 118 mortos em atentado a bomba num prédio do sudeste de Moscou. De 31 de agosto a 16 de setembro, uma série de cinco atentados deixa 293 mortos em todo o país.

2002
23 a 26 de outubro: Um comando checheno com armas e explosivos tomou mais de 800 reféns no teatro Dubrovka, de Moscou. As tropas russas lançam um ataque, no qual morrem 130 pessoas, a maioria asfixiada por gases usados na operação.

2003
5 de julho: Um duplo atentado cometido por mulheres suicidas e a rebeldes separatistas deixa 15 mortos e 50 feridos num show de rock em Moscou.

5 de dezembro: 46 mortos em ataque suicida a um trem no sudoeste da Rússia, assumido pelo chefe de guerra checheno Shamil Basayev.

2004
6 de fevereiro: Atentado com explosivos no metrô de Moscou, reivindicado por um grupo checheno desconhecido (Gazotan Murdash) deixa 41 mortos.

24 de agosto: Duas mulheres conseguem pegar dois aviões depois de subornarem os serviços de segurança aeroportuários e se fazem explodir em voo, ao sul de Moscou e a sudoeste do país, deixando 90 mortos.

1º a 3 de setembro: Um comando pró-checheno faz mais de mil reféns numa escola de Beslan, na república caucásica russa da Ossétia do Norte. Na operação de resgate lançada por forças russas morrem mais de 330 pessoas.

2009
27 de novembro: Um atentado provoca o descarrilamento do trem de passageiros Nevsky Express que liga Moscou a São Petersburgo, deixando 28 mortos.

2010
29 de março: Pelo menos 37 pessoas morrem num duplo atentado com explosivos no metrô de Moscou, atribuído pelas autoridades a duas mulheres suicidas.

9 de setembro: 17 mortos num ataque com carro-bomba em Vladikavakaz, na Ossétia do Norte.

2011
24 de janeiro: Um atentado suicida mata ao menos 35 pessoas e fere 46 no aeroporto de Moscou-Domodedovo, no setor de desembarque de voos internacionais.

Sete ferramentas da qualidade

As sete ferramentas do controle de qualidade são:
Diagrama de Pareto
Diagramas de causa-efeito (espinha de peixe ou diagrama de Ishikawa)
Histogramas
Folhas de verificação
Gráficos de dispersão
Fluxogramas
Cartas de controle

31 de maio de 2011

O caminho para o Descobrimento da nossa história parte I


A Pedra de Roseta é um fragmento de uma estela de granodiorito do Egito Antigo, cujo texto foi crucial para a compreensão moderna dos hieróglifos egípcios. Sua inscrição registra um decreto promulgado em 196 a.C., na cidade de Mênfis, em nome do rei Ptolomeu V, registrado em três parágrafos com o mesmo texto: o superior está na forma hieroglífica do egípcio antigo, o trecho do meio em demótico, variante escrita do egípcio tardio, e o inferior em grego antigo.[1]

Exibida originalmente dentro de um templo, a estela provavelmente foi removida durante os períodos cristão ou medieval, e eventualmente terminou sendo usada como material na construção de um forte na cidade de Roseta (Rashid), no delta do Nilo. Foi redescoberta ali em 1799 por um soldado integrante da expedição francesa ao Egito. Primeiro texto bilíngue a ser recuperado na história moderna, a Pedra de Roseta logo despertou grande interesse pela possibilidade de conter uma tradução da antiga língua egípcia, até então nunca decifrada. Cópias litografadas e de gesso passaram a circular entre museus e acadêmicos europeus. Neste meio tempo, tropas britânicas derrotaram os franceses no Egito, em 1801, e a pedra acabou passando para a posse do Reino Unido, de acordo com a Capitulação de Alexandria. Transportada para Londres, está em exibição ao público no Museu Britânico desde 1802, onde é o objeto mais visitado.

Fonte: WikiPedia http://pt.wikipedia.org/wiki/Pedra_de_Roseta

5 de maio de 2011

O uso do método/técnica Delphi no cotidiano das empresas

Pense se no seu ambiente de trabalho fosse discutido idéias, que suas opniões fossem ouvidas e postas em dicussão exaustiva, que o foco seja das pessoas estivessem na resolução dos problemas, permitindo que expressem livremente suas opiniões, encorajando a critica aberta e admitindo erros.

Uma forma de tornar isso realidade é a aplicação do método conhecido como Delphi.

As contribuições iniciais dos especialistas são coletadas em forma de respostas a questionários e seus comentários a cada pergunta. Um facilitador controla a interação entre os participantes através do processamento das informações e pela filtragem de conteúdo irrelevante. Desta forma evita-se efeitos negativos de reuniões face-a-face e resolve os problemas usuais da dinâmica de grupo.

Os participantes comentam nas suas próprias folhas de estimativas as respostas dos demais participantes bem como do progresso do processo como um todo. A qualquer momento os participantes podem revisar suas previsões anteriores. Enquanto em reuniões comuns os participantes tendem a defender fortemente suas opiniões prévias, ou então a se conformar demasiadamente com as opiniões do líder do grupo, no método Delphi isto tende a não acontecer.

Usualmente todos os participantes mantém o anonimato. Suas identidades não são reveladas mesmo após o relatório final. Isto impede os participantes de dominar os outros durante o processo através do uso de sua autoridade ou personalidade, liberando-os de um viés pessoal que minimiza o efeito “manada”.

A pessoa que coordena o método Delphi é reconhecida como facilitador, e auxilia os respondentes a consolidar as opiniões dos especialistas, que são selecionados em razão de usualmente possuírem um conhecimento especifico sobre o assunto em pauta. O facilitador encaminha os questionários, pesquisas, etc. aos participantes, que seguem as instruções e retornam seus pontos de vista. As respostas são coletadas, analisadas sendo identificados os pontos de conflito e concordância. Se não há consenso, o processo continua através das teses e antíteses, para gradualmente evoluírem em direção à síntese e a construção do consenso.

