Escolha seu idioma!

1 de julho de 2012

FOME NO MUNDO VERSUS SOCIEDADE DO CONSUMO

Quase um bilhão de pessoas não tem o que comer no Dia Mundial da Alimentação - 16 de outubro. A crise alimentar de 2011 no Corno de África (ou Chifre da África) é uma situação de carestia em várias regiões do Corno de África devido a uma seca que afetou a região do leste africano. A seca, a "maior seca há 60 anos", levou a uma crise alimentar na Somália, Etiópia e Quénia, ameaçando a vida de mais de 10 milhões de indivíduos. The Economist informou que a fome pode estender-se a todo o Corno de África, "uma situação... inédita em 25 anos".

As condições metereológicas do Oceano Pacífico, que desenvolveram numa forte e não habitual La Niña, interromperam as chuvas sazonais durante duas estações consecutivas. Nenhuma gota de chuva caiu no Quénia, Etiópia ou Somália (durante dois anos). A falta de chuva enfraqueceu o cultivo, diminuindo as hipóteses de obtenção de alimentos. O grupo rebelde Al-Shabaab piora ainda mais a crise. Enquanto isso ...


Em todo o mundo, 925 milhões de pessoas vão passar este dia 16 de outubro, Dia Mundial da Alimentação, sem ter o que comer. O número é equivalente às populações somadas dos Estados Unidos (300 milhões), do Brasil (190 milhões), do Japão (130 milhões), da Alemanha (82 milhões), da França (63 milhões), do Reino Unido (60 milhões), da Itália (58 milhões) e da Espanha (40 milhões). Dos 122 países incluídos no estudo, 25 têm níveis considerados "alarmantes" de fome, e quatro nações da África registram números "extremamente alarmantes", destaca o relatório.

A produção mundial de alimentos precisa aumentar 70% para alimentar a população que o mundo terá em 2050, estimada em 9 bilhões de pessoas. Os governos devem investir mais na agricultura, expandir redes de segurança e programas de assistência social, reforçar atividades que geram renda para as áreas rurais e urbanas mais pobres e criar mecanismos adequados para lidar com situações de crise e proteger as populações mais vulneráveis.

A maior participação da sociedade civil na elaboração de políticas públicas para alimentação e diminuição da pobreza são fatores que fazem com que o Brasil tenha motivos para comemorar o Dia Mundial da Alimentação.

13 de junho de 2012

Windows ou Linux escolha e leve no bolso

Windows To Go ("Windows para levar") é uma opção do Windows 8 que permite executar um sistema a partir de um drive USB, incluindo memória USB (USB Flash drive) ou um disco rígido externo.

Em Abril de 2011, depois da "fuga" do Windows 8 build 7850 alguns utilizadores notaram a inclusão de um programa chamado "Portable Workspace Creator", indicando que seria um programa com o intuito de criar sistemas Live USB.

Mais tarde, em Setembro de 2011, a Microsoft anunciou o Windows To Go na conferência BUILD, e distribuiu pendrives com o Windows To Go pré-instalado.

Como medida de segurança, para prevenir a perda de dados, o Windows 8 "congela" se a drive USB for removida. Se a drive é reinserida nos próximos 60 segundos o sistema continua a funcionar normalmente, caso contrário, o computador é desligado.[6] Também é possível encriptar os dados de uma drive Windows To Go com a tecnologia BitLocker.

Segundo a Microsoft, uma drive Windows To Go poder ser criada com o programa ImageX. Windows To Go suporta USB 2.0 e USB 3.0 e funciona em BIOS e UEFI.

22 de maio de 2012

A História das Religiões

Video que mostra a linha do tempo, o surgimento e desenvolvimento das maiores Religiões até hoje conhecidas.

21 de maio de 2012

Xuxa - Continua Rainha dos Baixinhos?

A fama da apresentadora Maria da Graça Meneghel, conhecida como Xuxa atuando como apresentadora de televisão, cantora pop infantil, compositora de músicas infantis, atriz, modelo, escritora, cineasta, diretora de cinema e empresária brasileira todos já conheciam. Agora representar o Brasil, como exemplo de vida e conduta moral, sendo considerada conscientemente ou não como rainha de milhões de crianças brasileiras em formação de caráter é verdadeiramente uma vergonha para uma nação emergente e que se ergue rumo a novos patamares de crescimentos em todas as áreas.