17 de fevereiro de 2011

O custo e a complexidade dos sistemas de TI

A área de TI atualmente precisa abordar dois grandes problemas:

complexidade dos sistemas: as organizações gastam cada vez mais para construir sistemas de TI; e

alinhamento ineficiente do negócio: as organizações consideram cada vez mais difícil manter esses sistemas de TI, sempre mais caros, alinhados às necessidades do negócio.

Em resumo: maior custo, menor valor. Esses problemas, identificados pela primeira vez há 20 anos, alcançaram hoje um ponto de crise: o custo e a complexidade dos sistemas de TI cresceram exponencialmente, enquanto as oportunidades de se produzir valor real com base nesses sistemas ficaram extremamente reduzidas.

O ponto principal, hoje: custo ainda maior, valor ainda menor. Organizações de grande porte não podem mais dar-se ao luxo de ignorar esses problemas. O campo da arquitetura corporativa que há 20 anos tinha ares quixotescos, hoje se mostra muito profético.

Nos últimos 20 anos, muitas metodologias arquiteturais corporativas apareceram e desapareceram. Atualmente, cerca de 90% do campo usa uma das quatro metodologias seguintes:

• framework Zachman para arquiteturas corporativas: embora auto-descrita como um framework, seria, na verdade, melhor definida como uma taxonomia;

• framework arquitetural do Open Group (TOGAF): embora denominado um framework, seria, na verdade, melhor definido como um processo;

• arquitetura corporativa federal (FEA): pode ser vista como uma arquitetura corporativa implementada ou como uma metodologia prescritiva para a criação de uma arquitetura corporativa;

• metodologia Gartner: pode ser melhor descrita como uma prática arquitetural corporativa.

Este artigo discute essas quatro abordagens da arquitetura corporativa. Faz isso no contexto de uma empresa fictícia, que enfrenta alguns problemas operacionais nada ficcionais. Esses problemas incluem:

sistemas de TI tornando-se incrivelmente complexos, com manutenção cada vez mais cara;

informações de missão crítica consistentemente desatualizadas e/ou totalmente erradas;

cultura da desconfiança entre os lados comercial e tecnológico da organização.

De que forma a empresa deveria escolher entre essas quatro diferentes abordagens da arquitetura corporativa? Este artigo traça o caminho que, provavelmente, a empresa enfrentará usando qualquer uma dessas metodologias.

Ao examinar detalhadamente cada uma delas, somos surpreendidos pelo fato de que nenhuma é realmente completa. Cada qual tem pontos fortes em algumas áreas e fracos em outras.

Para muitas empresas, nenhuma dessas metodologias será, portanto, uma solução completa. Para essas organizações, este artigo propõe outra abordagem, que podemos chamar de metodologia mista. Escolha pedaços e itens de cada uma dessas metodologias, modificando-os e mesclando-os de acordo com as necessidades específicas da sua organização. Este artigo oferece uma abordagem para criar essa metodologia mista que pode representar o melhor ajuste para as necessidades da sua organização.

Todavia, mesmo uma metodologia mista só será adequada na medida em que a organização estiver comprometida com as mudanças. Este compromisso deve advir do mais elevado nível da organização. O lado bom dessa história é que, se houver um compromisso verdadeiro com a mudança e uma metodologia sob medida para orientar essa mudança, a velha promessa de há 20 anos da arquitetura corporativa fica ao alcance das mãos.

A promessa não mudou: reduzir o custo e a complexidade de TI e, ao mesmo tempo, aumentar o valor e a eficiência do negócio - ou de modo ainda mais simples, aprimorar a sua capacidade de concorrer em um mundo cada vez mais competitivo.

8 de dezembro de 2010

Um Natal Diferente!!

Quando o mundo atravessa momentos tão difíceis, quando irmãos nossos de todos os cantos sofrem e gemem, açoitados pela dor, pela fome, pelo medo, sendo vítimas de uma terrível violência - a falta de Amor - nos questionamos seriamente sobre este tipo de Natal que vimos festejando desde que nascemos.

Natal de pinheiros enfeitados por bolas coloridas e muito dourado, que tem como símbolo um Papai Noel bem nutrido, gordo e feliz, que é esperado nas casas das crianças que têm posses, com os presentes por elas sonhados e que se esquece das crianças pobres, que mais uma vez ficam sem ter os seus desejos satisfeitos...nem neste dia - o dia em que comemoramos o nascimento de Jesus, nosso símbolo de Amor.E aí eu me pergunto, se já não estaria na hora de mudarmos isto.Se, agora que já compreendemos melhor o que se passa, não deveríamos romper com as tradições, com o conformismo de viver imitando sempre o que tem sido, para começar a agir de forma mais coerente e festejar um Natal mais cristão.Pensemos: Jesus é o homenageado.Bem o que gostaria que nós fizéssemos num dia como esse, o que foi que nos ensinou?A ajudar aquele que tem menos que nós, a perdoar aos que nos ofenderam, a amar incondicionalmente a todas as criaturas.

Se posso dar presente a meus amados, por que não separar um pouco pra dar aos que talvez não tenham sido nunca objeto do amor de alguém?Se posso ter uma mesa repleta das comidas que gosto, por que não lembrar de levar alguma coisa gostosa e bonita, para aqueles que talvez ainda não tenham se alimentado hoje?Será justo que o Príncipe do Amor só seja festejado nas casas dos que têm dinheiro?Logo Ele, que veio para os humildes, os doentes, os fracos, os caídos?Bem sei que concorda comigo - precisamos mudar.Se não podemos transformar o mundo todo, que modifiquemos apenas o nosso Natal em família.