Talvez você não tenha conhecimento de tamanha importância, mais XUXA representa a nação na ONG Save The Children Suécia e a Unicef, premiada diversas vezes no Congresso Nacional na Comissão Nacional de Direitos Humanos da Criança e do Adolescente, Embaixadora escritório da ONU para assuntos do gênero, além se engajar numa Iniciativa Global pelo Fim da Punição Corporal as Crianças. Defende de forma sorrateira "O Direito das Crianças de Ter Direitos Iguais" além de participar de eventos televisivos como Criança Esperença.

Alguns fatos que põe em risco gerações inteiras de inocentes ao se espelhar na "Rainha dos Baixinhos". Xuxa nunca teve uma família estruturada, na infância foi constantemente abusada sexualmente, atriz de filme Pornográfico com adolescente, é madrinha de das entidades brasileiras de defesa dos GLBT , LGBT ou ainda, LGBTTTs, é o acrónimo de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros (o 's' se refere aos simpatizantes).

Mão solteira, relacionamentos conturbados, sexualidade dúbia, transformada em mamãe que luta pelos direitos humanos. Algo paradoxal e no mínimo sensacionalista... até quando teremos que aturar tanta asneira por parte da Rede Globo que tenta fazer uma imagem da XUXA e empurrar guela abaixo de pessoas ignorantes, para se promoverem e manter audiência?

Xuxa é o reflexo de uma geração sem parâmetros para se estruturar. Ela foi a responsável por popularizar o funk e ao mesmo tempo em que a mesma se diz defensora dos baixinhos, ela foi responsável pelas "paquitas eróticas", numa relação erotizada com as crianças, criando uma sensualidade explícita na sua maneira de vestir e dançar. Um modelo descartável que não sabia falar direito e apresentava uma infantilização doentia de uma realidade perdida e que equivalia, guardado as suas amplitudes, a realidade de Michael Jackson.

Li um livro chamado: O Complexo de Peter Pan, que caracterizava pessoas que não conseguem crescer, perdidas no mundo infantil por incapacidade de elaborar sua própria vida e simbolizar maduramente. O pó de pirlimpimpim de Xuxa era o dinheiro, o qual ela alavancava músicos e artistas medíocres, com seu comportamento retardado de dizer que tudo era bom, tudo era mágico. As crianças perdidas eram aquela leva de adolescentes cariocas e perdidas pelo Brasil, que de uma certa forma embarcavam naquele "mundo maravilhoso" e naquela "nave espacial".

Em resumo, Xuxa convenceu-se de um mundo psicótico no qual ela era a Rainha (para manter a condição de eterna parceira do Rei do futebol), numa palhaçada em que ela já foi enterrada e somente ela não se deu conta. A exposição da vida dela com uma suposta violência sexual, contrapõ-se a atriz pornô que ela foi, que pousou na playboy e que no final das contas, foi suposta amante em golpes publicitários que visavam torná-la um pouco humana, uma vez que a mesma não conseguiu efetivamente representar qualquer afeta por um homem, porque ela é uma "eterna criança", que não sabe o valor do seu sexo para o público e vive sob as marcas de um abuso que ninguém acredita que ela viveu, a não ser ela, numa histerização doentia de um mito que já não cola mais em nossa realidade.

Resta saber, até quando a Globo almejará mantê-la no seu círculo de horrores e o que, depois de tudo, aprontará para que Xuxa saia "incólume" diante de uma reportagem que apenas fortaleceu a imagem de uma atriz medíocre, desestruturada e totalmente perdida em si.

Enquanto isso no Brasil, a comissão especial da Câmara dos Deputados criada para analisar a chamada Lei da Palmada aprovou em 14 de dezembro de 2011 a medida, que proíbe os pais de aplicarem castigos físicos em crianças e adolescentes que Xuxa defende veementemente.


Leitura recomendada:

Xuxa está perdendo luta contra seu passado pornográfico

Xuxa e a ONU 

3 de abril de 2012

Governança de TI na Administração Pública Federal


Acesso à Informação Pública - Faça valer seu direito como cidadão

A partir do dia 16 de maio de 2012, entra em vigor a Lei de Acesso à Informação (Lei 12.527, de 18 de novembro de 2011), que pretende garantir à sociedade o acesso às informações produzidas ou custodiadas pelo poder público e não classificadas como sigilosas. Tais dados serão reunidos e publicados em um único espaço, denominado "Acesso à Informação" ou similar, nos sítios eletrônicos das instituições públicas.
Os diversos orgãos da administração pública  já começaram com os trabalhos de adequação do seus portais e processos para fornecer as informações necessárias ao público, de acordo com as orientações do texto normativo. 