Neste Natal novo, vamos comprar alimentos para os necessitados.Vamos levar um presente bonito para uma criança pobre, pelo menos para uma e vamos esquecer tantos gastos desnecessários que fazemos, comprando supérfluos que não nos melhoram em nada a vida. Usemos esse dinheiro para aliviar, um pouco que seja, a dor dos que sofrem, dos que estão sós e com fome. Cada família pode escolher um local pra ajudar, uma pessoa para presentear.

O importante é que este ano a gente estenda um pouco mais o nosso amor e se lembre de alguém que precise mais do que nós. Assim, tenho a certeza de que Jesus será o Papai Noel do nosso Natal, sem roupas vermelhas, sem gorro, não tão gordo e bochechudo, mas nos trazendo Paz, Serenidade e Alegria! As mudanças todas são abençoadas, no reinar de um Novo Milênio, para uma humanidade que já se cansou de tantos erros e espera pela Paz!

(Autor Desconhecido) Desejo a você um natal diferente e mãos à obra!

Atraso na entrega do imóvel (BA) - Direito do Consumidor



ATRASO NA ENTREGA DE IMÓVEIS E O DIREITO DO CONSUMIDOR

14 de novembro de 2010

Camargo Corrêa lidera doações de campanhas

Camargo Corrêa lidera doações de campanhas

As principais empreiteiras do país, que detêm maior volume de contratos relativos a obras públicas, doaram R$ 111 milhões a partidos e candidatos nas eleições de 2010. Registros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram que a Camargo Corrêa é a campeã de doações - repassou R$ 50 milhões a políticos. A Queiroz Galvão, outra gigante da construção civil, fez aportes que somaram R$ 46 milhões. A OAS liberou14, 94 milhões. Os dados são parciais e constam das prestações de contas dos candidatos e comitês de campanha e dos relatórios que as próprias empreiteiras enviaram aos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) e ao TSE. Nem todo o montante desembolsado já foi comunicado às cortes eleitorais.

Os candidatos que disputaram segundo turno ainda têm prazo legal até o fim de novembro para apresentar nova prestação de contas. Os R$ 111 milhões foram transferidos para o caixa de campanha de candidatos que concorreram a cargos em Assembleias estaduais, Câmara e Senado. Também foram contemplados políticos que disputaram cargos no Executivo, governo dos Estados e Presidência da República. As empreiteiras ocupam de longe o primeiro lugar no ranking dos maiores doadores.

Em nota, a Camargo Corrêa destacou que as contribuições do grupo para as campanhas eleitorais "são realizadas em respeito à legislação em vigor" e o crescimento dos valores repassados em 2010, em comparação a outras eleições, "insere-se em um contexto compatível com a expansão da receita bruta que, entre 2005 até 2009, atingiu um valor 2,5 vezes maior". O assessor de imprensa da Carioca Christiani-Nielsen, Mário Lobo, informou que a empresa "não tem interesse em se manifestar". A OAS não atendeu e a Mendes Júnior não se pronunciou. A Serveng informou que as doações estão integralmente registradas. Constran e o Grupo Andrade Gutierrez garantem doações legais.

Fonte:http://www.gazetadigital.com.br/materias.php?codigo=276375&codcaderno=14&UGID=165004ffb6b3063cfa65752b049f94a5&GED=6922&GEDDATA=2010-11-14

16 de setembro de 2009

Melhor prática, melhor SLA

por Irineu Uehara Fonte: Revista eManager – Edição no. 41 – Julho 2003.

Gerenciar a área tecnológica, nos moldes preconizados pelo ITIL (Information Technology Infrastructure Library), é identificar, ativa e dinamicamente, os serviços de TI essenciais aos negócios e à estratégia de uma organização e entregá-los dentro dos requisitos adequados de disponibilidade, performance e segurança estipulados nos SLAs (Service Level Agreements).

As melhores práticas compiladas no modelo britânico são, portanto, imprescindíveis à estruturação, de uma maneira orientada a processos, do delivery de serviços que assegure o cumprimento dos SLAs. O entendimento de fundo é de que se deve medir TI pelo valor que ela agrega. Em outros termos, métricas de desempenho são, acima de tudo, métricas de negócios, cabendo aos gestores monitorar cada elemento da infra-estrutura de TI levando em conta o serviço e a aplicação que ele suporta.

Nesse sentido, a primeira dificuldade com os SLAs é que não raro os departamentos de TI, ainda posicionados como centros de custos, não tratam a prestação de serviços como um negócio, como nota William Giotto, gerente de desenho e integração de soluções da HP. "A abordagem excessivamente técnica gera frustração dos dois lados, tanto do profissional que faz o SLM (Service Level Management) pelo lado de TI quanto das áreas de negócios. Fala-se muito em bits e bytes e não a língua do usuário", lamenta ele.

Quem faz uso dos serviços precisa saber medir e avaliar o impacto deles no seu dia-a-dia. O extrato que contém a medição dos SLAs, preconiza Giotto, tem de estar em uma linguagem inteligível para quem está empregando a tecnologia. Isso é imprescindível sobretudo para que se possa aferir o retorno do investimento e os benefícios que TI está trazendo ao negócio. "A partir daí, se pode galgar o nível que o Gartner classifica como de geração de valor do serviço de TI para o business, medindo-se o SLA pelo que ele agrega de valor", arrremata ele.