A Lei estabelece como responsabilidade do Estado a publicação dos dados governamentais, tendo a publicidade como preceito geral e o sigilo como exceção.

Conheça a Cartilha de Acesso à Informação Pública, material produzido pela Controladoria-geral da União para divulgar os pontos mais importantes da Lei.

2 de abril de 2012

Você entende de Gente?

'Entender de Gente' Por Max Gehringer

Durante minha vida profissional, eu topei com algumas figuras cujo sucesso surpreende muita gente. Figuras sem um vistoso currículo acadêmico, sem um grande diferencial técnico, sem muito networking ou marketing pessoal.

Figuras como o Raul. Eu conheço o Raul desde os tempos da faculdade. Na época, nós tínhamos um colega de classe, o Pena, que era um gênio. Na hora de fazer um trabalho em grupo, todos nós queríamos cair no grupo do Pena, porque o Pena fazia tudo sozinho. Ele escolhia o tema, pesquisava os livros, redigia muito bem e ainda desenhava a capa do trabalho - com tinta nanquim.

Já o Raul nem dava palpite. Ficava ali num canto, dizendo que seu papel no grupo era um só, apoiar o Pena. Qualquer coisa que o Pena precisasse, o Raul já estava providenciando, antes que o Pena concluísse a frase. Deu no que deu. O Pena se formou em primeiro lugar na nossa turma. E o resto de nós passou meio na carona do Pena - que, além de nos dar uma colher de chá nos trabalhos, ainda permitia que a gente colasse dele nas provas. No dia da formatura, o diretor da escola chamou o Pena de 'paradigma do estudante que enobrece esta instituição de ensino'. E o Raul ali, na terceira fila, só aplaudindo.

Dez anos depois, o Pena era a estrela da área de planejamento de uma multinacional. Brilhante como sempre, ele fazia admiráveis projeções estratégicas de cinco e dez anos. E quem era o chefe do Pena?

O Raul. E como é que o Raul tinha conseguido chegar àquela posição? Ninguém na empresa sabia explicar direito.

O Raul vivia repetindo que tinha subordinados melhores do que ele, e ninguém ali parecia discordar de tal afirmação. Além disso, o Raul continuava a fazer o que fazia na escola, ele apoiava. Alguém tinha um problema? Era só falar com o Raul que o Raul dava um jeito. Meu último contato com o Raul foi há um ano. Ele havia sido transferido para Miami, onde fica a sede da empresa. Quando conversou comigo, o Raul disse que havia ficado surpreso com o convite. Porque, ali na matriz, o mais 'burrinho' já tinha sido astronauta. E eu perguntei ao Raul qual era a função dele. Pergunta inócua, porque eu já sabia a resposta.
O Raul apoiava. Direcionava daqui, facilitava dali, essas coisas que, na teoria, ninguém precisaria mandar um brasileiro até Miami para fazer. Foi quando, num evento em São Paulo, eu conheci o vice-presidente de recursos humanos da empresa do Raul. E ele me contou que o Raul tinha uma habilidade de valor inestimável:... ele entendia de gente. Entendia tanto que não se preocupava em ficar à sombra dos próprios subordinados para fazer com que eles se sentissem melhor, e fossem mais produtivos.

E, para me explicar o Raul, o vice-presidente citou Samuel Butler, que eu não sei ao certo quem foi, mas que tem uma frase ótima: 'Qualquer tolo pode pintar um quadro, mas só um gênio consegue vendê-lo'.

Essa era a habilidade aparentemente simples que o Raul tinha, de facilitar as relações entre as pessoas. Perto do Raul, todo comprador normal se sentia um expert, e todo pintor comum, um gênio.

É praticamente uma lei na vida que quando uma porta se fecha para nós, outra se abre. A dificuldade está em que, freqüentemente, ficamos olhando com tanto pesar a porta fechada, que não vemos aquela que se abriu. (Andrew Carnegie)

17 de março de 2012

Síntese do Ecossistema dos Négócios em pleno século XXI

A nossa geração é testemunha de fatos extraordinários, jamais presenciados outrora na história da humanidade.