Na verdade, antes de se formalizarem os SLAs e se estabelecer toda a cadeia de gerenciamentos para sustentá-los, vale indagar qual o cardápio de serviços que será colocado à disposição, com que qualidade eles serão prestados, quando e por que são usados. "Implantando o SLM de um modo mais abrangente, o ITIL trata de cercar todos os itens de configuração de um serviço, desde os skills dos funcionários envolvidos", salienta Ricardo Martins, gerente de consultoria de software da BMC Software.

Dinamismo na gestão
De resto, para encetar uma gestão dos níveis de serviços participativa, é crucial entender que o SLA não pode ser uma planilha com métricas totalmente estáveis. Essa modalidade de acordo, pelo contrário, tem de ser dinâmica, porque a vida de negócios é dinâmica, adverte José Roberto Cordeiro, diretor de serviços gerenciados da HP.

Há que se considerar, prossegue ele, que um business reage em função dos movimentos da demanda e da concorrência: "TI precisa ter uma flexibilidade tal que, quando é acionada pelo negócio, deve reagir, se adaptar e se reposicionar para produzir os resultados requeridos, se pretende corresponder às exigências do mercado".

Nessa linha, a gestão dos SLAs, a ser efetuada junto com o board executivo da organização, deve alicerçar-se não só na análise do momento atual, mas também antecipar-se a tendências futuras de curto, médio e longo prazos. "É dessa forma que conseguimos alimentar com mais eficiência a dinâmica dos SLAs, para eles poderem compatibilizar-se sempre com as estratégias", completa Cordeiro.

Erivaldo Sousa, gerente da área de delivery da HP, de seu lado, postula que é preciso discutir permanentemente com os clientes o que pode ser ajustado e melhorado nos acordos de serviços. "Na curva do SLA, vão sendo superados, sucessivamente, os desafios de deixar a operação estável, de melhorar o nível de serviço até atingir o ponto da excelência", enumera.

O grande obstáculo na hora da montagem de um SLA é definir o que mensurar dentro da prestação de serviços. É essencial, dessa maneira, acionar mecanismos para mostrar o que está sendo concretamente agregado em termos de valor. "Há uma diferença entre prestar serviços e cumprir níveis de serviços. O modelo ITIL/ ITSM garante que aquilo que está sendo fornecido tem um nível de serviço agregado", finaliza Sousa.

O quadro geral da gestão de SLAs ganha ainda maior complexidade quando se considera, adicionalmente, que nas implementações o fenômeno corriqueiro é um fornecedor "guarda-chuva" mobilizar um conjunto de parceiros subcontratados no atendimento a um cliente.

Impõe-se, neste caso, repassar as obrigações assumidas com esse cliente ao universo de provedores mobilizados nos projetos, o que é denominado de compromisso back to back. Deve-se, por isso mesmo, na cadeia de alianças e parcerias, fomentar a cultura de integrar os distintos SLAs em estreita conformidade com os requerimentos colocados pelas implementações.

Além do mais, segundo Cordeiro, cabe ao fornecedor principal ter em mãos o histórico de atividades e a definição precisa das competências dos parceiros em relação à consecução de um dado escopo. "Tomamos cuidado na seleção das parcerias, procurando trabalhar com eles a melhor definição do que o projeto significa para todos, não só no contexto de perdas que podem ser infligidas ao cliente, mas também no tipo de exposição negativa que pode nos atingir", explica o diretor de serviços gerenciados.

Simultaneamente, cabe pôr em marcha um sistema de gestão de fornecedores que auxilie no acompanhamento de todas as atividades de acordo com as métricas formuladas com os clientes. O objetivo é checar o que realmente está sendo entregue ao longo de toda a cadeia de valor. "Há ferramentas de gestão para automatizar o máximo possível esse processo a fim de facilitar o trabalho do gerente de delivery, uma figura que temos internamente, encarregada de olhar mais o lado operacional e fazer uma gestão ponta a ponta", informa William Giotto.

Uma preocupação crítica, nesse contexto, é o pleno suporte à contingência, dentro do princípio de que, se houver falha, o cliente não pode ficar com a solução fora do ar. "Sempre que pensamos numa extensão do serviço a terceiros, há que se considerar também o plano B. Temos, a esse respeito, um posicionamento bastante cauteloso, contemplando sempre o contingenciamento. Isso não elimina o risco, mas o minimiza bastante", aponta José Cordeiro.

Seja como for, o especialista prevê que o amadurecimento nas relações entre cliente e fornecedor vai redundar, nos próximos anos, na celebração de contratos de riscos entre ambas as partes, prevendo-se penalidades em caso de insucesso e bônus quando houver bons resultados.

16 de novembro de 2008

Top 10: Os Melhores Gadgets de 2008 | Incógnito.

Top 10: Os Melhores Gadgets de 2008 Incógnito.: "os processadores Penryn, serão primeiros processadores a utilizar a arquitectura de 45 nanómetros.Os novos processadores Penryn vem substituir os actuais processadores Core 2 Duo que utilizam a antiga arquitectura de 65 nanómetros.Os processadores Penryn são menores,consomem menos energia são mutio mais rápidos e incluem novas instruções SSE4.
Inovações: Quem disse que os processadores não poderiam ficar mais rápidos,estavam enganados…muito enganados."

25 de setembro de 2008

Gerência de projetos: o que é o processo Scrum

Uma rápida introdução ao Scrum, processo que pode ajudar na gestão de projetos e na empresa. A proposta é aumentar a produtividade e reduzir o tempo gasto no desenvolvimento de sistemas de várias naturezas.
Scrum, na definição de seus criadores, é um processo ágil que pode ser utilizado para gerenciar e controlar desenvolvimentos complexos de softwares e produtos, usando práticas iterativas e incrementais.
Já foi utilizado desde projetos simples até mudanças em organizações inteiras e sua proposta é aumentar significativamente a produtividade e reduzir o tempo gasto no desenvolvimento de sistemas de várias naturezas.
Dentre as principais características do processo destacam-se a auto-organização das equipes de desenvolvimento, o uso de "sprints" semanais ou mensais para acompanhar a evolução do produto a ser entregue, o acompanhamento minucioso dos requerimentos através do backlog do produto.
E, ao meu ver a mais importante: a capacidade de adaptação do Scrum a diferentes práticas de engenharia de software e metodologias.
A dinâmica do Scrum funciona da seguinte forma:
  • dividir os produtos a serem entregues em equipes multidisciplinares menores;
  • essas equipes recebem o backlog de produtos a serem entregues em uma determinada linha de tempo;
  • ao iniciar o processo, diariamente a equipe se reúne por 15 a 30 minutos para acompanhar de perto a evolução do backlog e listar as causas de possíveis problemas que possam estar atrapalhando o andamento do processo.
Ao final do tempo definido (semana, mês) a equipe deverá entregar o "produto final", ou seja, o backlog resolvido.
Uma característica muito forte é a participação constante do cliente (que pode ser um cliente externo ou interno, como o gerente de projetos, por exemplo) no dia-a-dia do desenvolvimento, acompanhando, mensurando e auxiliando na resolução de problemas que possam vir a surgir as freqüentes e curtas reuniões para o acompanhamento do processo de entrega.
Outro ponto interessante no Scrum é a divisão de tarefas. Ao invés de realizar tarefas de forma linear (exemplo: codificar-documentar-testar), os membros da equipe realizam um pouco de cada coisa, todo o tempo. Ou seja, se há alguma definição pendente na atividade atual, o membro da equipe imediatamente escala essa questão e pode passar para outra atividade e depois retornar para a primeira quando está estiver clarificada.
Empresas como Microsoft, Google, Yahoo, Nokia, Philips e Siemens já estão adotando a prática do Scrum no exterior. No Brasil ainda temos observado poucas empresas adotando o Scrum em suas práticas de engenharia.
Fonte: WebInsider

24 de setembro de 2008

Novo conceito em telefonia fixa e banda larga da GVT marca o fim do monopólio em Salvador

Empresa com oito anos de atuação no Brasil leva à capital baiana pacotes de telefonia e banda larga com velocidades de 1 a 20 Mega a preços super atrativos

A GVT, empresa que se destaca no desenvolvimento de soluções e prestação de serviços de telecomunicações no Brasil, chega a Salvador com padrão de atendimento, qualidade e velocidade de Internet banda larga inéditos no mercado baiano. O início das atividades na capital da Bahia parte de 45 mil acessos físicos construídos, que geram capacidade para instalar 45 mil linhas de voz e o mesmo volume de serviços de Internet banda larga (ADSL). O investimento inicial é de R$50 milhões em 2008 e concentra-se, na primeira etapa, em bairros como Amaralina, Barra, Caminho das Árvores, Canela, Comércio, Graça, Jardim Apipema, Pituba e Vitória. Até o final do ano, a empresa prevê ampliação de 45% na área inicial de cobertura e novas expansões para o ano de 2009. Neste primeiro ano de operação, estão sendo gerados cerca de 700 empregos, entre funcionários diretos e terceirizados para atividades de construção de rede, vendas, operações e instalação de serviços.
Salvador é a primeira capital do Nordeste atendida pela GVT e faz parte do plano nacional de expansão da empresa que tem licença para atuar em todas as cidades brasileiras. “Escolhemos Salvador porque o mercado local está muito disposto a consumir produtos e serviços de telecomunicações inovadores, especialmente em Internet banda larga”, afirma o vice-presidente da Unidade de Negócios Varejo da GVT, Alcides Troller Pinto. A GVT já havia anunciado que ingressaria em uma nova grande cidade ainda este ano, dentro de seu plano de expansão que inclui outras novas cidades a serem lançadas ao longo de 2009. Atualmente, a GVT tem 1,54 milhão de linhas em serviço em cidades da região Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país.

Fonte: http://www.gvt.com.br/portal/saladeimprensa/interna.jsp?news=726&languageAcronym=ptBR

28 de abril de 2008

Nada é o que parece! parte I

A raça humana subjuga todas as demais raças existentes como sempre fora desde os primeiros relatos da existência da Terra e isso não é simplesmente uma mera coincidência ou obra do acaso. Veremos adiante...

Refletindo acerca do nosso dia a dia podemos perceber o quanto somos seres extremamente limitados. Somos limitados no conhecimento - não existe possibilidade nenhuma de uma única pessoa ter pleno conhecimento em economia, medicina, informática, direito, dança, música, filosofia e se ainda sobrar tempo escutar uma boa música, esse simples exemplo serve para demonstrar o quanto nossa inteligência pessoal é poldada - no dormir - inevitavelmente e obrigatoriamente precisamos dormir (essa limitação é particularmente fantástica), no comer e no beber (humm! nem se fala), no afeto, no amor, etc. ...

Com um olhar mais apurado iremos notar que essa característica inerente de todo ser humano o faz um ser restrito e cuja grandeza é fixada em certos limites. Por isso que lhe afirmo com toda a certeza que é praticamente impossível ao homem viver independentemente do seu semelhante, do contrário o mundo seria um verdadeiro caos e muito provavelmente essa decisão o levaria a sua extinção.
- Poxa. Isso não é novidade para ninguém.

Você pode estar se perguntando, agora veja o que estou lhe dizendo, porém, de outra forma. Somos obrigados a depender do nosso próximo independentemente de acreditarmos nisso ou não.