É verdadeiramente impressionante a quantidade de informações sendo gerada no mundo. Os smartphones crescem a taxa de 20% ao ano no mundo e somente no Brasil em torno de 50% ao ano; nas redes sociais o Facebook possui 40 bilhões de fotografias, 800 milhões de usuários ativos, 30 bilhões de post por mês; são 6 bilhões de celulares no mundo; no youTube são 48 horas de vídeos por minuto; 30 milhões de sensores em rede captando dados crescendo 30 % ao ano.

A população mundial cresce ao ritmo de cerca de 80 milhões de pessoas por ano. E há tantas mulheres ao redor do mundo em idade de procriar - 1,8 bilhão - que a população global ainda vai continuar crescendo pelo menos durante algumas décadas. Esse contigente gera todo tipo de informação, seja dados estruturados e dados não estruturados, praticamente o volume de dados dobram a cada 18 meses.

Hoje, a quantidade de pessoas que tem acesso a telefones celulares é maior do que a quantidade de pessoas com acesso a água potável no mundo.

Estar cada vez mais complexos gerenciar negócios. Mudanças, e a enorme velocidade que acontecem, novas oportunidades sendo delineadas, interconexão, expansão em Redes, inovação constante.

Colhemos o que plantam nossos pais, filhos, amigos ... e a sociedade de forma geral. Todos os caminhos que escolhemos geram mudanças nas vidas de outras pessoas e vice-versa. Precisamos estar conscientes que tudo o que fazemos tem uma repercursão um dia ou outro. Em nossas relações o que falta é amor, compreensão, o dar e receber, mãos estendidas.

É impressionante como no mundo dos negócios  cada vez mais os "fins justificam os meios", em outras palavras, o aumento do dinheiro, da lucratividade, dos dividendos justificam o desemprego, demissões por fatos banais, desperdícios, números e mais números ao invés de vidas.

Nossos negócios devem sobretudo refletir o sentido da nossa vida. Sustentabilidade sobre uma nova ótica, é o que nós, jovens profissionais precisamos criar nas empresas.

Neste excelente vídeo, uma declamação alertando para a necessidade da reinventarmos nossos negócios e nossa vida buscando o equilíbrio constantemente, e, de como a "instabilidade" é o principal agente de mudanças.

15 de março de 2012

Apologia ao Álcool “mau exemplo” às crianças e adolescentes do Brasil.


Perda de eficiência; diminuição da atenção, julgamento e controle; instabilidade das emoções; perda do julgamento crítico; vertigens; desequilíbrio; dificuldade na fala e distúrbios da sensação; apatia e inércia geral; vômitos. Num estágio avançado incontinência urinária e fezes, inconsciência e parada respiratória. Consequências que muitas vezes negligenciamos ao sentarmos numa mesa de bar e ainda tem pessoas que dizem e defendem que há mal algum.

Nossos filhos crescem hoje, em meio a uma escrachada e vangloriosa apologia ao álcool e tabaco. Estou falando alguma inverdade? Nós presenciamos dia a dia notícias fatídicas relacionadas a acidentes, brigas, e vidas ceifadas onde o álcool na esmagadora das vezes assume papel de protagonista. Do outro lado vemos “È proibido, proibir”.

Um dos pequenos passos para tentar alterar o destino de muitas pessoas que serão vítimas do abuso do álcool consiste no Projeto de Lei  767 do deputado estadual Campos Machado, líder do PTB na Assembleia Legislativa de São Paulo, que pretende proibir o consumo de bebidas alcoólicas indiscrimidamente em qualquer espaço público do estado.

Caso a lei seja aprovada, a cervejinha pós-expediente vai continuar, porém, quem desejar beber deve fazer em bares fechados. Nada de desfilar por aí em parques, ruas, calçadas ou praias com divulgando maus comportamentos que acaba por incentivar bebedices, como comportamento padrão e invejável por muitos adolescentes e jovens ávidos “em parecem com adultos.”