Prezado leitor, partindo da certeza que somos limitados e de que necessitamos no nosso semelhante por questões de sobrevivência esse fato é justamente o preponderante e principal originador da enorme sinergia que emana da vida em sociedade, indo um pouco mais além lhe trago outro questionamento: se somos obrigados a viver em eterna dependência do nosso semelhante algo que completamente fora da nossa capacidade infringir esse princípio (digamos assim) e que muitos de nós até hoje não consegue entender o porquê imagine a possibilidade de que viver eternamente dependente de Deus também seja algo impositivo assim como a vida em sociedade também é?
Amigo o que estou lhe afirmando nossa limitação relava Deus em nós mesmo, Deus sem você continua sendo Deus, porém você sem Deus o que você é?

É incrível como as atribulações do nosso cotidiano tomam à cena fazendo muitas vezes passar despercebido valores fundamentais do que realmente somos, ou seja, a nossa essência, a qual é relegada para a efemeridade.Proponho-lhe um exercício mental onde você seria o todo-poderoso e que não existe nada ou ninguém além de você mesmo... Daí você decide criar um robô e programa sua criação para fazer sempre o programado. Você há de convir comigo que essa sua criação na verdade seria um mero reflexo daquilo que você é ou deseja que fosse e que no final das contas as ações e decisões desse tal robô corresponderiam na verdade a SUA vontade e não algo próprio do robô como uma decisão cognitiva, voluntária e totalmente independente da sua vontade, ou melhor, o robô não possui um dom singular do ser humano que é a racionalidade e seus pormenores.

Não conheço um filme que retrate tão bem a nossa realidade de vida e que nos conceda um caminho para a pergunta que nunca se calou nos corações de todas as gerações que passaram e hão de passar pela face da Terra que é: “De onde eu vim e para onde eu vou?” ou “Sobre quais regras e imposições estamos sujeitos neste universo?” ou “Quem as Define?”

O filme é MATRIX o primeiro da trilogia. Quem ainda não assistiu recomendo que assista para quem já assistiu sugiro que assista novamente e sob uma nova ótica.No ápice do filme é apresentada ao protagonista a escolha que iria mudar sua vida. É-lhe apresentada uma novidade de vida, um mundo que até então ele desconhecia era a MATRIX. E que para conhecê-la tinha um custo significável, era preciso tomar a decisão, ou seja, ele tinha que escolher. Uma característica singular que nossa faculdade mental nos concede é o poder e direito da decisão, da escolha, ou seja, somos donos do nosso próprio nariz. É algo que costumamos chamar de livre arbítrio.

Quando decidimos acerca de algo é porque nos é apresentado pelo menos duas alternativas, seja a escolha entre o bom e o melhor (ganha-ganha), do bem e do mal (antagônicas), a alternativa de não escolher nada, de não tomar nenhuma decisão (isso é uma escolha). Esse dom é simplesmente fantástico. Do contrário não seria uma decisão e sim estaríamos sujeitos a algo impositivo.

Fazendo uma pequena retrospectiva das situações experimentadas percebemos que na esmagadora maioria das situações das nossas vidas sempre temos duas alternativas. Sempre existirá a opção da escolha em tudo e em todos os momentos a questão a descobrir é justamente quais são as alternativas.

Estou afirmando que as nossas vidas e o rumo que elas irão tomar são delineados pelas nossas escolhas voluntárias, involuntárias mais conscientes - Regra número 1.
Se eu lhe fizesse uma proposta de ganhar hum bilhão de reais daqui a cinco anos ou cinco reais hoje qual seria a sua decisão? Eu presumo que escolheria sem pensar muito a primeira opção. Em outras palavras o que você fez foi controlar os impulsos e retardar a “gratificação” diante da possibilidade de ganho imediato, pois tendo a plena convicção de que receberia a recompensa no final, se predispôs a pagar o preço e não deu rédea solta ao desejo da ação, você foi capaz de esperar, suportar, aguardar o recebimento da compensação no prazo determinado.

Se eu tem perguntar a essência dessa questão de uma infinidade de outras formas diferentes a resposta seria indubitavelmente a opção que você tivesse a certeza a que lhe concedesse no final das contas o melhor resultado do seu usufruto. Se compararmos as suposições acima iremos perceber que as promessas de Deus para o homem
No filme as ações e conseqüências vividas dentro da MATRIX (mundo idealizado e virtual) traziam conseqüências para o corpo físico (mundo real). 

Esse exemplo demonstra e valida a Regra número 2 - As nossas ações fruto de nossas decisões repercutem na eternidade.
Então veja bem...Imagine você criador de um labirinto qualquer e que neste labirinto você tem uma visão privilegiada do alto e que tudo que se passa abaixo você tem onisciência... Sabe por exemplo onde começa e termina o labirinto e possui pleno conhecimento de cada minúsculo detalhe. Então você decide criar um personagem que possuiu vontade própria, ou seja, ele é quem tem o poder de decidir quais caminhos escolher e que será plenamente responsável por suas escolhas sejam elas boas ou ruins. Ok?

Vamos considerar que o personagem ao adentrar pelo labirinto esbarra com três portas que possui total desconhecimento do que o espera atrás de cada porta. Só que você criador do labirinto sabe exatamente quais as conseqüências de cada uma das decisões que eventualmente o jogador venha a tomar, pois foi você quem criou o labirinto e definiu os eventos por trás de cada porta do labirinto. Sabendo disso você sabe que, por exemplo, na fase 1 se o jogador escolher a porta nº3, na fase 2 escolher a porta nº 1 e na fase 3 a porta 2 que aparentemente foram os melhores caminhos para o personagem e que lhe resta ainda mais cinco portas a escolher lá na frente pelo fato de você ser o criador dessa engenhoca você sabe que não terá mínima possibilidade desse personagem encontrar a porta de saída do labirinto. Todas as escolhas foram feitas pelo personagem sem interferência alguma do criador do labirinto então você há de concordar comigo que os frutos obtidos por esse personagem são resultados de suas próprias escolhas e que em nada pode ser atribuído ao criador do tabuleiro.