A lei pretende abolir da prática comum Cervejaços desregrados, esbórnias, que favorece motoristas a dirigir bêbados ceifando a vida de milhares de pessoas, perda de produtividade e afastamentos do trabalho, problemas de saúde decorrentes do consumo excessivo de bebidas alcoólicas, e evitar o “mau exemplo” às crianças e adolescentes.

As frases “Eu bebo sim, e isso não deveria ser da sua conta” outra “E uma cervejinha não faz mal a ninguém”. Muito pelo contrário, sabemos disso. Porém, seja sincero consigo mesmo e calcule quantas “cervejinhas” você toma numa sentada e se dirige após isso.

É lógico e evidente que nós temos o direito de levar a vida como bem entender. Desde que, não façamos mal a coletividade e também quando nossas práticas adquirem publicidade que pode levar outras pessoas ao mesmo comportamento como algo a se buscar. De fato há um estímulo ao alcoolismo, nas mídias, faculdades, trabalho.

Estamos defendendo sua qualidade de vida e das pessoas que você ama. Não se deixe levar pela maré e não perca sua capacidade de reflexão e profundidade. Há tempos vemos notando uma avalanche de leis serem aprovadas, sem a contrapartida dos benefícios reais para a sociedade como um todo. Apoie essa causa e divulgue-a!

Retomo o dito popular: “O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons” [Martin Luther King]

1 de março de 2012

Quanto (R$) os bancos nos cobram e quanto realmente custa ?

Spread bancário é a diferença entre a taxa de juro cobrada por uma instituição financeira a um cliente e a taxa de juro que essa instituição paga. O Brasil apresenta relação crédito/PIB (48,8%) baixa para padrões internacionais.  Ou seja, a oferta de crédito está muito aquém, o governo deveria fornecer um volume muito maior de crédito aos cidadãos brasileiros.

O volume total de crédito livre corresponde a 64,2% do total de crédito e somava R$ 1.303 bilhões,(31,5% do PIB), dessa bolada precisamente a metade R$ 652 bilhões tomados por pessoas físicas e outra metade pelas empresas a custo extremamente desigual.

Afirmar que a taxa média de juros recursos livres, situava-se em 37,1% ao ano em dezembro de 2011, com Spread bancário médio 26,9 p.p. já considerando PF e PJ na mesma data não diz muita coisa visto que os spreads divergem substancialmente de acordo com a modalidade do contrato. No caso de pessoas físicas, o spread médio para aquisição de veículos alcançava 16,2 p.p. em dezembro de 2011, enquanto o spread do cheque especial chegava a 177,8 p.p. no mesmo mês.

O povo fica na dependência da aceitação, pelos emprestadores, das taxas de juros oferecidas. Uma característica marcante do mercado de crédito no Brasil é a diferença substancial de taxa de juros e spread incorridos para pessoa física e pessoa jurídica.

Com efeito, o spread médio nas operações com empresas, da ordem de 17,9 p.p. em dezembro de 2011, é pouco mais da metade do spread cobrado nas operações com pessoas físicas, que atingia 33,7 p.p. no mesmo mês.

A lei LEI Nº 1.521, DE 26 DE DEZEMBRO DE 1951 estabelece que serão punidos, na forma desta Lei, os crimes e as contravenções contra a economia popular, as circunstâncias agravantes do crime de usura: 

I - ser cometido em época de grave crise econômica;. 
II - ocasionar grave dano individual;
III - promover ou participar de consórcio, convênio, ajuste, aliança ou fusão de capitais, com o fim de impedir ou dificultar, para o efeito de aumento arbitrário de lucros, a concorrência em matéria de produção, transportes ou comércio;
IV - obter ou tentar obter ganhos ilícitos em detrimento do povo ou de número indeterminado de pessoas mediante especulações ou processos fraudulentos ;
V - gerir fraudulenta ou temerariamente bancos ou estabelecimentos bancários, ou de capitalização; sociedades de seguros, pecúlios ou pensões vitalícias; sociedades para empréstimos.

O que todo comprador ou tomador de empréstimo dever ter em conta: importância do valor do ‘spread’, diferença entre taxas de juro fixas e variáveis, o número de anos de amortização, os valores dos prémios de seguros e os custos de processamento.

Conforme quadro abaixo veja quanto os banco lucram com os cheques especiais (177 pontos percentuais) e juros de cartões de crédito.