Deus faz muito mais por nós apesar de ser o criador do labirinto no qual vivemos. Além de nos orientar qual porta escolher ele deseja comungar conosco cada pequeno detalhe da nossa vida, deseja que onde ele estiver estejamos nós também além de muitas outras coisas.

Assim como o Juiz julga um réu com base nas leis instituídas assim também Jesus julgará a humanidade conforme as leis eternas e imutáveis de Deus a fará a aplicação da Lei e o resultado final representará em quais artigos, incisos e parágrafos o réu foi enquadrado. Toda a lei de Deus já está escrita como disse Jesus o machado já foi lançado à ceifa.

Continua...

6 de novembro de 2007

CONTACT CENTER: TRANSFORMANDO RELACIONAMENTO EM NEGÓCIOS

Por: Anna Zappa

Pesquisas revelam crescimento no setor de Contact Center Nunca as páginas das revistas e jornais especializados em Tecnologia da informação, marketing e vendas foram tão voltadas para o segmento que promete ser o vetor dos maiores investimentos em tecnologia da atualidade: O Contact Center.
O crescimento dos negócios via telemarketing, marketing direto e o próprio e-commerce são as maiores molas propulsoras dos negócios focados em atendimento personalizado e help desk baseado em atendimento remoto.
Os números divulgados pelos veículos de maior credibilidade nos segmentos afins apontam um crescimento acelerado nas operações de Contact Center e suas derivações: a revista Gestão Empresarial, por exemplo, acredita em uma evolução em progressão geométrica, partindo de modesta soma de 34 milhões de dólares movimentados em 1998, passa a estimar a quantia de 170 milhões para o ano 2000 e de entusiasmantes 1.14 bilhões para 2.003. Baseados em fontes do IDC de 1999, estes números são capazes de aquecer o mercado de tecnologia da informação de uma forma nunca imaginada anteriormente.
Se nos detivermos somente no segmento de Telemarketing, inbound ou outbound, os números continuam animadores, seguindo a tendência apontada pela tecnologia da Informação. Recente pesquisa divulgada pela ABT (Associação Brasileira de Telemarketing) mostra que o crescimento e a profissionalização no setor têm sido uma constante.


A ABT aponta um crescimento, no comércio, da ordem de 32,1% do faturamento via telemarketing. Nos serviços não financeiros, o incremento alcançou a marca de 27,5% e enquanto que nos financeiros chegou a 8,5% e na indústria a 23,4%. Também os investimentos nestes setores, no ano de 1999, o maior crescimento observado foi na área de recursos humanos (43% do bolo total), denotando uma preocupação com a qualidade cada vez mais acentuada.
Normas de qualidade, como a COPC 2000, criada especificamente para auferir qualidade ao serviço de atendimento como um todo, passam a ser quesitos importantes na nova realidade do mercado, que já possui números consistentes para justificar os investimentos em Call Center.


Cases de grandes empresas que conseguiram efetivamente transformar seu Call Center num centro gerador de negócios, numa transição para Contact Center, vêm estimulando o mercado como um todo na busca pela excelência e qualidade dos serviços.
A opção pela terceirização aparece, então, como a grande saída para a otimização dos serviços sem a preocupação constante com up grades de tecnologia e turn over de recursos humanos, cada vez mais especializados.
Novamente a ABT divulga que 10,3% das empresas que utilizam serviços de telemarketing, optaram pela terceirização dos serviços, na busca pela qualidade com redução de custos e especialização.
Isso porque, terceirizando suas operações de Contact Center, as empresas conseguem ao mesmo tempo, garantir a excelência no atendimento e nas ações de marketing e vendas dirigidas, sem preocupar-se com o backstage da operação, reservando seu tempo integral para o core business de seu segmento.
Além disso, a opção pela terceirização visa também atingir padrões de produtividade dificilmente obtidos em uma estrutura própria, seja pela ausência de mecanismos de monitoração, seja pela especialização da mão de obra.
Também a relação custo/benefício é um fator determinante no momento da opção entre site próprio ou terceirizado. Segundo a revista Consumidor Moderno, o custo com a implantação de um Call Center com estrutura semelhante ao de um terceirizador, em estrutura própria, custariam quase que 100% mais para a empresa do que a opção terceirizada(vide quadro).
A entrada de players internacionais no negócio também sinaliza a perspectiva de crescimento contínuo, a curto prazo.
A revista RNT aponta uma perspectiva de crescimento no setor específico de Call Center, na ordem de 30% para o ano 2000, relativamente a 1999. Seguramente nenhum outro setor da economia cresceu tanto! Para esta estatística a publicação embasa-se em estudo divulgado pelo renomado instituto de pesquisa norte Americano Datamonitor e em estudos da nossa ABT.
Ao que parece, uma nova era se anuncia: a era da empresa voltada para o cliente, com uma preocupação constante com a qualidade do atendimento, com o cruzamento de informações para a geração de novas oportunidades de negócios, e sobretudo, com o fato de fazer sempre o melhor, para os melhores clientes, no menor espaço de tempo possível, de preferência bem antes que seu concorrente o faça!

O famoso (Trabalhe em casa) está aumentando a cada dia!