COMPONENTES QUE SEGUNDO OS BANCOS E GOVERNO JUSTIFICAM O ELEVADO SPREAD BANCÁRIO
  • Custo Administrativo(12,6%)
  • Impostos Diretos (21,9%)
  • Inadimplência (28,7%)
  • Compulsórios (+subsídios cruzados, encargos fiscais e Fundo Garantidor de Crédito) (4,1%)
  • Outros (32,7%), parcela que representa a margem líquida do banco, erros e omissões.

Os grandes agiotas do século XXI utiliza constantemente este processo como uma forma de “chantagem” do mercado financeiro, pois se o governo tomar qualquer medida que desagrade aos rentistas (por exemplo, o controle sobre o fluxo de capitais, a redução significativa dos juros, a tributação dos capitais financeiros, etc), logo o “mercado” retalia, aumentando as taxas de juros exigidas para “rolar” a dívida sem contar, principalmente em ano eleitoral , dos conchavos, escambo de cargos  e outras abusividades mais.

18 de fevereiro de 2012

Eleições 2012 e as relações políticas do Brasil na atualidade


As relações políticas do Brasil na atualidade, em geral é bastante análoga àquela entre suserano e vassalo do Sistema Feudal, com uma(s) pessoa(s) recebendo de outra a proteção em troca do apoio político. 

Nossos sindicatos e associações de classe constituiem-se na verdade plataformas políticas. Vejam quantos candidatos e atuais políticos saem e sairam de sindicatos e associações de classe, com o discurso hegemônico de existir pura e simplesmente para defender os interesses dos oprimidos.

As teorias da Livre Concorrência de Adam Smith com a "mão invisível" regulando o mercado sem necessidade de intervenção de outras forças externas já não cabe mais. O que dizer do poder de articulação de grandes conglomerados formando pseudomonopólios e oligopólios.

O que falar da corrupção, suborno, prevaricação e impunidade em nosso Congresso Nacional, respaldado pela ociosidade, preguiça, desleixo e inércia de uma sociedade que ou trabalha para comer ou fica participando da vida política de um país que remonta ao CORONELISMO veementemente condenado e criticado de tempos não tão distantes assim.

Estamos falando de um país que possui a 3ª maior população carcerária do mundo. Observe que estou falando apenas dos que efetivamente estão presos.


- Solução? Sim! SEU VOTO e de sua família. Pare e pense como o Brasil de comporta em ano eleitoral (anos pares). No ano de 2011 revoluções populares derrubaram quatro ditadores (Egito, Líbia, Tunísia e Iêmen) imagina aqui no Brasil.


Nossos governantes precisam saber que quem está no poder é o povo, porém, ainda não somos suficientemente capazes de nos organizar a ponto de mudar esse cenário. Enquanto esse dia não chega compartilhe essa mensagem seus colegas, divulge-as, no trabalho, nas escolas. Penso que cada pessoa deve procurar a expressão de sua própria ideologia, sobretudo precisamos formar cidadãos capazes de gerar protestos e materializar nossos anseios de mudança.

A realidade social que observamos: de um lado o avanço técnico, o aumento do poder do homem sobre a natureza, o enriquecimento e o progresso; de outro, e contraditoriamente, a escravização crescente da classe operária, cada vez mais empobrecida. A miséria, a jornada de trabalho excessiva, a exploração da mão-de-obra infantil, a corrupção no governo e monopólios configuram um estado de injustiça social.

Nós temos a obrigação de fazer diferente na próxima eleição. Com as atribulações da vida sei que é difícil lembrar no momento certo o nome de pessoas corruptas, mais vamos juntos fazer esse esforço coletivo lembrando uns aos outros nas vésperas das eleições. AGORA O BRASIL MUDA!

Por que será que idéias e projetos que servem de base para a implantação de um governo transparente, justo e democrático, como por exemplo, REFORMA DO CONGRESSO NACIONAL, COMBATE A CORRUPÇÃO, IMPUNIDADE, LEI DA FICHA LIMPA, LEI SECA não saem efetivamente do papel para a prática?



15 de fevereiro de 2012

As 50 maiores empresas do mundo pela Financial Times Global 500 de 2011


As 50 maiores empresas do mundo pela Financial Times Global 500 2011

ExxonMobil • Petrochina • Apple • ICBC • Petrobras • BHP Billiton • China Construction Bank • Royal Dutch Shell • Chevron • Microsoft • General Electric • Berkshire Hathaway • Nestlé • IBM • Gazprom • China Mobile • JP Morgan Chase • HSBC • Wal-Mart • AT&T • Procter & Gamble • Oracle • Vale • Wells Fargo • Johnson & Johnson • Pfizer • Coca Cola • Google • Bank of China • Vodafone • Rio Tinto • Novartis • Total • Banco Agrícola da China • Toyota • Samsung • BP • Bank of America • Citigroup • Roche • Schlumberger • Siemens • Philip Morris International • Telefonica • ConocoPhillips • CNOOC • Intel Corporation • Verizon Communications • Sinopec • PepsiCo • Merck • Itaú Unibanco

Maiores companhias de tecnologia da informação (TI) - Ano 2011

14 de fevereiro de 2012

Evolução da Espécie


Vivemos em um mundo de números e cálculos,

do relógio que consultamos ao acordar

ao canal de televisão que desligamos antes de dormir.

No correr do dia, contamos as medidas de café que pomos na cafeteira,

pagamos a empregada, consultamos a cotação de ontem da Bolsa,

discamos o número do telefone de um amigo,

verificamos a quantidade de gasolina no tanque,

controlamos a velocidade no velocímetro,

pressionamos o botão do elevador de nosso escritório.

E o dia mal começou!

É difícil imaginar uma época sem números.

Contudo, se conseguíssemos transportar magicamente

um homem instruído do ano 1000 até o presente,

ele provavelmente não reconheceria o número zero

e certamente seria reprovado

em um teste de aritmética do nível de terceiro ano;

 poucas pessoas do ano 1500 se sairiam muito melhor.


BERNSTEIN (1997)

Relatório do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL)

Fundamental na viabilização do E-GOV e tantas outras iniciativas de presença digital do Governo na vida dos cidadãos e para transformar definitivamente a banda larga em serviço prestado em regime público, com metas de universalização e continuidade.

O documento, formulado pelo deputado Newton Lima (PT-SP), recomenda ao governo a reativação do Fórum Brasil Conectado – instância de diálogo com a sociedade civil sobre o programa. O Fórum é formado por representantes de 60 instituições do governo, da sociedade civil, de empresas e não se reúne desde novembro de 2010.

Outro item é a aprovação do Projeto de Lei 1481/07, que permite que recursos do Fundo de Universalização das Telecomunicações (Fust) sejam utilizados para a massificação da banda larga e a promoção, pelos estados, da desoneração fiscal do serviço. O projeto aguarda deliberação do Plenário. Com a aprovação da proposta, os recursos do fundo poderão ser utilizados para a ampliação do acesso à banda larga. Pela legislação atual, o Fust só pode ser utilizado para universalizar o serviço de telefonia fixa mas, na prática, os recursos vêm sendo contingenciados pelo governo. O fundo arrecada em média R$ 850 milhões por ano.

Segundo o relatório, o programa lançado em 2010, já produziu resultados significativos, como a oferta do serviço de banda larga popular (1 Mbps a R$ 35) em 544 municípios do país. Conforme compromisso firmado com as concessionárias de telefonia fixa, o serviço a este preço será ofertado em todos os municípios do Brasil até 2014. De acordo com o Ministério das Comunicações, a expectativa é que o serviço chegue a 35 mil domicílios.

Resta-nos saber como anda a governança do programa. Por exemplo, se as concessionárias estão cumprindo o cronograma acordado; se existem indicadores para avaliar a evolução na execução do programa; e qual será o papel da empresa pública Telebrás na execução do PNBL.

Já foram autorizados pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) a conceder isenção de ICMS sobre o serviço de banda larga popular. Será que saiu do papel?

Mais informações consulte a pauta da Comissão de Ciência,Tecnologia, Comunicação e Informática(CCTCI) da Câmara dos Deputados e Norma MC 04/95 do Ministério das Comunicações que regulamenta o serviço de provimento de acesso à internet.

Índice Brasileiro de Inclusão Digital - PL 7351/10

A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI) da Câmara dos Deputados aprovou por unanimidade o PL 7351/10, de autoria do deputado Roberto Britto (PP-BA), que institui o Índice Brasileiro de Inclusão Digital. O relator do projeto foi o deputado Francisco Floriano (PR-RJ), que deu parecer  pela aprovação.