Aumenta o leque de profissionais virtuais
São Paulo, 18 de Outubro de 2007 - 

teletrabalhoO trabalho remoto já está incorporado ao organograma, principalmente de empresas globais. "De que adianta investir uma fortuna para trazer para o centro da cidade corpos pesando 80 quilos, se o que vocês querem são os cérebros deles, que pesam 3,8 quilos?" Autor de frases memoráveis como essa, o guru da administração Peter Drucker (1909/2005), que escreveu mais de 20 livros e tem até hoje uma grande influência nos destinos da administração mundial, através de suas idéias modernas, arrojadas e inovadoras, já pressentia que o home office, o trabalho remoto, iria rapidamente deixar de ser uma excentricidade e se tornar um crescente modus vivendi corporativo. Idéia que começou a vigorar nos anos 1990, a prática foi no princípio exercida por profissionais liberais (arquitetos, por exemplo) e trabalhadores free-lancers, mas hoje já está incorporada ao organograma de muitas empresas, especialmente globais.
Leila Prati, gerente global de marketing em lubrificantes para o varejo da Shell, há três anos deixou o escritório da empresa na Barra, Rio de Janeiro, para, de casa, comandar uma rede mundial. "Não tem sentido eu trabalhar em um escritório clássico, já que minha equipe está espalhada pelo mundo e jamais poderei reuni-la num mesmo espaço físico", diz. "De casa, posso fazer uma reunião com Singapura às 5 horas da manhã, enquanto tomo confortavelmente o café da manhã, depois esperar o ônibus escolar com minhas filhas e em seguida continuar on-line com a empresa. É um ganho de tempo e de qualidade de vida, o que se reflete em produtividade." Para ela, o trabalho virtual é uma decorrência da globalização e não tem retorno. "A Shell, como outras empresas globais, tem uma política para home office", explica Leila, que tem em casa toda a infra-estrutura de que necessita. "Estou sempre em contato com a matriz por banda larga, MSM e ainda telefone e celular. É claro que às vezes sinto falta do cafezinho, do contato pessoal, mas não ter que enfrentar congestionamentos, ver diminuidos os problemas de segurança e ainda sem aquele sentimento de culpa de mãe que trabalha até tarde compensa." O Serpro tem hoje 75 funcionários em seu programa de teletrabalho criado em 2005. O programa já representou, segundo pesquisa, um ganho em produtividade de 10,5% e uma economia em logística de 47,1%. Quem coordena o programa é Joselma Oliveira que o desenvolveu a pedido do próprio Serpro quando fazia uma pós-graduação paga pela empresa interessada em saber como se comportaria um programa desse tipo em uma empresa de TI e Comunicação. O que a princípio parece apenas uma simples questão de deslocamento físico, exige na verdade uma série de pressupostos a começar de adaptações na CLT. "O Brasil ainda não tem uma regulamentação para o teletrabalho. O País precisa primeiro assinar a Convenção 177 da Organização Internacional do Trabalho (OIT)", conta Joselma. Para o programa do Serpro foram criados 23 instrumentos para adaptar as necessidades da empresa. A adesão é voluntária e não é fácil adquirir o status. São pelo menos três meses de avaliações que incluem um amplo perfil psicosocial a análise de mínimos detalhes. Por exemplo, marido e mulher não devem trabalhar ao mesmo tempo em casa para não desgastar a relação. Também é feita uma análise organométrica do espaço da casa do funcionário, antes da autorização. "Uma vez por semana todos têm que vir à empresa fazer o social", diz Joselma. "Sempre fui um apaixonado pelo tema e por isso quis participar da experiência e estou gostando muito", conta Flavio Correia de Souza, técnico em informação do Serpro que trabalha com indicadores da regional de Brasília. "Com a tecnologia atual e com a metodologia de trabalho, o teletrabalho se revela mais produtivo. A experiência tem sido importante para o meu desenvolvimento, leio mais pois tenho mais horas disponíveis", comenta Souza, que montou um escritório isolado dentro da própria casa. No exterior, o home office já abrange um grande número de pessoas. Nos Estados Unidos, o número cresceu bastante, especialmente depois do 11 setembro, alcançando 18% da força de trabalho. No Brasil esse número ainda é baixo, estimado pelo mercado em cerca de 3,5 milhões. "Esse número tende a crescer rapidamente, só faltam vencer, na verdade, barreiras culturais, afinal, qual empresa não quer reduzir drasticamente seus custos", diz Douglas Rivero, country manager da SonicWALL para América do Sul, empresa que cria soluções para que as corporações diminuam os riscos com os colaboradores remotos. "Há muitos mecanismos para solucionar o problema da segurança que é ainda uma grande preocupação", diz Douglas, ele próprio um trabalhador remoto, que passa 98% do seu tempo, segundo diz, fora da empresa e na companhia do notebook. Diferencial Recentemente uma pesquisa da SonicWALL com 1.100 executivos dos Estados Unidos e Austrália mostrou que mais da metade dos entrevistados acreditam que a opção do trabalho remoto é um diferencial competitivo e um componente de motivação para os funcionários. Mais de um terço dos pesquisados possuem funcionários que trabalham fora do escritório 20% ou mais do tempo. Os principais motivos para essa opção de trabalho são motivação do funcionário (58%); aumento no preço dos combustíveis (34%), condições climáticas e trânsito (33%); e custo do espaço no escritório (32%). Metade dos entrevistados disse que suas empresas também possuem políticas para os funcionários remotos. Apesar do crescente apoio a esse modelo de trabalho, os executivos identificaram algumas preocupações no gerenciamento dessa força de trabalho remota. Entre as três principais, mais de 20% dos entrevistados estão preocupação com a produtividade desses funcionários, apesar de que 34% dos executivos acreditarem que os trabalhadores remotos são mais produtivos; 15% acreditam que os funcionários remotos estão perdendo algum aspecto por não estarem fisicamente presentes no escritório e há preocupação especial com as possíveis brechas de segurança.
(Gazeta Mercantil - Regina Neves)