O projeto tem por objetivo instituir o Índice Brasileiro de Inclusão Digital, destinado a “medir o grau de inclusão do cidadão brasileiro, das empresas e dos governos na sociedade da informação”. Determina ainda  que o indicador proposto deverá ser divulgado trimestralmente pelo Poder Público. O autor da proposição assinala que o índice refletirá os avanços alcançados pela população brasileira na disseminação das tecnologias da informação.

O sucesso das políticas públicas de massificação da Internet depende da implantação de métricas precisas de coleta de dados e aferição dos resultados alcançados, que sejam capazes de refletir não somente os avanços do grau de inclusão digital da sociedade brasileira , mas também as lacunas de deficiências das ações programáticas em curso.

Além disso, o indicador contribuirá para auxiliar os gestores públicos no estabelecimento de novas metas para o PNBL, na monitoração do andamento do programa, na avaliação da eficácia das medidas implantadas e na consequente adoção de medidas corretivas para aperfeiçoá-lo.

13 de fevereiro de 2012

Balanço do Orçamento Geral da União - 2011

O Orçamento Geral da União de 2011 destinou, até o dia 31 de dezembro, R$ 708 bilhões para o pagamento de juros e amortizações da dívida pública federal. Este valor significou 45% dos recursos do orçamento. Enquanto isso, apenas 3% foram destinados à Educação, 4% para a Saúde e 0,12% para a Reforma Agrária, conforme mostra o gráfico abaixo.

Alguns especialistas argumentam que o percentual de 45% do orçamento comprometido com a dívida estaria inflado, por incluir o chamado “refinanciamento” ou “rolagem” da dívida, que seria apenas algo contábil, ou seja, uma mera troca de títulos antigos por novos. Porém, é preciso considerar que o Relatório Final da recente CPI da Dívida na Câmara dos Deputados (aprovado pela propria base do governo e pelo PSDB) reconheceu que os dados geralmente divulgados pelo Tesouro Nacional como "Juros e Encargos da Dívida" não consideram a totalidade dos juros, mas apenas os juros que superam a inflação, medida pelo IGP-M, um índice que tem apontado uma inflação bastante superior à dos demais índices. Ou seja: grande parte dos juros são contabilizados como se fossem amortizações ou a chamada “rolagem” da dívida. A CPI requereu oficialmente aos órgãos governamentais os montantes de juros totais efetivamente pagos, e não recebeu resposta.

Além do mais, os relatores do Orçamento 2012 (Arlindo Chinaglia – PT/SP) e do Plano Plurianual 2012-2015 (Walter Pinheiro - PT/BA) rejeitaram todas as emendas que poderiam obrigar o governo a divulgar os montantes totais de juros.

Portanto, isto mostra a necessidade de uma ampla auditoria sobre esta dívida, já que o governo não se dispõe a garantir a transparência. Aliás, a auditoria da dívida está prevista na Constituição de 1988, mas jamais foi realizada.

As investigações da CPI mostraram que a “rolagem” não significa meramente algo contábil, ou a mera troca de títulos antigos por novos. Na realidade, em um primeiro momento, o governo emite novos títulos (ou seja, toma novos empréstimos) para obter recursos. Para tanto, o governo fica na dependência da aceitação, pelos emprestadores, das taxas de juros oferecidas. Este processo é constantemente utilizado como uma forma de “chantagem” do mercado financeiro sobre o governo, pois se este último tomar qualquer medida que desagrade aos rentistas (por exemplo, o controle sobre o fluxo de capitais, a redução significativa dos juros, a tributação dos capitais financeiros, etc), logo o “mercado” retalia, aumentando as taxas de juros exigidas para “rolar” a dívida.

Só posteriormente o governo utiliza os recursos (em dinheiro) arrecadados com as emissões de títulos e paga as amortizações, ou seja, os títulos que estão vencendo.

Quando o governo faz nova dívida para pagar juros ou amortizações, este pagamento tem de ser considerado, dado que, se esta dívida repleta de indícios de ilegitimidade não existisse, todo este endividamento não estaria servindo para o pagamento da própria dívida, mas sim, para atender às áreas prioritárias como saúde e educação.

Vida longa ao Comitê de Avaliação sobre Obras com Indícios de Irregularidades Graves (COI) e CIA ...

Fonte: Divida-AuditoriaCidada